Quem sou eu

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Sessão covardia humana...

Vaca é morta a tiros pela polícia de Rondônia



Na manhã de quarta-feira (25), uma vaca de raça Nelore se encontrava solta no centro e saiu em disparada pelo Setor 02. O animal correu em direção à algumas pessoas e, devido a isso, o foi sacrificado cruelmente.
Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada e matou o animal com tiros de metralhadora, calibre .40, na Alameda entre a 7ª e 8ª Rua do Setor 02.
fonte: anda

Sessão crueldade humana

Filhotes de cães são queimados vivos por policiais de Pirassununga (SP)
Policiais militares daqui da cidade de Pirassununga atearam fogo em uma ninhada de 10 filhotes. A testemunha tentou salvá-los, mas infelizmente não deu tempo de salvar esses 3, os outros 7 e a mãezinha estão sendo tratados das queimaduras leves. A equipe da Amigo Fiel registrou o Boletim de Ocorrência.
Quanto as fotos que foram publicadas no facebook, dos cachorrinhos queimados, o caso ocorreu no Campo da Fepasa, onde estão arrumando para a Exposhow. Foi na madrugada do dia 27/07/2012 as 4hs da manhã. A testemunha é conhecida de muitos. Ele convive neste local, e sempre nos procura pedindo ajuda para os animais que lá vivem.
Independente do que fazem, são pessoas que não fazem mal para ninguém, e ao contrário, cuidam dos animais que os tem como companhia. Mas por serem marginalizados pela sociedade, policiais militares sempre os cercam.
Segundo a testemunha, das duas vezes que foram abordados, os PMs chegavam abusando do poder, da farda, e para se vingar desses “moradores” do Campo da Fepasa, sabendo que eles gostam dos animais, principalmente a testemunha, eles resolveram fazer algo cruel, atingindo as vidas inocentes que lá estavam.
fonte: Thaís Poletti  thais.poletti@gmail.com

sexta-feira, 27 de julho de 2012


Saudação da saudade

Minha saudade saúda tua ida mesmo sabendo que uma vinda só é possível noutra vida.
 Aqui, no reino do escuro e do silêncio minha saudade absurda e muda procura às cegas te trazer à luz.
 Ali, onde nem mesmo você sabe mais talvez, enfim nos espere o esquecimento.
 Aí, ainda assim minha saudade te saúda e se despede de mim.

Alice Ruiz

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Sessão, fique alerta...

Jornalista alemão acusa organização WWF de pactuar com a destruição do planeta
O urso panda é a marca registrada da organização ambientalista WWF e significa sustentabilidade e proteção ambiental. Na Europa, ele também estampa diversos produtos, desde iogurtes até peixe congelado, e é considerado uma das “marcas mais confiáveis do mundo”, como escreve o jornalista e documentarista alemão Wilfried Huismann em seu novo livro Schwarzbuch WWF – Dunkle Geschäfte im Zeichen der Panda (O livro negro do WWF – Negócios obscuros em nome do panda, em tradução livre).

Justamente por isso, diz o autor, ele se irritou ao ver a marca do WWF na embalagem de um salmão de uma empresa norueguesa. Segundo suas pesquisas, ela seria responsável por uma gigantesca imundície ambiental. Em entrevista à Deutsche Welle, Huismann afirma ter descoberto isso em 2009, quando estava no Chile para rodar um filme sobre a criação de salmão.

“Toneladas de antibióticos e substâncias químicas foram lançadas ao mar e populações de peixes foram dizimadas para transformá-las em alimentos para os salmões em cativeiro”, afirma Huismann. Os princípios de preservação ambiental são deixados de lado quando o panda do WWF aparece em produtos de firmas que agem dessa maneira, conclui. Desde então, o autor está em pé de guerra com a organização ambientalista.

No ano passado, Huismann provocou uma grande polêmica com o documentário Pakt mit dem Panda (Pacto com o panda). Neste ano, renovou suas acusações em forma de livro. Segundo o autor, o WWF coopera com os grandes destruidores do meio ambiente no mundo, como a Monsanto (maior empresa de biotecnologia do planeta) e as petrolíferas BP e Shell, dando a elas uma imagem verde.

O WWF rejeita com veemência essas acusações. À Deutsche Welle, o porta-voz da organização na Alemanha, Jörn Ehlers, disse que o autor tem todo o direito de expressar suas opiniões sobre o WWF. “Mas quando ele ultrapassa esse limite e espalha falsas suposições pelo mundo, é claro que reagimos de forma enérgica.”

A organização ambientalista entrou com um pedido de liminar contra o Livro negro do WWF no Tribunal Regional de Colônia. O tribunal demonstrou compreensão com algumas objeções apresentadas, mas ao mesmo tempo assinalou que a ONG deve saber aceitar críticas. Agora as partes conflitantes tentam encontrar uma solução extrajudicial. Ehlers admite ser complicado fornecer provas que refutem cada uma das acusações feitas por Huismann.

Como exemplo, menciona as declarações de Huismann sobre o trabalho do WWF na Indonésia. Lá florestas estão sendo derrubadas para dar lugar a plantações de palmas para a produção de azeite de dendê. Segundo a crítica de Huismann, o WWF dá-se por satisfeito com a proteção de uma pequena parte da floresta e “fecha os olhos” para o resto. Essa situação acaba afetando o habitat dos orangotangos – animais que o WWF usa para arrecadar doações.

O WWF apresentou imagens de satélite para refutar a acusação, mas Ehlers diz que é muito difícil comprovar isso detalhadamente. Fica, então, “uma palavra contra a outra”.

Outro ponto de discórdia é a presença do WWF em mesas redondas com representantes da indústria, por exemplo a Round Table Palm Oil (mesa redonda do óleo de dendê). Esses debates têm por função elaborar critérios e padrões para a certificação da produção de óleo de dendê sustentável. “Puro engodo”, afirmou Huismann. Segundo ele, não existe produção de óleo de dendê sem desmatamento. Outras organizações ambientalistas se recusam a participar de tais mesas redondas com a indústria.

O porta-voz do WWF alemão não aceita a acusação de que se trata de uma “cooperação com destruidores da natureza, como alegado por Huismann”. Segundo ele, o objetivo em tais debates é estabelecer padrões mínimos para poupar a natureza e não dar “algum tipo de carta-branca para o desmatamento”. O mesmo vale para as negociações com a indústria da soja na América Latina, mesmo que tal indústria aposte na tecnologia genética, acresceu.

Ehlers reconhece, porém, que há o perigo de que a participação de uma organização ambientalista como o WWF em tais mesas-redondas sirva apenas para dar uma imagem verde para a indústria. “Estamos cientes desse risco. Discutimos intensamente se isso nos traz algum benefício. Mas achamos que, dessa forma, alcançaremos muito mais do que se nos retirássemos”, afirmou o porta-voz.

Outras organizações têm todo o direito de pensar diferente, diz Ehlers. “Temos que esperar para ver qual a estratégia será, em última análise, a mais bem-sucedida”, acresceu.

Frente à pergunta se a criação de um plano global de uso da terra pelo WWF não representaria uma “prestação de serviços para a indústria”, o porta-voz responde: “Bobagem, isso é típico de Huismann”. Segundo ele, o jornalista distorce os fatos, “como se o WWF fosse o responsável por toda a destruição ambiental no planeta.”

Apesar das diferenças, as partes conflitantes quase chegaram a um acordo nos últimos dias – até o WWF liberar uma nota para a imprensa, que não havia sido acertada com o grupo editorial Random House, sobre o acordo. Nela, o WWF afirma que também a nova edição do livro apresenta uma “caricatura” baseada em declarações falsas. Em consequência, a editora encerrou as conversações.

Se o livro de fato contivesse difamações e declarações falsas, como afirmou o WWF, as respectivas passagens teriam sido proibidas pela Justiça, argumentou a editora.

O acirramento do conflito mostra que a “maior e mais influente organização ambientalista na Alemanha”, como o WWF se define, leva as denúncias a sério. A credibilidade e a imagem da ONG do panda estão em jogo e, com isso, também sua receita. Mas na disputa entre WWF e Huismann trata-se também de diferentes abordagens sobre a proteção ambiental.

Enquanto o Greenpeace e outras organizações ambientais apostam no protesto, o WWF está convencido de que somente através do diálogo com a indústria pode-se proteger o meio ambiente. Até agora, isso foi pouco comunicado ao público pela organização, afirma Ehlers.

Essa é a grande lição da controvérsia com o Livro negro, diz. “Nós decidimos seguir esse caminho porque acreditamos que assim podemos alcançar mais. Talvez devêssemos explicar melhor por que fazemos essas coisas, para que as pessoas possam entender.”

Com o Livro negro do WWF, Huismann queria desencadear um amplo debate sobre o movimento ambientalista. Esse objetivo parece ter sido alcançado – tanto dentro quanto fora do WWF. Ao menos nesse ponto, organização ambientalista e autor estão de acordo.

Os doadores do WWF e os consumidores que confiavam no símbolo do panda continuam inseguros. E enquanto as conversas entre o WWF e a editora permanecem suspensas, as vendas do livro – já em segunda edição – prosseguem.
fonte: anda

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Olha só que tri...

Girafa de 22 dias passeia em zoológico na Alemanha

Um funcionário do zoológico Tierpark, na Alemanha, está tendo cuidados especiais com uma filhotinha de girafa, a Dorle.Ela nasceu no último dia 2 de julho.

fonte:folha.uol

Volta Redonda/RJ - 25 de julho de 2012.

Olá amigo,
 A causa animal está em festa!
É com imenso prazer que comunicamos que, enfim,  Volta Redonda tem uma lei que proíbe o Rodeio.
A Lei Municipal 4.890 foi sancionada pelo Prefeito Antônio Francisco Neto.
Há três meses o Vira-Lata apresentou a proposta do Projeto de Lei que proíbe o Rodeio ao Vereador Soró que levou o PL para votação na Câmara Municipal.
A lei foi aprovada por unanimidade nas duas votações da Câmara e sancionada pelo Prefeito de Volta Redonda.
Agradecemos o suporte jurídico do Dr Carlos Cipro e a todos, que sabiamente votaram por uma cidade mais evoluída que aos poucos caminha
para o fim da crueldade com os animais.

Vitória para todos!

Abraços,

Vira-Lata

Leis dos genéricos veterinários

A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou a lei 12.689/2012, Idealizada pelo senador Benedito de Lira (PP-AL), quando ainda era deputado federal, que autoriza e define regras para a produção e comercialização de medicamentos genéricos para uso veterinário no Brasil.
O objetivo é oferecer aos consumidores produtos mais baratos para o uso nos animais, de grande porte mas principalmente os pets (cães e gatos), sendo que em 2011 o mercado pet faturou cerca de 12 bilhões de reais.

Assim como ocorre com os remédios para uso humano, a nova legislação também define as diferenças entre medicamentos de referência, genéricos e similares,

Para criar um remédio de marca (humano), é preciso descobrir um princípio ativo, ou seja, uma substância química que seja capaz de curar uma doença, este processo pode levar décadas e gastar alguns milhões de dólares em pesquisas. Para compensar, a lei de patentes brasileira garante que o laboratório que cria um novo remédio possa recuperar seu investimento vendendo a invenção sem concorrentes, por até 20 anos.

Quando esse prazo acaba, outros laboratórios podem copiar o princípio ativo da droga para lançar uma cópia exata, o genérico.

Mas não é só copiar, antes de chegar às prateleiras um genérico precisa ser aprovado por testes de equivalência farmacêutica e de bioequivalência, que vão medir se ele funciona de forma idêntica à droga de referência, as mesmas regras deverão ser aplicadas na fabricação dos genéricos de uso veterinário.

A média de diferença de preços entre medicamentos genéricos humanos e de referência, em São Paulo, é de 52%, mas pode chegar a 2000%.

Na pratica a nova lei beneficiará muito os animais domésticos, pois ela vale para substâncias químicas, biológicas ou geneticamente modificadas encontradas em remédios, vacinas, antissépticos, aditivos, itens de aplicação ambiental, como pesticidas e desinfetantes, e todos os produtos que, utilizados nos animais ou no seu habitat, protejam, restaurem ou modifiquem suas funções orgânicas e fisiológicas, bem como os produtos destinados ao embelezamento dos animais.

Portanto vacinas, medicamentos de uso veterinário em geral e antiparasitários que, devido aos custos elevados, dificultam muito o trabalho de protetores independente e ONGs que trabalham com resgates de animais, terão seus preços barateados 50% em média, mas a exemplo dos medicamentos humanos, poderão ter um custo muito menor.
fonte: instituto nina rosa

terça-feira, 24 de julho de 2012

Respeite a vida, seja vegetariano


Bandaliera - campo minado

Dino, cão prá adoção

Cãozinho está há um ano esperando uma família, em São Paulo
Dino é um cãozinho de aproximadamente 2 anos, e aguarda um lar há cerca de um ano. Já está castrado, vacinado e vermifugado. Ele é muito dócil, meigo e companheiro.

Contato: Bia 
 chicatunica@hotmail.com
Morrissey posa com gato na cabeça para defender castração de animais

Morrissey é a estrela, junto com um gato, do anúncio divulgado no site da PETA, organização que defende o tratamento ético dos animais.

O cantor inglês, ativista de várias causas ambientais, está engajado na campanha da organização para evitar o sofrimento dos animais, controlando a população através da castração.

O cantor já havia aparecido em outras ocasiões em fotos com felinos sobre a cabeça. “O que está na cabeça de Morrissey? Superpopulação animal”, diz o site da PETA.

fonte: anda

segunda-feira, 23 de julho de 2012


Ninguém pode conviver sozinho com a beleza que é capaz de perceber.
E quanto a nós, que buscamos o Absoluto, e que construímos um jardim
usando a nossa própria solidão, a Vida nos deixou a imensa paixão para
aproveitar cada instante, com toda a intensidade.

Kahlil Gibran 


Colabore, assine a petição

Ativistas protestam contra realização de tourada em Portugal
Neste domingo (22), em Lousada, Portugal, cerca de cem pessoas marcharam em protesto à realização da tourada agendada para o próximo dia 28, naquela cidade.
O apelo partiu de um grupo de habitantes de Lousada e juntou vários coletivos e ativistas anti-touradas e de defesa dos direitos animais.
Para o próximo domingo, está prevista a realização de uma tourada em Lousada, promovida por João Oliveira. Este empresário, da Póvoa de Varzim, foi já notícia do JN, em 2009, por ter promovido um espetáculo tauromáquico, em Vizela, como angariação de fundos para uma criança com paralisia cerebral sem nunca ter entregue qualquer verba à família. Pelo contrário, esta adiantou-lhe ainda 2000 euros.
Uma das pessoas presentes na marcha, Graça Solha, afirmou que está convencida que “a Câmara de Lousada não quererá no futuro autorizar tais espetáculos, dada a controvérsia que este evento gerou entre a população, que não apoia a realização destes espetáculos”.
Na internet, está disponível uma petição pelo “cancelamento da Tourada em Lousada prevista para 28 de julho”, que reúne já mais de 1900 assinaturas.
fonte: anda

Teca, prá adoção

A Teca foi castrada, vacinada e está no Pet Doce Faro -  para adoção.
 Doce Faro – Rua Humaitá, 483 – Bairro Humaitá – Bento Gonçalves - 3454.4299.



sábado, 21 de julho de 2012

Sessão crueldade humana...

Qualquer Semelhança é Mera Coincidência


Esta foto tirada em Santa Catarina representa mais uma novíssima invenção do sistema de exploração animal.
Em 15 minutos, usando apenas espuma, 15.000 aves são mortas por asfixia. Avicultores, engenheiros, agrônomos e empresários assistem animados o sucesso da mais nova técnica.

Normal, saudável, natural?
Sem dúvida nenhuma, uma das faces mais perversas e doentias do sistema capitalista moderno.
Não somos mais uma espécie de caçadores nem coletores. Não somos índios que entram na mata.

Tentar alimentar 7 bilhões de animais humanos com a morte anual de 70 bilhões de animais não-humanos (apenas considerando os animais terrestres) é uma das mais graves evidências da nossa atual crise.
Estamos numa profunda crise! Vivemos, muitas vezes anestesiados, num contínuo estado de violência, guerra e destruição.

Quem mata 15.000 vezes em 15 minutos (e considera isso um avanço) jamais conseguirá encontrar paz e felicidade. Se nossa inteligência está nos tornando mais destruidores; então muita pouca esperança podemos ter.

Veganismo não é a solução para todos os nossos problemas. É apenas o mínimo para tentar tomar um outro rumo. Outra forma de se relacionar com este planeta, com os outros animais que também habitam este planeta e com nosso próprio corpo.
É você dizer: eu não quero ser uma espécie que mata 15.000 vezes em 15 minutos. Eu quero fazer bem 15.000 vezes em 15 minutos. Eu quero fazer bem para 15.000 pessoas, bichos e plantas em 15 minutos – e não destruí-los.
Progredir é se tornar mais feliz e aumentar o grau de felicidade no mundo. Criar bombas, máquinas de guerra e máquinas de extermínio em massa é regresso, é infelicidade, é estupidez.

Observe com mais clareza e sinceridade seus próprios comportamentos. Você pede paz, justiça, honestidade, respeito. Clama por igualdade, pelo fim da violência e da exploração, mas será mesmo que você está agindo assim?
Matar, escravizar, testar medicamentos, torturar e explorar de todas as formas possíveis os outros, apenas porque eles não são iguais a você? Apenas porque eles são mais fracos do que você?
Você defenderia colocar 15 mil humanos com doenças transmissíveis na câmara de gás para serem mortos sem a tal da dor?
Isso é massacre. Isso é guerra. Isso é apenas infelicidade se multiplicando 15.000 vezes a cada 15 minutos. E isso precisa ter fim.
fonte: coletivovida

sexta-feira, 20 de julho de 2012

A ‘vista-grossa’ que não vê os animais lá na ponta
Me preocupam os debates, que ora pululam nas redes sociais, sobre veganismo / libertação animal / antiespecismo que abrem exceções, na exceção em que propomos, preocupados que somos com os animais. Sempre em benefício humano, com o silêncio dos não humanos lá longe, na outra ponta da gangorra, estão as brechas tão defendidas.

Tolerar traços de produtos de origem animal em comida industrializada, e ainda fazer propaganda disso. Como se a presença – em quantidade determinada pelo fabricante, não pelo consumidor – fosse indiferente, e não garantisse um consumozinho constante de tudo aquilo que, no discurso, se abriu mão de ingerir. Como se não significasse que alguém percebeu o nicho de mercado que abriu, e sequer se preocupou em oferecer algo 100% isento, imune, produzido com fórmula adequada, diferente dos seus demais produtos, contaminados pelo deboche aos direitos animais. Quem está colocando moedas no cofrinho dessa gente, mesmo? Morre, se não comer bolachinha recheada?

Relativizar o mel, como se o manejo de animais, feito de maneira boazinha e ecológica, pudesse ser aceito – troque abelha por vaca, e aí todos gritarão. Espero. Pois se em princípio o uso dos animais não humanos passa a ser visto, a pau e corda, como condenável, a submissão desses à humanidade não está atrelada ao critério morte, dor, tortura, confinamento, opressão, necessariamente. Quem fiscaliza se aquele mel hippie entra nos critérios – mais um – de quem está abrindo exceção. Morre, se não passar ‘vômito’ doce de insetos no pão? (Tomei conhecimento de que agora há laboratórios testando abelhas para produzirem ‘botox’ natural, eis o resultado de levantar bandeira pró-apicultura light).

E o pior de tudo é carimbar de ‘vegano’ qualquer coisa que, em análise rápida, se mostra como ‘vegetariano estrito’ na verdade, ou no máximo. Não, não é ser cri-cri com a nomenclatura, nem fazer apologia da paranoia, e sim perceber que não basta ter zero de ingredientes animais para algo ser pró-animais. Há os testes (que nos deixam à mercê do atendimento robotizado dos SAC, e suas informações vagas). Há a indústria de onde procede o produto (que encharca suas botas com sangue e dor animal, mas lança comida-lixo ‘vegana’ para pegar incautos preguiçosos. Há o dinheiro em baldes que esta empresa dá a título de patrocínio (a rodeios, por exemplo, e também a atividades governamentais pela pesca, pelo ‘desenvolvimento’, pela pesquisa agropecuária). Há o local em que tal alimento foi comprado (que vende ‘opções veganas’ no mesmo balcão em que há foie gras e ‘pata negra’ e presunto e queijo – como acontece em locais que conheço).

Tentáculos que formam uma grande rede de conexões, interações e resultados, a partir do financiamento do vegano bem-intencionado, inocente, puro e besta, que leva seu dinheiro para alimentar a boca de um grande forno da indústria da escravidão e morte, travestida de porta de supermercado ou shopping. E não escapam ilesos, nisso, uma singela quitanda, uma feira orgânica, um entreposto do MST ou uma loja de produtos naturais. Pois não vendem somente ‘veganices’, e têm sua manivela girando, menos ou mais, no motor ou no ralo do sistema.

Há que se ler os rótulos, mas ainda mais – ler a realidade que cerca o eixo entre uma comida, um xampu, um sapato e a nossa vida de cidadão preocupado, guerrilheiro urbano pelos animais

fonte:Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno

Olha só que legal...

Serviço Veterinário Gratuito da Prefeitura de São Paulo convênio com a Anclivepa
Já em funcionamento, na rua Professor Carlos Zagotis, nº03. Tatuapé São Paulo- SP. Esquina com a Radial Leste, próximo ao metrô Vila Carrão.
Horário de funiconamento: de segunda a domingo, das 07h às 19h.
Mais informações: 2667-7795/ 2667-7804/ 2667-7789/ 2667-7793
Atendimento gratuito destinado destinado a animais carentes da população e protetores de animais.
Vagas limitadas. Se você puder pagar, não tire a vaga de um animal carente.
fonte: instituto nina rosa

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Escolher
Escolher é demonstrar quem somos. Palavras são quase desnecessárias, e, talvez, mesmo inúteis, perante a fôrça de nossas escolhas a cada momento de nossas existências, pois demonstramos quem somos para nós mesmos.

É assim que vou me conhecendo: não pelo penso ou sinto, mas pelas escolhas que faço do meu pensar e sentir.

Nem sempre respeitamos nosso pensar ou sentir e podemos fazer escolhas que nos agridem. Masoquismo? Carma? Talvez falta de auto-conhecimento ou de auto-respeito.

Felizmente com o avançar da idade é bem mais raro isso acontecer, e, se acontece, percebemos rapidinho e podemos escolher mudar aquela escolha. É o livre-arbítrio, aquele que nos impede de culpar outros pelo que nos acontece, pois tudo é resultado de escolhas nossas, conscientes ou não.

Às vezes, nossa vida toma rumos totalmente inesperados, não por alguma grande escolha que tenhamos feito; mas por pequenas escolhas que fomos encadeando no dia a dia. E se um dia me pergunto como vim parar aqui?Percebo que foi porque fui aprendendo a respeitar meus sentimentos, inclusive aqueles chamados de intuição, que, ao serem reconhecidos, vão se fortalecendo e formatando minhas escolhas e quem me tornei. Hoje. Por que amanhã é outro dia e posso escolher fazer novas escolhas.
fonte: Palavra Animal - Nina Rosa

Sessão achados e perdidos...

Essa é a Jhessy.
Desapareceu no bairro Açude 3, em Volta Redonda/RJ, no dia 07 de julho.
É uma linda Vira-Lata de porte médio, branca e preta, com olhos azuis. É muito dócil.

Caso tenha notícias da Jhessy, pedimos que faça contato através do e-mail gabriela@help24horas.com.br ou pelo telefone (24) 9983 1705.
Esse é o Lucky, garoto propaganda do Vira-Lata.
Desapareceu nas proximidades do bairro Voldac, em Volta Redonda/RJ, no dia 04 de abril.
Lucky é muito doce e carinhoso. É bem pequeno. Tem o peito claro como na foto abaixo, e as costas preta.

Qualquer notícia pedimos que faça contato pelo e-mails taci_selenita@hotmail.com ou contato@vira-lata.net, ou pelos telefones (24) 9969 9478 / 9976 7429 / 8127 0694 e 3346 9348
Esse é o Chico, outro garoto propaganda do Vira-Lata.
Desapareceu no bairro Morada da Colina, ao lado do Jardim Amália, em Volta Redonda/RJ no dia 28 de junho.
Chico é muito esperto, doce e carinhoso. Ele é porte médio, tem olhos amarelos como na foto abaixo.

Caso tenha alguma notícia de Chico, pedimos contato pelo e-mail contato@vira-lata.net ou pelo telefone (24) 9859 2233 ou 9993 5938.
fonte: vira lata

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A alimentação vegana é a melhor forma de ajudar os animais

A forma mais efetiva de ativismo pelos animais é se tornar vegano. Essa forma de alimentação consiste em abolir a carne (de gado, porco, peixe, galinha, moluscos e todos animais) e derivados de animais, como ovos, leite, queijo, mel e outros.

O vegano preocupa-se em não utilizar couro e outros tipos de peles. Também evita usar produtos testados em animais.

Para ter um estilo de vida preocupado com os animais, há alguma dificuldade no início, mas com o tempo se aprendem novas maneiras de se alimentar e o que era dificuldade se torna aprendizado constante, e uma melhora na vida como um todo.

É importante ler rótulos em todas as fases do veganismo. Não é por que se consome um produto há anos e ele é vegano que não se deva ler os rótulos, pois as marcas mudam fórmulas, são vendidas a multinacionais, e devemos estar sempre atentos ao que consumimos.

Há produtos que não são testatos em animais, mas possuem ingredientes de origem animal ou envolvem exploração animal em sua cadeia de produção.

Há empresas que não fazem testes no Brasil mas testam em diversos países, da mesma maneira cruel que outras empresas que testam aqui.

Há marcas que financiam desfiles de moda com peles de animais, fortalecendo a cadeia de exploração deste segmento. Há outras que promovem e patrocinam rodeios, vaquejadas, farras e feiras de exposições de animais.

Ser vegano é ser atento. É estar sempre em constante mudança. Ler, informar-se e ajudar pessoas a obterem informações sobre a causa animal.

O veganismo é um estilo de vida com alimentação ecológica, pois corta toda a estrutura poluente da pecuária, o desmatamento para a criação de gado em campo aberto e para a plantação de cereais para alimentação justamente desses animais para o abate, corta a cadeia de semi-escravisão em que vivem milhares de pessoas que trabalham no setor, sendo que poucos lucram nesta atividade. Mas muito ‘pagam pau’ e defendem os pecuaristas, sem saber que em regiões onde há pecuária intensiva há uma miséria visível e constante há anos.

Os matadouros, açougues, frigoríficos e similares são considerados os piores lugares para se trabalhar, insalubres, degradantes e prejudiciais à sanidade humana. Já existem diversos estudos sobre as condições de trabalho em locais de morte de animais e todos mostram degradação humana. Ser vegano é além de tudo, contribuir para a melhora da qualidade de vida humana, através da saúde, do meio ambiente e das condições de trabalho de terceiros.

E o veganismo é uma atitude feminista. Corta a cadeia de exploração de fêmeas mães, que são exploradas até a morte – ovolactovegetariano também mata animais – como fábricas de ovos, leite e fornecedoras de seus filhos para virarem vitela e outras fornecedoras miseráveis. Fêmeas obrigadas a fornecer leite, mantidas constantemente grávidas, até o limite das condições físicas, depois viram bife.

O veganismo também é bom para a saúde. Pesquisas têm apontado a dieta vegana como ideal para todas as fases da vida. E veganos mais velhos estão aí para nos mostrar que; além de longevos e saudáveis, ainda conservam uma aparência de 20 anos a menos que a média populacional.
fonte: Vegano Desobedecendo - Ellen Augusta Valer de Freitas

terça-feira, 17 de julho de 2012

A fonte das mulheres
O filme “A Fonte das Mulheres” se estrutura em torno de uma situação rotineira na vida das mulheres de um pequeno vilarejo situado entre o Norte da África e o Oriente Médio, que é buscar água numa fonte, nos arredores. Nessa comunidade era preciso caminhar bastante, subir e descer o morro cheio de pedregulhos, equilibrando nos ombros baldes presos nas duas extremidades de uma vara. As quedas eram frequentes e com isso perdia-se todo o trabalho; noutras vezes, perdia-se, como no caso das grávidas, o próprio filho que estava por nascer.

E os homens, onde estavam? Por que não ajudavam? Se justificavam, evocando a tradição e os costumes milenares. Os homens plantam, colhem e vão para a guerra e as mulheres se ocupam das tarefas domésticas e da procriação. Foi sempre assim e assim continuará a ser. Contudo, ali, em razão da seca, não havia o que plantar, nem o que colher e muito menos havia guerra. A realidade era outra e aquela tradição, na visão das mulheres, precisava ser revista para atender às novas necessidades. Como não eram atendidas, resolveram fazer “greve de amor”, negando o corpo aos seus maridos. Essa temática permeia, então, todo o filme.

As mulheres são a fonte de muitas coisas; tudo já muito bem decantado em verso e prosa. Em inúmeras culturas é a fonte ou matriz que perpetua e legitima as tradições. São com as mulheres (mães, avós, babás ou professoras) que nossos filhos aprendem os primeiros elementos da cultura. Ensinamos com a nossa fala e com o nosso silêncio; com a nossa omissão ou posicionamento; com aquilo que assistimos, lemos, vestimos, divertimos ou comemos.

Essa introdução ilustra a força e a mudança que podem nascer de pequenas perguntas ou de um simples estranhamento. Tenho encontrado muitas crianças e jovens que demonstram profunda empatia e aproximação com os animais. São falas como da Júlia, que com dois anos e meio questionou a avó, de dentro do galinheiro: Vó! O ovo é da galinha! Por que você está pegando? Já o Iago, de cinco anos, disse ao avô, que estava matando a galinha: é assim que se faz? Depois disso não quis nunca mais comer carne de frango. Contudo, essas crianças enfrentam, em nome da cultura e da tradição, todos os tipos de resistências, principalmente em suas casas, com os seus próprios pais. Certamente essa nascente conexão com os animais será abafada e apagada.

No Brasil, ainda são as mulheres, em sua maioria, que se responsabilizam pela alimentação, que vão ao supermercado e que definem o cardápio familiar. Fico imaginando se, ainda na fonte, ensinássemos aos nossos filhos que é totalmente possível e desejável uma alimentação completa, sem a necessidade de sacrificar a vida de qualquer animal. Imagino a mudança que se empreenderia se as mães se recusassem a levar seus filhos aos circos que utilizam animais, aos rodeios, às vaquejadas, aos zoológicos, à “pesca esportiva”. E se deixassem de comprar nos mercados os passarinhos, as tartaruguinhas, os peixinhos e os filhotes de cachorros? Se cada criança, desde a mais tenra idade, soubesse, claramente, qual é a verdadeira história daquele “bifinho ou franguinho”; e que para crescer forte e saudável não é necessário comê-lo. Será que continuariam praticando essa tradição e cultura? Teríamos outros tipos de produtos nas prateleiras dos supermercados; outros alimentos sendo ofertados nos restaurantes, nas cantinas das escolas, nas confraternizações, nos encontros de finais de ano, e nos almoços de domingo. Os nutricionistas, os chefes de cozinha e as cozinheiras, utilizariam a criatividade para formular novos cardápios e inventarem novas receitas. Outro tipo de indústria ganharia força; muitas doenças deixariam de existir, diminuiríamos a emissão de gases de efeito estufa, poluiríamos menos os nossos rios, produziríamos menos lixo, alimentaríamos mais pessoas, consumiríamos menos água, diminuiríamos a obesidade, e mais uma centena de mudanças. Uma genuína revolução, gerada na fonte das mulheres! Fonte de vida, não de morte.
fonte: Plataforma Terráqueos - Aleluia Heringer Lisboa Teixeira

Colabore, assine a petição ao lado, a vida agradece

fonte: greenpeace
O legado de Lennox


No dia 11 de julho de 2012, Lennox, alegadamente um pit bull, foi morto pela Prefeitura de Belfast, na Irlanda do Norte. Uma campanha internacional foi instaurada para salvar Lennox e sua morte acabou causando indignação internacional.

E não deveria ser diferente.

Não é nada mais do que ignorância considerar pit bulls como um tipo de cão feroz. Qualquer pessoa que conheça um pouco sobre pit bulls sabe que eles são gentis e amáveis  cães cujo histórico papel tem sido o de cuidar de crianças. Alguns pit bulls são ferozes? Sim, aqueles que se tornam ferozes por causa dos humanos. E pelo que li, a alegação das autoridades de Belfast de que Lennox era feroz, ou de que era “necessário” em qualquer sentido matá-lo, não foi fundamentada com devida evidência.

Mas a história de Lennox tem um significado mais profundo. Houve uma sensação de indignação internacional sobre esta questão porque não havia justificativa para matar Lennox. A Prefeitura de Belfast agiu erradamente.

O que dizer dos aproximadamente 150 milhões de animais não-humanos – não contando peixes – que serão mortos hoje para nosso consumo?

Cada um destes animais é tão inocente e vulnerável como Lennox era. Não há justificativa para o sofrimento e morte que impomos. Nós matamos e comemos animais porque eles têm um gosto bom; nós agimos além do hábito a fim de satisfazer nossos prazeres do palato. Nada mais.

Muitos daqueles que protestaram contra a morte de Lennox e se opuseram às ações da Prefeitura de Belfast estão fazendo exatamente o que a prefeitura fez: estão decidindo quem vive e quem morre.

A indignação em todo o mundo sobre esta injustiça mostra que muitos de nós temos, sim, uma preocupação moral em relação a não-humanos.

Se pudéssemos acender a chama da moral e difundir esta preocupação moral de modo que todos aqueles que se indignaram com a morte de Lennox se sentissem igualmente indignados pela morte de bilhões de animais mortos anualmente para consumo humano, nós teríamos um movimento de direitos dos animais.

O patético movimento “carne feliz” “consumo compassionado“ que atualmente existe não tem nada a ver com direitos dos animais, tem a ver com o ato de fazer humanos se sentirem melhores ao consumirem não-humanos.

Lennox foi morto injustamente. Isso foi um erro. Aqueles que se opõem ao que aconteceu com Lennox deveriam reconhecer que continuar consumindo animais fará com que não sejamos diferentes das autoridades de Belfast.

Se você não é vegano, por favor, torne-se vegano. Eduque outros, de modo criativo e pacífico, sobre como o veganismo é a única resposta racional para o reconhecimento de que animais são moralmente importantes.

Se tiver a possibilidade de adotar um cão abandonado de qualquer raça, por favor, faça isso. Se você adotar, considere um pit bull ou um mestiço de pit bull. Eles são cães maravilhosos!

Deixemos nossas consciências elevadas sobre justiça, para todos os não-humanos, serem o legado de Lennox.

fonte:  anda - Gary Francione

Olha só...

Hidrate a pele e fortaleça as unhas mascando chicletes

De 5 a 7 de julho de 2012 aconteceu em São Paulo a 7ª edição do  Congresso Internacional Consulfarma, que reúne grandes especialistas do setor para ministrar cursos e palestras com as grandes novidades da indústria farmacêutica.

Entre os diferentes lançamentos apresentados neste ano, um chiclete com benefícios para a saúde e a beleza merece destaque. Afinal, quem imaginou que seria possível cuidar do seu corpo enquanto masca um simples chiclete?

O segredo está na composição da guloseima. Com uma fórmula que contém 10 mg de silício orgânico, os especialistas afirmam que é possível deixar a pele mais bonita e jovial, fortalecer as unhas e, de quebra, nutrir os cabelos. Todos esses benefícios são conquistados através da ação da substância na produção de colágeno e elastina – dois compostos que são fundamentais para a saúde da pele, unhas e cabelos e que perdem seu desempenho com o passar dos anos.

Estudos e pesquisas acerca das vantagens do consumo de silício vêm sendo desenvolvidos há anos e sempre revelam resultados satisfatórios, como demonstrado  pela empresa espanhola Silicium. O texto afirma – entre muitos outros benefícios – que o silício tem um papel essencial na reestruturação das fibras de elastina e colágeno nos primeiros estágios da mineralização dos ossos e do metabolismo em geral.

Por proporcionar essas vantagens, o silício já é usado na composição de alguns cosméticos. No entanto, esta é a primeira vez que ele é apresentado como uma guloseima e mesmo contendo apenas 10 mg do mineral, os chicletes garantem a dose suficiente para que os benefícios já possam ser notados no organismo. Quanto à administração, os especialistas indicam que o contato do doce com a cavidade bucal proporciona uma ótima absorção do silício orgânico.

Os chicletes já podem ser prescritos pelos médicos e solicitados em farmácias de manipulação. E também não é preciso se preocupar com a dieta, já que a guloseima não tem adição de açúcar. Então é só mascar uma goma por dia e cuidar do seu organismo de maneira simples e prática.
fonte: uol

segunda-feira, 16 de julho de 2012

fonte:instituto nina rosa


Para os erros há perdão;
para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo...

Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e
acredite em você.

Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando
Porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu."

Luís Fernando Veríssimo


Faça todas as coisas criativas, faça o melhor a partir do pior - isso é o que eu chamo de arte. E se um homem viveu toda a vida fazendo a todo momento uma beleza, um amor, um desfrute, naturalmente a sua morte será o supremo pico no empenho de toda a sua vida.
...sua morte não será feia como ordinariamente acontece todo dia com todo mundo. Se a morte é feia, isso significa que toda a sua vida foi um desperdício. A morte deveria ser uma aceitação pacífica, uma entrada amorosa no desconhecido, um alegre despedir-se dos velhos amigos, do velho mundo.
Rajneesh

Pink Floyd - if

sábado, 14 de julho de 2012

Petição a favor da vida..

Após assassinato de Lennox, milhares de pessoas participam de mobilização em boicote à Irlanda do Norte
Depois das ações da Prefeitura de Belfast, na Irlanda do Norte, em decidir sacrificar o cachorro Lennoxpor se parecer com um pit bull, está sendo lançada uma petição para que tal decisão seja investigada.


Por tal razão, está sendo promovido um boicote mundial aos produtos de empresas da Irlanda do Norte que não se juntarem aos cidadãos da Irlanda do Norte, e do resto do mundo em denunciar os crimes da prefeitura. Está sendo pedido que as empresas Bushmill’s, Michelin e o governo da Irlanda do Norte se juntem ao resto do mundo pedindo uma investigação independente e imparcial dos individuais corruptos envolvidos no caso. Uma revogação do “Ato de Cães Perigosos” que por definição é ambíguo e arbitrário, e injustamente persegue algumas raças caninas, resultando em apreensões ilegais e matando milhares de cachorros com tutores. Os cachorros não são os inimigos. Os inimigos são as pessoas que promovem rinhas de cachorros, e os treinam para serem agressivos.


A total falta de respeito da prefeitura pelos direitos dos cidadãos e seu desrespeito intencional ao conhecimento de mais de um especialista em comportamento animal independente e imparcial, propostas de profissionais qualificados para ajudar solucionar o caso de Lennox e sua família só aumentaram com a sua falta de sensibilidade, compaixão e profissionalismo. Há relatórios de funcionários da prefeitura de Belfast tirando sarro e fazendo barulhos de animais quando cidadãos preocupados telefonaram para perguntar sobre o estado de Lennox, o que é profundamente perturbador e colocar o governo da cidade de Belfast em um posição muito embaraçosa.


O mundo está surpreso com a recusa mesquinha da prefeitura de deixar a família de Lennox visitá-lo pela última vez, ou enterrar seu corpo ou ainda entregar de volta a coleira de Lennox.
Estas ações são no mínimo suspeitas, e indicam que talvez Lennox tenha sido morto há muito tempo atrás. Indica também uma parte do governo fora de controle, e abusando de sua autoridade sem medo de consequências.


Hoje há aproximadamente 250 mil pessoas no mundo todo que querem justiça para Lennox e que são contra leis que continuarão a perpertuar esses crimes. A petição pede que pessoas contem a história à vários amigos e conhecidos, e que milhões não deixem que a morte de Lennox seja em vão.


As pessoas que assinarem a petição estarão participando de uma mobilização no mundo todo contra autoridades abusivas pedindo esta investigação. Está sendo pedido que além de assinar a petição, as pessoas façam uma declaração pública pedindo a investigação, ou mandem mensagens para o email BoycottBelfast@gmail.com até o dia 19 de julho. O boicote mundial começa em 20 de julho. A petição pode ser assinada aqui.
Uma outra petição, lançada pelo site Causes.com em protesto às autoridades de Belfast, já conta com mais de 26 mil assinaturas de pessoas do mundo inteiro. Para assinar, clique aqui.
Vários jornais já estão comentando os boatos de boicote à Belfast, entre eles o português Negócios Online, que em 11 de julho, escreveu em sua manchete que a Irlanda do Norte pode se econtrar em maus lençóis após o episódio, e o jornal irlandês Irish Central informou que o grupo irlandês para os direitos animais ARAN está sen juntado à organizações nos Estados Unidos para fortalecer o boicote.
Após a morte de Lennox, várias pessoas viram no youtube o vídeo de Lennox sendo avaliado pelos funcionários da prefeitura de Belfast, os mesmos que declararam que Lennox era perigoso. A funcionária no vídeo que aparece fazendo carinho em Lennox chama-se Sandie Lighfoot, e foi a mesma que informou ao juiz que Lennox era perigoso. 
fonte: anda

terça-feira, 10 de julho de 2012


Não tenhamos pressa,
mas não percamos tempo.

Se tens um coração de ferro, bom proveito.
O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia.

Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara

A única maneira de liquidar o dragão é cortar-lhe a cabeça, aparar-lhe as unhas não serve de nada

As palavras proferidas pelo coração não tem língua que as articule, retém-nas um nó na garganta e só nos olhos é que se podem ler

José Saramago

Olha só que legal...

Criador de porcos torna-se defensor dos direitos animais
Um criador de porcos do distrito de Linkou, em Nova Taipei, em Taiwan, transformou sua fazenda em um legítimo “paraíso suíno”, onde os porcos não são criados por sua carne, depois que foi encarado pelo olhar desesperado e entristecido de um leitão que estava prestes a ser abatido.

“Os animais são nossos amigos, não nossa comida”, diz Lo Hung-Hsien, o dono de um santuário de porcos, também defensor do vegetarianismo e um voluntário em parte do seu dia.

Num esforço para cobrir os altos custos de gerenciamento do seu rancho sem fins lucrativos, Lo trabalha em diversos empregos: é caminhoneiro, constrói cochos temporários em mercados noturnos e mantém um serviço de vendas de almôndegas pela internet.

Paralelamente a seus trabalhos remunerados, Lo também reserva um tempo para seu trabalho defensor do vegetarianismo, para defender os benefícios da dieta vegetariana, voluntariar em escolas e dar palestras gratuitas na Fundação Tzu Chi.

Esgotando todo o seu arduamente obtido dinheiro em sustentar sua família e seus amigos suínos, Lo diz que, apesar de todas as críticas que tem recebido por sua decisão de mudar a forma de gerenciar sua fazenda, ele continuará apegado a suas crenças mesmo se elas o deixarem sem dinheiro.

Lo diz que, antes de sua mudança de coração, ele mantinha uma criação de porcos com fins lucrativos, tendo herdado de seu avô aquele que era um negócio lucrativo e de grande escala.

Ele diz que, no auge do então negócio, sua fazenda podia acomodar 500 porcos e obtinha um lucro muito maior do que ele podia gastar.

Relembrando do momento que o transformou de um enriquecido fazendeiro suíno a um vegetariano que trata seus animais como companheiros próximos, ele diz que foi um leitão que estava prestes a ser abatido que mudou sua percepção de criação de porcos.

Lo afirma que, naquele momento, um funcionário de um matadouro tinha ido à sua fazenda para selecionar uns poucos porcos, fazendo os assustados animais começarem a gritar.

“Exceto por um leitão, que abruptamente se aquietou quando eu o peguei com minhas mãos e então me olhou direto nos olhos, como se dissesse: ‘Como é que você pode fazer isso comigo?’ Aquele olhar nos olhos dele me rendeu e me deixou acordado a noite toda”, diz Lo.

“Foi aí que eu resolvi aderir ao vegetarianismo e cortar a cooperação com qualquer açougue”, diz.

Ao longo dos últimos cinco anos, apenas quarenta de suas centenas de porcos sobreviveram, enquanto o restante sucumbiu à velhice ou a doenças, mas Lo ainda não poupa esforços em assistir os seus companheiros porcos.

Lo começa seu dia às 4 da manhã, indo a diversos restaurantes vegetarianos para coletar seus resíduos, que são cozidos antes de serem dados para seus amados animais comerem.

Em seguida, Lo limpa os cercados, dá banho nos porcos e brinca com eles atenciosamente, como se fossem seus filhos.

Ele também escreveu com spray, no seu caminhão, a frase “Animais são nossos amigos, não nossa comida” porque quer espalhar as sementes de suas crenças por onde for.

fonte: anda

segunda-feira, 9 de julho de 2012

minha voz
não chega aos teus ouvidos
meu silêncio
não toca teus sentidos
sinto muito
mas isso é tudo que sinto
Alice Ruiz

Olha só...

Incrível: bactéria deixa os dentes à prova de cáries


Não é de hoje que a maioria das crianças pequenas tem muita preguiça para escovar os dentes. Mas a solução para este problema pode estar chegando — com grandes chances de mudar a maneira como a higiene bucal é feita.

Os pesquisadores José Cordoba (Estados Unidos) e Erich Astudillo (Chile) descobriram uma bactéria que pode matar todos os agentes causadores de cáries em até 60 segundos. O nome dado para este microrganismo é “Keep 32” — em uma alusão aos 32 dentes existentes na boca de um adulto.

Segundo a pesquisa, a bactéria pode ser usada em qualquer tipo de produto para higiene bucal, como pastas para os dentes e enxaguantes em geral. Contudo, o mais curioso é que mesmo misturada em balas e gomas de mascar, este “agente de limpeza” continua tendo efeito, protegendo os dentes por horas.

A intenção dos responsáveis pela descoberta é a de colocar o produto no mercado americano em até 18 meses, com possibilidades de ser usado até mesmo por empresas que vendem chocolates.
fonte: tecmundo
Conviver com cães evita algumas infecções em bebês


As crianças que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira.

O estudo, publicado na revista americanaPediatrics, não especifica os motivos do resultado, mas sugere que ficar perto de um cachorro que passa parte de seu dia ao ar livre fortaleceria o sistema imunológico da criança em seu primeiro ano de vida.

Os gatos também ofereceriam este tipo de proteção para os bebês, mas o efeito seria menor do que com os cães.

O estudo incluiu 397 crianças, com entre nove e 52 semanas, na Finlândia. Durante um ano, elas foram levadas pelos pais para análises de sua saúde.

A conclusão dos médicos foi de que os bebês que convivem com gatos ou cães têm 30% menos chances de apresentar sintomas de infecções respiratórias - que incluem tosse, rinite e febre -, enquanto quase metade provavelmente não sofrerá infecções de ouvido.

"As crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram significativamente mais saudáveis durante o período de estudo", destacam os médicos do Hospital Universitário Kuopio na Finlândia.

A diferença mais notória foi observada entre as crianças que convivem com um cachorro dentro de casa por seis horas ao dia, contra aquelas que não têm bichos de estimação ou os colocam para fora de casa.

"Apresentamos uma evidência preliminar de que ter um cão pode ser benéfico contra infecções no trato respiratório durante o primeiro ano de vida", destaca o estudo.

"Consideramos que o contato com animais ajudaria a amadurecer o sistema imunológico, levando a uma resposta imunológica mais tranquila e a uma breve duração das infecções", destaca.

O resultado foi significativo, inclusive depois que os cientistas descartaram outros fatores influentes, como não ter sido amamentado, ficar em creche, ser criado por fumantes ou por pais com asma, ou conviver com outras crianças.

Além de ter menos infecções nos ouvidos e infecções respiratórias, os bebês que vivem com cães tendem a precisar de menos tratamentos com antibióticos na comparação com aqueles que vivem em casas sem mascotes.

Estudos anteriores demonstraram resultados diversos, desde aqueles que apontaram que ter bichos de estimação não representa nenhum benefício às crianças até os que afirmam que o contato com animais ofereceria proteção contra resfriados e doenças estomacais.

Mas os autores do estudo na Finlândia destacam que sua análise se diferencia por ter concentrado exclusivamente o primeiro ano de vida e não inclui a presença de outras crianças.
fonte: uol

domingo, 8 de julho de 2012

Nelson Coelho de Castro - ver-te/algo teu



Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...

Mario Quintana