Quem sou eu

domingo, 30 de dezembro de 2012

Olhem para a mesa

Queria que fluísse amor das palavras, um amor orgânico, dentro de cada um virando um silêncio sem medo. Queria ela mesma, tão humana e imperfeita, pedir um perdão infinito, por ela, pelo mundo, por todas as dores, por todos os erros.
Tinha uma mensagem nas mãos. E como ler a dor era sentir a dor, vinha forte a vontade do choro a todo instante. Então trêmula ali naquela ceia de Natal em família, esforçou-se toda para que as lágrimas não lhe subissem ao rosto. Respirava o ar mais longamente, pra dar tempo da lágrima perdoar sua falta de coragem. E foi assim que conseguiu não chorar diante da total ausência de significado daquele encontro, repleto de bons votos e de violência velada, os animais ali mortos sobre a mesa. “Como um coração poderia estar em paz?”, pensou.

Então levantou-se, antes de todos iniciarem a ceia natalina. Pediu a palavra. E começou:


Hoje nos reunimos à mesa.

Hoje nos olhamos nos olhos, de corações aproximados.
Hoje esquecemos nossas diferenças e nos enchemos de esperança.
Pois o Natal é este dia em que nasce o Deus Sol
Em que nasce Jesus.
Jesus que é a clareza do espírito
A compaixão e a força
O respeito e a humildade
O que nos pulsa e nos move pra frente.

Mas aqui reunidos nesta mesa,
E também nos outros dias do ano,
O que fazemos nós para que a paz tome corpo?

Olho para a mesa
E nesses pedaços de carne temperada
vejo animais que antes eram livres
vejo mortos seus sonhos, seus sorrisos.
No cheiro da coisa assando no forno.
Na garfada: o corpo morto.
Antes de estarem no prato, doeram tanto!
Pois como nós, queriam a vida.
Queriam viver livres
da ganância brutal,
da indiferença humana.
Como nós, queriam para si
O direito de amar e de ser.

Tomar-lhes a vida
não é uma violência
que podemos escolher não praticar?

Como podemos nos servir de sofrimento
se é pela paz que ansiamos?

Peço que abram os olhos
E que neste exato instante
Olhem para a mesa

E enquanto a dor me atinge
Peço que, ao menos, por este único instante
Não escolham o esquecimento,
Porque eu sei
Sei que não querem doer
a dor da morte que consomem.
Que não querem arder
o terror vivido pelos corpinhos dilacerados
servidos à mesa, diante da qual
vocês estão agora.

E quantas vezes ferimos
E quantas vezes não somos livres o suficiente
para amar com toda força e delicadeza
E quantas vezes sentimos medo
Pois somos humanos.

Mas somos também uma luz
E quando uma luz se acende,
Enxerga-se o que antes era escuro.
E ficamos maiores.

Coisas bonitas sempre estarão à nossa espera
Aguardando um mínimo gesto
Para florescer do nosso peito para a vida.

Hoje olhamos para dentro.
E pedimos perdão.
Pelo que ainda não somos mas que já podemos ser.
E que dentro da gente se ilumine uma paz renovada.
Uma paz com corpo, que não seja feita só de palavras.

fonte: Cotidiano Vegano - Fernanda Franco
Cão muito debilitado que vive nas ruas precisa de resgate, em Guarulhos (SP)


Este pobre cãozinho parece ter sido abandonado há dois dias no mesmo local onde resgatamos o Estopinha, ou seja, em frente à uma casa onde os moradores detestam animais.

Passando pelo local, fiquei consternada com a triste situação dele, que parece ser um filhote ainda. Pequenino, com uma sarna horrível e cheio de feridas pelo corpo, provavelmente por se coçar muito. Parece ter também um caroço no pescoço e mal abre os olhos de tão inchados por causa da sarna. O que pude fazer foi dar-lhe ração e água, pois está faminto.

Coloquei embaixo de um sofá abandonado para não apanhar chuva e é onde ele deve estar dormindo. Peço pelo amor de Deus alguém que possa cuidar dele, ou com um lar temporário, ou quem sabe Papai Noel não lhe daria um presente atrasado, com um lar definitivo?

Algum veterinário que possa cuidar dele, pois deve ser um tratamento mais ou menos demorado, mas tenho certeza de que por baixo desta pele horrível, está escondido um lindo cãozinho. Ele está no Bairro do Parque Continental II – na Av. C – em frente ao numero 669, na cidade de Guarulgos. Fica praticamente no final desta avenida, que é muito conhecida.

Contato: Marlei – Cels.:11-99687-6229 (Vivo) ou 98147-8418 (TIM)
E-mail marleibarros2008@gmail.com

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012


Petição contra criadores e feiras de venda de animais precisa de assinaturas


Devido a barbárie cometida com animaizinhos colocados a cria sem o mínimo de respeito e dignidade, sendo estas feiras itinerantes em todo país, para terminar com o sofrimento dos animais e de futuros iludidos tutores, pois grande maioria vem a morrer com alguma doença, estamos em uma campanha contra feira itinerante de animais a nível nacional.

Não somos contra cães de raça e sim contra humanos aproveitadores sem raça alguma. Adoção é o melhor caminho!

Participe e assine a petição pelo fim das feiras de comércio de animais explorados!

domingo, 23 de dezembro de 2012


clique em cima para ampliar

Natal

Temos conhecimento que, basicamente, o Natal é a data comemorativa da chegada a este planeta, de um ser Divino, que veio a Terra para nos ensinar que não somos apenas matéria perecível, mas também seres espirituais imortais.

E o que fazemos para agradecer essa dádiva?

Comemoramos a data da vinda desse exemplo de puro Amor esquartejando animais, para devorá-los à mesa, com nossos entes queridos, como se isso fosse natural. Ensinamos às crianças que isso é até desejável e que deve ser perpetuado. Nem ao menos lhes contamos todo o sofrimento, o desperdício de água e impacto ambiental negativo, que também estão servidos à mesa. Deixamo-las tão iludidas quanto nós mesmos, acreditar que o nascimento desse Mestre só pode inspirar consumo obrigatório e exacerbado. Vê-se, por aí, que comerciantes estão fazendo um trabalho mais eficaz que o nosso próprio.

Não contentes com a degradação dos reinos animal e mineral, compramos árvores serradas em sua parte vital, ceifando também sua possibilidade de vida. Depois, passadas “as festas”, jogamo-las no lixo, pois obviamente essas nossas irmãs morrem nas latas onde fingimos que foram plantadas.

Companheiros de planeta, até quando? Para que? Não podemos culpar o sistema, pois ele é composto de indivíduos, como nós, que temos o livre-arbítrio, o que, dentro da lei da ação e reação nos faz responsáveis por todas as bênçãos e por todas as mazelas que, por meio de nossos atos, atraímos para nossas vidas.

Vamos mudar isso? Vamos juntos parar essa Engrenagem de destruição? Vamos mudar o mundo? Não façamos promessas para o novo ano, mudemos já!
fonte: palavra animal - nina rosa

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012


"Vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada".
 
Já ouviu falar em toxinas da casa?
 
Pois são:
- objetos que você não usa,
- roupas que você não gosta ou não usa há um ano,
- coisas feias,
- coisas quebradas, lascadas ou rachadas,
- velhas cartas, bilhetes,
- plantas mortas ou doentes,
- recibos/jornais/revistas, antigos,
- remédios vencidos,
- meias velhas, furadas,
- sapatos estragados...
 
"O que está fora está dentro e isso afeta a saúde fisica-mental"
 
'destralhamento' é a forma mais rápida de transformar a vida e ajudar as outras eventuais terapias.
 
Com o "destralhamento":
 
- A saúde melhora;
- A criatividade cresce;
- Os relacionamentos se aprimoram...
É comum se sentir cansado, deprimido, desanimado, em um ambiente cheio
de entulho, pois "existem fios invisíveis que nos ligam à tudo aquilo que possuímos".
 
Outros possíveis efeitos do "acúmulo e da bagunça":
 
- Sentir-se desorganizado; fracassado; limitado; aumento de peso; apegado ao passado...
 
No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
Na entrada, restringem o fluxo da vida;
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
Acima de nós, são dores de cabeça;
"Sob a cama, poluem o sono".
 
"Oito horas, para trabalhar; Oito horas, para descansar; Oito horas,
para se cuidar."
 
Perguntinhas úteis na hora de destralhar-se:
- Por que estou guardando isso?
- Será que tem a ver comigo hoje?
- O que vou sentir ao liberar isto?
 
...e vá fazendo pilhas separadas...
- Para doar!
- Para jogar fora!
 
Para destralhar mais:
- livre-se de barulhos,
- das luzes fortes,
- das cores berrantes,
- dos odores químicos,
- dos revestimentos sintéticos...
 
e também....
 
- libere mágoas,
- pare de fumar,
- diminua o uso da carne,
- termine projetos inacabados.
 
"Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser
impermanente"  diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste a essa
idéia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente
 
"as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo"
 
... a gente deveria de ser assim,
 
"Destralhar ajuda a adocicar."

fonte: email da kátia
Feliz natal...

e não se esqueçam

NÃO COMAM O PRESÉPIO


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Cães para adocão





contato: Angélica Giordani
email:     angelica@italnet.com.br
fone:      (54) 9184 1996

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Vegana, Anne Hathaway recusa-se a vestir qualquer peça feita com animais


Consagrada nos filmes “O Diabo Veste Prada”, de 2006, e “Alice no País das Maravilhas”, de 2010, a atriz norte-americana Anne Hathaway tornou-se vegana durante as filmagens do mais recente longa da série “Batman”, lançado em 2012. “No fim das filmagens eu comi quatro pedaços de pizza e dividi uma garrafa de vinho com o meu namorado. Me senti doente. Há tempos não comia assim. Achei péssimo e decidi dar uma chance ao veganismo”. Para viver o papel de “Fantine” em seu novo trabalho, “Os Miseráveis”, a jovem atriz (30) exigiu sapatos sem couro ou qualquer outro tipo de pele animal. Segundo o site “Footwear News”, todos os sapatos usados por ela no novo filme foram feitos sob medida e com materiais sintéticos.
Tapete vermelho com look vegano
Na estreia do filme “Os Miseráveis”, em Nova York, Anne desfilou pelo tapete vermelho com um vestido do famoso estilista Tom Ford. A peça e o par de botas modelo gladiador foram feitos sob encomenda para a atriz, sem nenhum componente de origem animal.


fonte: vista-se

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Projeto de lei quer proibir perseguição de animais em rodeios

Um projeto de lei em Brasília promete causar rebuliço entre os tradicionalistas. Pela proposta do deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), fica proibida a perseguição de animais durante rodeios em todo o país, o que atingiria a prova do tiro de laço, a mais disputada entre as competições campeiras do Estado, até mesmo as gineteadas e o tradicional Freio de Ouro.

O texto do projeto cita provas realizadas durante a Festa do Peão de Boiadeiro, em Barretos (SP) e refere a morte de um animal que teve a coluna vertebral quebrada durante uma prova.

— Eu acho que onde tem os maus-tratos de animais, nós devemos abolir esse processo e retirá-los. Era uma cultura brasileira a escravidão e não é mais hoje — argumenta o deputado.

A proposta, que antes de ir a plenário, precisa ser aprovada nas comissões de Turismo, Meio Ambiente e de Constituição e Justiça, deixou os praticantes do esporte em alerta. Nas redes sociais, já circulam campanhas contra o projeto. Em jogo, está uma indústria que no Rio Grande do Sul movimenta 1,2 milhão de pessoas, segundo o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). São cerca de 38 mil laçadores e 40 rodeios por mês durante a temporada que vai de outubro a maio.

Por isso, o presidente da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha (CBTG), Manoelito Savaris, está pedindo aos dirigentes de entidades filiadas para que pressionem os deputados em cada Estado a votarem contra a proposta.
— Os rodeios trabalham com animais, mas não os submetem ao sofrimento. Se eventualmente isso acontecer, a gente fiscaliza e pune — garante Savaris

Na bancada gaúcha do Congresso, o projeto repercutiu negativamente.
— O animal gosta de pular, o cavalo gosta de saltar, correr, ou seja, nós vamos negar isso? Eu não vejo como o Congresso Nacional vá poder aceitar isso — afirma o deputado federal Onix Lorenzoni (DEM), que se diz contrário a proposta.

O deputado Vilson Covatti (PP) também promete votar contra, caso o projeto passe pelas comissões e vá a plenário.

— Não é nos rodeios que está se judiando, maltratando animais, nós estamos, acima de tudo, garantindo uma atividade cultural que nasceu na essência, na cultura — defende Covatti.

A proposta tem a simpatia de algumas organizações ambientalistas, como a ONG Chicote Nunca Mais, de Porto Alegre. A advogada da entidade, Marcia Soares, define o rodeio crioulo como um "circo de horrores".

— O projeto é decorrência não apenas do reclamo das entidades de proteção animal, mas de toda a sociedade — comemora Márcia.

Para o Ministério Público, é possível conciliar tradição com bem estar animal. Nos Campos de Cima da Serra, acordo entre a promotoria e o CTG Porteira do Rio Grande, que organiza o rodeio de Vacaria, criou regras que proíbem, por exemplo, esporas pontiagudas. E o cumprimento dessas normas é fiscalizado por uma ONG de proteção animal. Este ano, Ministério Público e MTG assinaram um acordo para fiscalizar uma lei de 2002, que regula os rodeios no Estado.

— Nesse caso, me parece que esse projeto vai além do necessário e invade exatamente esse aspecto que é a cultura dos Estados — afirma o promotor César Faccioli, assessor da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais.

fonte: zero hora

domingo, 16 de dezembro de 2012

Ulisses Tavares -Ceia de Natal
video


A carne do seu prato não é só um pedacinho de carne, não. É o pedaço de uma vida arrancada à força, é uma violência absurda. E você que me lê a esta altura do texto já tem perfeita noção do que é comer carne. Vai dizer que não? Que você imagina um animalzinho super feliz cantarolando a caminho do matadouro, onde será tratado à base de muito carinho, para então morrer ainda mais feliz? 

Uma pessoa que ama seu cachorrinho, mas que enche o prato de carne de porco e de vaca e de galinha e come feijão com bacon. Apregoa a paz, faz discurso na ceia de Natal pra depois garfar o tão aguardado peru dilacerado sobre a mesa. Ela não sabe o que come? Está esquecida? Não, está morta. 

Cotidiano Vegano - Fernanda Franco  

Viva e deixe Viver

video

sábado, 15 de dezembro de 2012



O bezerro escritor

...Por favor não estranhe os fatos
nem fique de mau humor,
uma proteína do leite
em você pode aumentar tumor.
Sei que isso é muito triste
e pode causar horror.
Falam muito do cálcio
do leite, queijo e coalhada.
Mas seu belo organismo
não aproveita quase nada,
devido a sua estrutura
que não está bem preparada.
Se você deseja cálcio,
recomendo folha de couve.
Adoro verdura fresca,
fonte melhor nunca houve.
Quem se alimenta bem
até melhor ouve...

Igor Colares

Respeite a Vida, seja vegetariano


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Abrigo de cães pede ajuda para concluir obra de canis e sanar dívidas


Nós somos o abrigo Recanto dos Anjos-SP


Por isso, nesse fim de ano, gostaríamos de pedir colaboração para nossas nossas campanhas de construção dos canis, pois a temporada de chuvas vem aí e precisamos garantir a segurança dos peludos.

Quem nos conhece sabe que prestamos conta de tudo que está e será realizado.

A campanha de madrinhas e padrinhos continua, é mega importante para os peludos, pois é com ela que conseguimos garantir a barriguinha cheia de todos eles, mas ainda faltam bastante para atingir a meta 100%.

Em nossa campanha de padrinhos e madrinhas, estas duas fofuras precisam de ajuda
:
Quem quiser conhecer o trabalho do Recanto é só entrar em contato através do Facebook Abrigo de Cães Recanto dosAnjos, do Twitter @recantodosanjos ou do nosso site recantodosanjos.multiply.com
Qualquer ajuda é muito bem vinda, pessoal.
Contatos: Monica (11) 9 8536 1322 (monicapadilha@gmail.com) ou  Beth (11) 9 9982 1510 (piai.fwb@terra.com.br)

Protetora necessita ajuda...


AJUDEM A SALVAR A ÍSIS? FILHOTE DE PASTOR ALEMÃO DE 60 DIAS RESGATADA DE CRIADOR E EM CIRURGIA DE EMERGÊNCIA E COM SEPTICEMIA!!!! TEM MÁ-FORMAÇÃO.





Amigos,

Uma amiga me pediu ajuda para uma pastora alemã de 60 dias que estava com a eutanasia marcada para HOJE (14.12.12) pois nasceu com anomalia.....ela faz urina e fezes pelo ânus, está pele e osso, desidratada, com vômito e diarréia..além de hipotermia....

Achei que ela fosse morrer no carro..........ainda estou muito nervosa.....como podem ter deixado ela chegar neste ponto????????????????
????

E como eu poderia dizer "NÃO" a um bb assim????

ESTÁ INTERNADA..ACABA DE ENTRAR EM CIRURGIA DE EMERGÊNCIA, POIS UMA ALÇA DO INTESTINO ENTROU NA OUTRA, DEVIDO RECORRENTE DIARRÉIA E ESFORÇO PRA EVACUAR. ELA TEM UMA FÍSTULA QUE LIGA A BEXIGA AO ÂNUS E QUADRO DE SEPTICEMIA (infecção generalizada).....

ESTOU ARRASADA...OLHEM DENTRO DOS OLHOS DELA...E SABERÃO O QUE EU ESTOU SENTINDO....SE PUDESSE, TROCARIA DE LUGAR COM ELA....AQUELE CHORO NÃO ME SAI DA CABEÇA...E O OLHAR ENTÃO..........CORAÇÃO EM FRANGALHOS......


Para ajudar:

BRADESCO
AG 475
CC 62009-2

ITAÚ
AG 1788
CC 06613-0

BB
AG 3131-3
CC 19836-6

Está internada no hospital Dr. Hato em Santo André - Av. Dom Pedro II, 3.309 - Campestre.

ME AJUDEM?????????REZEM PELA ISIS? PRECISAMOS DE UM MILAGRE PARA SALVÁ-LA!!!


Obs: ESTOU LENDO CADA E=MAIL SOBRE O CONNAN E RESPONDENDO....OBRIGADA A TODOS QUE ESTÃO AJUDANDO-O.........MAS PELA EMERGÊNCIA PRECISAVA DA AJUDA E ORAÇÃO DE TODOS VOCÊS PARA A PEQUENA ÍSIS......

Obrigada de coração,
Giselle Sarbouck Pastorello
Prece de final de ano a um cavalo

Peço minhas sinceras desculpas a você, senhor cavalo. Porque muitos aqui acham que nasceu para fazer força, dentro desse determinismo que julgam ser a bússola da vida dos tolos. Que veio a este mundo para puxar, carregar, transportar, correr, dar saltos, subir e descer, não na liberdade dos campos pintados em telas a óleo, mas sob a tirano relho humano. Inclusive entre aqueles que se dizem amantes dos animais, defensores e outros termos simpáticos, há que use seu corpo sem peso algum na consciência. Tem uns que até montam em você – mesmo que isso signifique ter que carregar uma pessoa nas costas, usando um desagradável ferro na boca, para ser guiado pelo caminho que essa carga viva escolhe, e outros acessórios. Apetrechos esses que, usados em humanos, fazem parte do fetiche sadomasoquista. Usados em equüino, é bonito, é cultura, é ‘gostar de cavalos’. Típico da esquizofrenia moral humana, de Corcel Negro a Meu Querido Pônei.

Peço perdão porque esqueceram, muitos desses bem-intencionados, que você veio ao mundo somente, e esse é um ponto importante, porque um humano planejou sua vida/vinda, e já era dono de sua mãe ou pai, e almejava aumentar seu número de escravos-de-quatro-patas.

Assumo meu pecado de ter permitido, mesmo sem saber, que lhe raspassem os dentes, lhe separassem de sua mãe e, de forma especial, lhe tenham matriculado como aluno na escola da doma. Porque, depois, do carroceiro à patricinha rural, todos querem que você esteja oebdiente, senciente, digo, consciente de sua função social de carregar humanos, conhecedor de todas as vontades do senhorio de seu lombo. Não há, ainda, como vir a este mundo e não ser colocado na linha de montagem que o sistema exige, dando o papel a cada um. A você, coube uma função ingrata, dolorosa, extenuante e idiotamente chamada de heróica.

Peço humildes desculpas por você ter sido alistado nas forças armadas, independente de sua vontade. De ter perecido em guerras, de ter enfrentado multidões em fúria, de ter desfilado como um jipe mais brilhoso. De ter tido o destino de carregar em uma carroça o peso do desequilíbrio social, justamente em um país onde o desdentado vota no sorridente cínico. De ter acabado no curral das tradições hegemônicas, e agora há um público inteiro esperando você entrar na arena do rodeio. De ter que correr pois alguém está apostando em suas pernas, e apesar do glamour e das madames de chapéu, todos sabem que sua saúde vale menos que seu seguro de vida. Pois você é um investimento, e até seu esperma entra nesse cálculo.

Peço perdão por sua exploração depravada, em locais/filmes onde você é objeto de prazar humano.

Escusas. Não há limites para a imaginação, pois você nasceu forte, disposto, vigoroso e, tendo aprendido a ética da dor, obedientemente amigo. O que muitos acham que é natural, mas foste ensinado a temer aquele animal de duas pernas, pronto a subjugar pelo ferro e laço. Lamento sua condição de trabalhador escravo, cuja opção à morte no asfalto é o brete final de um abatedouro – e muitos aqui ainda acham que isso é lenda, e que você, como herói do faroeste, não cai zonzo no chão de concreto sujo para a degola final. Essa bênção gelada que encerra uma vida de dor, medo, sangue, exaustão e trabalho compulsório não-remunerado.

fonte: Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Protetora necessita ajuda...


SOCORRO! CONNAN: Pit SANGRANDO COM 3 BICHEIRAS ABANDONADO NA RUA....MEU DEUS PRA QUE TANTO SOFRIMENTO?? ME AJUDEM COM ELE?? TÁ INTERNADO!
Pessoal,

Ontem fui marcada no facebook, em um pedido de ajuda para um pit bull supostamente espancado...sangrando nas ruas de SBC.

Bem, depois de pegar endereço errado com quem pediu ajuda via fone....e correr com meus amigos: Angela Catarina Barbosa, Ronaldo Silva, Rafael Lola Cassanta e Felipe (VCS SÃO SENSACIONAIS! AMIGOS DE VERDADE E COM ESTA FIBRA...NÃO SE ACHA FÁCIL) conseguimos chegar até o cão...de fato ele sangrava demais....mas não tinha sinais de espancamento.....

Resgatado e colocado no carro, ao chegar no hospital Dr. Hato em Santo André, vem o susto: 3 BICHEIRAS!! QUANTO SOFRIMENTO! QUANTA DOR!!!!!!!!

Bem, não preciso nem dizer que NÃO TENHO COMO ARCAR com nada dos custos e sua internação vai demorar........está muito inchado, tinha carrapatos, vamos fazer sorologia.....está com antibióticos e antiinflamatório.

PARA AJUDAR:
BRADESCO
AG 475
Cc 62009-2

ITAÚ
Ag 1788
Cc 06613-0

BB
Ag 3131-3
CC 19836-6

COMO DEIXARAM ESTE COITADO CHEGAR A ESTE PONTO??? SANGRANDO NA RUA DESTE JEITO??????? NÃO ME CONFORMO!!!!! CHEIRANDO PODRE, CARNIÇA MESMO!!!!!!!!!!!

segue um curto vídeo de uma parte da limpeza feita: http://www.youtube.com/watch?v=FVFDUkCiK7M

AJUDEM O CONNAN, POR FAVOR!

ESTÁ INTERNADO NO HOVET DR.HATO EM SANTO ANDRÉ (11) 4424-1122
Av. Dom Pedro II, 3.309 - Campestre - Santo André em meu nome....

AJUDEM COMO PUDEREM PELO AMOR DE DEUS...EU NÃO PODERIA PEGAR MAIS UM CASO GRANDE ASSIM, MAS COMO DAR AS COSTAS? SAÍ DE CASA ÀS 22:00 E CHEGUEI EM CASA ÀS 4:30.............FOI UM RESGATE COMPLICADO Q SEM AMIGOS COMO OS QUE FORAM COMIGO, JAMAIS TERIA ACONTECIDO.

Obrigada a quem puder ajudar de alguma forma este sofredor,
Giselle Sarbouck Pastorello
(11) 7856-4368



segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


Triste Passeio

Vou pela estrada, sozinha.
Não me acompanha ninguém.
- Num atalho, em voz mansinha:
"Como está ele? Está bem?"

É a toutinegra curiosa;
Há em mim um doce enleio...
Nisto pergunta uma rosa:
"Então ele? Inda não veio?"

Sinto-me triste, doente...
E nem me deixam esquecê-lo!...
Nisto o sol impertinente:
"Sou um fio do seu cabelo..."

Ainda bem. É noitinha.
Enfim  já posso pensar!
Ai, já me deixam sozinha!
De repente, oiço o luar:

"Que imensa mágoa me invade,
Que dor o meu peito sente!
Tenho uma enorme saudade!
De ver o teu doce ausente!"

Volto a casa. Que tristeza!
Inda é maior minha dor...
Vem depressa. A natureza
Só fala de ti, amor!

Florbela Espanca 

Lindos cães esperando por um lar.....

Olá pessoal!

Tudo bem?

Vamos lá, estes são alguns dos animais que tenho para adoção, algumas destas riquezas estão há anos em hotel...o que não é justo, deve ser apenas local de passagem, rumo à uma nova vida.

Peço que por favor divulguem minhas princesinhas para seus contatos.....quem sabe algum deles se interessa por estas fofuchas???


Lembrando que só doo após entrevista e após conhecer TODOS moradores da casa, e no caso de haver funcionários nas casas, conversarei com os mesmos afim de saber se gostam de animais.

Minhas lindas serão doadas para São Paulo, Litoral Sul de SP e ABC, apenas, interior não tem como, pois não poderia ir visitá-las com facilidade.


Obrigada à cada um que puder divulgá-las,
Giselle Sarbouck Pastorello
(11) 7856-4368







sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O estraga-festas

Eu não tenho nada contra as comemorações de Natal e de Ano Novo, esclareço, antes que alguém me chame de estraga-festas.

Eu tenho tudo!

E não estou sozinho nessa. Estão comigo todos os seres vivos da Terra que não podem falar, a própria Terra e meia dúzia de intrépidos bípedes humanos com outra coisa na cabeça que não seja comprar e comprar e outra coisa no coração que não seja nóis é nóis o resto é josta.

Para evitar que me atirem um panetone ou, pior, um pernil assado na cabeça, vamos aos fatos:

O presidente Obama, o rei do império romano de hoje, os Estados Unidos, posou “perdoando” da morte um peru. Um. O que pressupõe que o restante está liberado para ser morto e cozido e servido.

Já, no outro lado da geopolítica do mapa-mundi, alguns países árabes e africanos exibem que não gostam do Papai Noel capitalista, mas se preparam para festejar o ano que chega de sua maneira: dando tiros para cima e promovendo briga de cães, de galos, de camelos.

Cada um a seu jeito, mostra a que veio.

Mas fiquemos por aqui mesmo, neste aqui e agora tão igual ao lá e antigamente.

O Rio de Janeiro alardeia que fez a maior árvore de natal flutuante. Bonita mesmo. Só que ninguém perguntou aos peixes o que eles acham disso de ter toneladas de luzes acesas dia e noite em suas caras.

São Paulo, a locomotiva do progresso, não iria ficar atrás e iluminou o lago do Ibirapuera, feéricamente. Também ninguém perguntou as consequências disso para aqueles bastardos seres que insistem em habitar as águas do poluído lago.

Em nome do simpático velhinho, tão bem capitalizado e institucionalizado pela Coca-Cola, o Papai Noel, se vendem bilhões (não exagero, entrem no Google para ver os números exatos) de adereços e decorações que, um dia depois, serão jogados no lixo. Um lixo que só se degradará, na melhor das hipóteses, no Natal daqui cem anos.

No próprio dia do Natal, claro, abundará na mídia exemplos do espírito de Natal. Traduzindo: esmolinha social. Faremos hoje o que não fizemos o ano inteiro.

Já no réveillon, a coisa piora: todas as cidades competem para ver qual conseguirá lançar mais fogos e barulho.

Como se com fagulhas e ruídos conseguissem sair de suas misérias individuais e sociais.

E os pássaros, lá em cima, apavorados? E os peixes, lá embaixo, iluminados?

Nada, nadinha, que se ferrem porque a gente quer é se divertir, mesmo sendo cruel.

Como é que vou explicar isso para cães e gatos apavorados diante de tanta barbúldia? Para peixinhos inocentes e passarinhos?

Vou fazer como eles. Nos escondermos debaixo do cobertor e esperarmos essa loucura passar.

Pior que ela nunca passa. Só se repete.


Ulisses Tavares até que achava bonitinha aquela farsa do natal de jesus. Pelo menos ele gostava dos bichos. Coisas de poeta.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Terror em vida
Ultimamente tenho procurado entender o que impede uma pessoa carnista (que ainda escolhe comer carne animal) de abandonar esse hábito.

Anteriormente eu atribuía a não-mudança a um estado de ignorância. Eu achava, ou queria achar, que uma pessoa que ainda consome carne (e derivados animais) o faz por ser dotada de um baixo grau de empatia… Mas há algo de errado com essa premissa.

Ignorância? Depois de ver um documentário, o que resta de ignorância? Depois de ouvir os gritos e ver a expressão de horror de um animal sendo torturado pela indústria de carne em um matadouro, o que mais precisa ser mostrado? O que mais pode ser mostrado além disso?

Enquanto algumas pessoas não deixam de garfar seus imprescindíveis pedaços de carne, os animais sofrem o terror em vida! Enquanto se age por capricho do hábito, animais têm sua pele arrancada, animais têm seus olhos perfurados, animais têm vassouras atravessando seus ânus, animais são mortos a pauladas ou a golpes de canos de metal, animais sofrem horrores i-ni-ma-gi-ná-veis! Agonizam, debatem-se, gritam por dentro e por fora… e você aí na garfada? Opa, camarada, tem alguma coisa que perdi pelo caminho. Você não é assim tão inocente.

Inocente é a chuva, a árvore, o animal que você põe no seu prato deliberadamente.

Não mais consumir carne. Você acha isso um grande esforço? Esforço é subir degrau de joelho pra pagar promessa!

Volto à pergunta de sempre: você que come carne gostaria de estar no lugar do animal que teve o pescoço quebrado no matadouro ou do animal que foi arrastado até ter seus ossos quebrados antes de morrer por não mais suportar a dor? Ou será que preferiria ser cortado aos poucos, até seu suspiro final?

Eu juro que detesto contar ou ver a dor em detalhes. Mas o que é qualquer dor humana perto do terror, TERROR, vivido por esses animais? A dor humana é só uma dor no peito, enquanto o que fazem com os animais é uma ferida imensa na alma da humanidade.

A carne do seu prato não é só um pedacinho de carne, não. É o pedaço de uma vida arrancada à força, é uma violência absurda. E você que me lê a esta altura do texto já tem perfeita noção do que é comer carne. Vai dizer que não? Que você imagina um animalzinho super feliz cantarolando a caminho do matadouro, onde será tratado à base de muito carinho, para então morrer ainda mais feliz?

Como é que pode uma pessoa ir treinar caridade no centro espírita, se o que ela come no prato é feito de crueldade? Se o que ela come é feito do avesso da caridade tão proclamada. Hipocrisia não pode mudar de nome. Continue servindo o sopão para os moradores de rua, mas abandone o consumo de carne e todos os derivados animais se quiser que seus atos tenham coerência interna, se quiser que sua existência ainda tenha algum sentido. Caso contrário, sua caridade é uma farsa, e você, apenas mais um. Ajuda um e esquarteja o outro? Hã?

Sinceramente, o que eu penso de quem faz caridade para humanos e concomitantemente financia o terror para os animais: penso que buscam, por meio de uma suposta caridade, uma forma de aliviar suas mentes carregadas de uma culpa inconsciente. Que se manifestem os psicólogos e estudiosos da mente: nem tudo sabemos que sabemos, não é mesmo?

Uma pessoa que ama seu cachorrinho, mas que enche o prato de carne de porco e de vaca e de galinha e come feijão com bacon. Apregoa a paz, faz discurso na ceia de Natal pra depois garfar o tão aguardado peru dilacerado sobre a mesa. Ela não sabe o que come? Está esquecida? Não, está morta

.fonte: cotidiano vegano - Fernanda Franco

Natal Vegano





terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Natal em família ou ‘A guerra covarde contra os animais’

Começa então o capotamento coletivo barranco abaixo em direção ao Mortal, digo, Natal. Alguém soprou um apito, tipo guarda de trânsito em proporções mundiais, e as pessoas saem da semiletargia cotidiana para uma agitação que só termina no dia 25 de dezembro, após o meio-dia, com ressaca e muita bagunça na cozinha. Pelo que entendi, uma certa crença religiosa, entre tantas, determina que é dia de celebrar um nascimento, mas – e aí vem o interessante – o rebolado globalizado usa mais outros ícones, mensagens e propósitos. Não importa o calor, tem que haver neve, e o surrealismo segue nos abanando.

Vou pular o clichê do ‘celebrar vida com morte’, combinado? Idem em relação aos sinceros votos de boas festas, direcionados a clientes, vizinhos, colegas de trabalho e demais pessoas a quem se tem velado horror, durante o resto do ano, com sorriso amarelo.

No momento em que uma criança, olhos brilhando na expectativa dos presentes, se vê no meio de uma família que se reúne completa provavelmente somente naquela data, e não pode faltar o peru-leitão-churrasco-’maionésia’-com-ovo-etc, como desfazer o link, anos mais tarde, e propor a não presença deste não-humano não-vivo ali no meio dos avós, tios, madrinha-que-veio-só-para-lhe-ver, pais, irmãos? Seja o não-humano assado, com maçã na boca, enfeite de papel no toco das pernas, ou despedaçado/derretido em forma de matéria-prima para uma culinária que, essa sim, é caprichada para tal importante ocasião. E vai-se cimentando a lembrança boa dos entes queridos reunidos, mastigando aquilo que já citamos acima, rindo fácil pela champagne que corre entre todos, o abrir dos presentes, o tão sonhado videogame, todo mundo de banho tomado, fotografias protocolares, e às vezes até o cachorro da família participando.

Quer dizer, só o ‘chato’ para depois, na fase adulta da vida, pensar novamente sobre o que seus atos representam, e o quanto eles colidem com o que considera importante, somado a uma leitura aqui, um vídeo que assistiu na Internet acolá, um panfleto que recebeu certa vez de alguém com camiseta preta, e faz-se um novo paradigma. Porque os autômatos aí fora, sonhando em pagar as prestações da caminhonete, ter o cabelo bem liso e um dia ter barriga de tanquinho, apenas abaixam a cabeça frente ao apito cósmico que ouviram, no começo de dezembro. “Eu já comprei os presentes e já dei, para não me incomodar mais”, disse uma velhinha no ônibus, esses dias. Sábia senhora.

Um livro de receitas ‘para o Natal’ é um verdadeiro massacre, e hoje alguns já o folheiam lembrando em quanto aquilo tudo significa em termos de escravidão animal, vida em correntes, separação entre mães e filhotes, confinamento, bretes, aperto, marreta, choque, facas bem afiadas e ‘desenvolvimento do agronegócio’. Mas até mesmo quem se autointitula como alguém que ama os animais se senta a essa mesa-Jogos Mortais. Eu não sento, há anos.

E acordo normal, no dia 25 de dezembro, sem ressaca nem cozinha bagunçada, computando um alívio de 0,000001% na guerra covarde que a humanidade trava contra os animais, e sabendo que não há o que celebrar, mas ainda muito a ser feito.
fonte: Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A esperança nossa de cada dia

Eu me sinto muito feliz e grata por fazer parte da ANDA. Considero um privilégio poder caber nesse lugar de aprendizado, onde me sinto chamada a dar o meu melhor. Chamada a enfrentar muitas vezes diálogos internos difíceis e que me fazem pensar sobre a minha própria trajetória neste mundo.

Porque em última instância o que é uma vida senão o bem maior que fazemos aos outros e a nós mesmos? O que é uma vida senão o quanto nos desenvolvemos – psicológica, emocional, espiritual, moralmente falando? E também, é importante ressaltar, o quanto equilibramos tudo isso.

O veganismo é um passo pequeno mas é o primeiro grande passo de consistência que damos em direção a uma existência baseada na não violência.

Nós da ANDA sabemos o quanto é duro diariamente precisar ler e redigir notícias tristes, que relatam violências praticadas contra os animais. Às vezes temos de conviver com fotos que chegam a arder dentro da gente. Mas passar pela dureza dos caminhos é parte de toda conquista humana – e na ANDA felizmente temos muitas vitórias para contar e compartilhar.

O que esse mundo mais precisa é de clareza – sem clareza não tem paz. Clareza de quem sabe que precisa adentrar as próprias sombras e as adentra. Trazer o que está na obscuridade do olhar, na penumbra da consciência, para um lugar onde se torne visível e, portanto, transformável. Pois ninguém muda nada sem sequer conhecer, primeiramente, o que existe dentro de si mesmo.

As guerras ainda existem porque não há clareza, não há esclarecimento quanto ao que se pode caminhar sem precisar matar, sem precisar torturar o corpo e a mente do outro. E a clareza não suporta a pressa, não suporta o que é falso, ganância então nem se fala. Semear alguma clareza dentro das pessoas é a função maior da comunicação, ao meu ver. Instigar à verdade para que possamos crescer como indivíduos, como agentes morais que somos.

No final das contas é disso que somos feitos: de uma esperança que age por meio do trabalho – esteja ele por trás de um artigo, uma notícia, um vídeo, uma imagem, um evento, um debate, uma reflexão, um comentário, uma presença. Quando trabalhamos por uma causa é sinal que temos esperança na vida. E sem ao menos uma gota de esperança ninguém vive.

A ANDA é a voz dos animais, e nós todos, leitores e colaboradores, somos meros instrumentos, a serviço de uma missão coletiva, minha, sua, dele, nossa. Nossa missão é de formiga, nós andamos, não ficamos parados – andamos no olhar e no gesto, no paladar e na palavra, no discurso e no passo. Só depois, ao revermos cada pequena vitória, viramos cigarras. Aí nos enchemos de novo de uma nova gota de esperança antes do próximo passo de cada dia.

fonte: Cotidiano Vegano - Fernanda Frando

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Viva a vida, seja vegetariano





Cão com sequelas da cinomose precisa de ajuda para tratamento, em Campinas (SP)



Este cãozinho de nome Sapeca, com 2 anos e meio, infelizmente contraiu cinomose há algum tempo atrás. Ele sempre foi um cãozinho muito saudável e cheio de vigor até antes de contrair essa doença.
Com muito amor, cuidado e carinho, nós vencemos a cinomose, mas a doença afetou gravemente o sistema nervoso e fez com que o Sapeca perdesse os movimentos das patinhas dianteiras e traseiras. Ele chora muito durante o dia e a noite, faz as fezes deitado em cima dele mesmo porque não consegue mais se levantar e necessita urgente de um tratamento de acupuntura e reabilitação para melhorar os movimentos das patinhas antes que atrofiem. Infelizmente eu não tenho condições financeiras para arcar com os custos do tratamento que não são baratos.
De todo o coração, eu peço qualquer ajuda financeira para que eu possa encaminhá-lo a um tratamento. Sei que existem muitos golpistas e aproveitadores por aí, mas acreditem que toda a ajuda recebida, será em prol do tratamento e recuperação do Sapeca.
Para quem puder ajudar o Sapeca, o depósito em conta pode ser realizado no Banco Itaú, Agência: 5653, Conta Corrente: 10873-7
Como eu não tenho conta bancária, o nome do titular da conta é o meu irmão Matheus Magno Cezário, que encaminhará os recursos para tratarmos o Sapeca.
Caso queiram saber mais detalhes ou esclarecimentos, ligar para Cíntia (tutora do animal), que com todo prazer, darei mais informações sobre o caso.
Agradeço desde já a todos que puderem ajudar o Sapeca e propiciar a ele uma qualidade de vida melhor. Sou grata pela torcida de todos.
Contato: (19) 8352-5240
Email: cintiacezario@hotmail.com
fonte: anda