Quem sou eu

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A esperança nossa de cada dia

Eu me sinto muito feliz e grata por fazer parte da ANDA. Considero um privilégio poder caber nesse lugar de aprendizado, onde me sinto chamada a dar o meu melhor. Chamada a enfrentar muitas vezes diálogos internos difíceis e que me fazem pensar sobre a minha própria trajetória neste mundo.

Porque em última instância o que é uma vida senão o bem maior que fazemos aos outros e a nós mesmos? O que é uma vida senão o quanto nos desenvolvemos – psicológica, emocional, espiritual, moralmente falando? E também, é importante ressaltar, o quanto equilibramos tudo isso.

O veganismo é um passo pequeno mas é o primeiro grande passo de consistência que damos em direção a uma existência baseada na não violência.

Nós da ANDA sabemos o quanto é duro diariamente precisar ler e redigir notícias tristes, que relatam violências praticadas contra os animais. Às vezes temos de conviver com fotos que chegam a arder dentro da gente. Mas passar pela dureza dos caminhos é parte de toda conquista humana – e na ANDA felizmente temos muitas vitórias para contar e compartilhar.

O que esse mundo mais precisa é de clareza – sem clareza não tem paz. Clareza de quem sabe que precisa adentrar as próprias sombras e as adentra. Trazer o que está na obscuridade do olhar, na penumbra da consciência, para um lugar onde se torne visível e, portanto, transformável. Pois ninguém muda nada sem sequer conhecer, primeiramente, o que existe dentro de si mesmo.

As guerras ainda existem porque não há clareza, não há esclarecimento quanto ao que se pode caminhar sem precisar matar, sem precisar torturar o corpo e a mente do outro. E a clareza não suporta a pressa, não suporta o que é falso, ganância então nem se fala. Semear alguma clareza dentro das pessoas é a função maior da comunicação, ao meu ver. Instigar à verdade para que possamos crescer como indivíduos, como agentes morais que somos.

No final das contas é disso que somos feitos: de uma esperança que age por meio do trabalho – esteja ele por trás de um artigo, uma notícia, um vídeo, uma imagem, um evento, um debate, uma reflexão, um comentário, uma presença. Quando trabalhamos por uma causa é sinal que temos esperança na vida. E sem ao menos uma gota de esperança ninguém vive.

A ANDA é a voz dos animais, e nós todos, leitores e colaboradores, somos meros instrumentos, a serviço de uma missão coletiva, minha, sua, dele, nossa. Nossa missão é de formiga, nós andamos, não ficamos parados – andamos no olhar e no gesto, no paladar e na palavra, no discurso e no passo. Só depois, ao revermos cada pequena vitória, viramos cigarras. Aí nos enchemos de novo de uma nova gota de esperança antes do próximo passo de cada dia.

fonte: Cotidiano Vegano - Fernanda Frando

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Viva a vida, seja vegetariano





Cão com sequelas da cinomose precisa de ajuda para tratamento, em Campinas (SP)



Este cãozinho de nome Sapeca, com 2 anos e meio, infelizmente contraiu cinomose há algum tempo atrás. Ele sempre foi um cãozinho muito saudável e cheio de vigor até antes de contrair essa doença.
Com muito amor, cuidado e carinho, nós vencemos a cinomose, mas a doença afetou gravemente o sistema nervoso e fez com que o Sapeca perdesse os movimentos das patinhas dianteiras e traseiras. Ele chora muito durante o dia e a noite, faz as fezes deitado em cima dele mesmo porque não consegue mais se levantar e necessita urgente de um tratamento de acupuntura e reabilitação para melhorar os movimentos das patinhas antes que atrofiem. Infelizmente eu não tenho condições financeiras para arcar com os custos do tratamento que não são baratos.
De todo o coração, eu peço qualquer ajuda financeira para que eu possa encaminhá-lo a um tratamento. Sei que existem muitos golpistas e aproveitadores por aí, mas acreditem que toda a ajuda recebida, será em prol do tratamento e recuperação do Sapeca.
Para quem puder ajudar o Sapeca, o depósito em conta pode ser realizado no Banco Itaú, Agência: 5653, Conta Corrente: 10873-7
Como eu não tenho conta bancária, o nome do titular da conta é o meu irmão Matheus Magno Cezário, que encaminhará os recursos para tratarmos o Sapeca.
Caso queiram saber mais detalhes ou esclarecimentos, ligar para Cíntia (tutora do animal), que com todo prazer, darei mais informações sobre o caso.
Agradeço desde já a todos que puderem ajudar o Sapeca e propiciar a ele uma qualidade de vida melhor. Sou grata pela torcida de todos.
Contato: (19) 8352-5240
Email: cintiacezario@hotmail.com
fonte: anda
A carne dos outros

Uma das notícias da ANDA, no dia 28 de novembro de 2012, começa assim: “Quando se fala em Bali, a imagem que vem à mente é de …”. Parodiando a notícia, por conta exatamente da matéria ali noticiada, podemos escrever: Quando se fala em Brasil, além dos cenários naturais deslumbrantes, do sexo, do futebol, do café, da corrupção, muitos se lembram de que esse é um dos países com mais seguidores do cristianismo do mundo. A religiosidade também é uma marca da cultura brasileira, como a espiritualidade é a marca da cultura balinesa.

Aqui são mortos, só no Estado catarinense, algo em torno de dois bilhões de frangos e quase 10 milhões de porcos por ano, para consumo humano, fora os animais de outras espécies, também mortos para virar churrascos, como é o caso das ovelhas, bois e vacas, cabras e cabritos. A vida desses animais é um inferno, do dia do nascimento à hora do abate. O único princípio da igualdade levado em conta pelos carnistas em relação a todos esses animais, é que todos viram apenas um naco de carne no prato dos comedores, já fartados e infartados por comerem tanta carne.

Bali não cria porcos nem galinhas, cria cães para o abate e consumo humano. É repulsivo? É. Igualmente repulsivo é comer os outros animais com a maior naturalidade, como se fossem as iguarias que suas carnes não são: porcos, galinhas, vitelos, perus, chesters, sem querer abrir os olhos para a realidade desse costume de cristãos, só porque ele é nosso, não dos balineses, e porque crescemos condicionados a olhar para essas carnes e não para a dos cães e gatos como comida.

Acontece que cada cultura religiosa tem seu especismo eletivo. Cada uma define o animal que vai ser acariciado e o que vai ser trucidado, esquartejado e comido.

Mas, antes que alguém que consome carnes se julgue limpo ou puro em relação aos animais, só porque abraça o animal de uma espécie, por exemplo, o da canina, da felina ou da equina, enquanto despreza os outros, pergunte para o porco se ele é menos do que o cão. Não pergunte a si mesmo, pois sua consciência foi formatada de acordo com o especismo eletivo de sua cultura, e vai responder de modo preconceituoso. Pergunte ao animal que vai comer agora no almoço, no jantar ou nos lanches do intervalo entre essas refeições, se ele é menos do que o outro animal que escolheu para estima.

Nosso padrão moral precisa ser julgado com o olhar do animal que trucidamos para nosso mau deleite, não com o nosso olhar viciado nos opioides que as carnes e laticínios contêm. Enfim, “de perto, ninguém é normal”. E quando julgados com o olhar daqueles a quem abatemos sem que tenham cometido agressão alguma contra nós, nossas vítimas, deixamos de ser aquele ideal de moralidade que usamos para condenar os que comem outras carnes.

Nesse sentido, a única decisão ética alimentar que pode servir para julgar a moralidade é a abolicionista vegana. Só quem para de comer todas as carnes, não importa se vermelhas, brancas ou azuladas, pode criticar quem continua comendo. Se é errado comer cães, não menos é comer cavalos, vitelos, bois, vacas, porcas, galinhas, frangos, perus, emas, coelhos, rãs etc. A carne é a matéria na qual a vida de um ser senciente e a mente própria do espírito de sua espécie podem florescer. Comer carnes é desprezar a biodiversidade do espírito.

Todos os animais são iguais: todos podem ser mortos por nós para virar um naco de carne no prato de quem está mais do que bem nutrido, de quem padece os males da hiperproteinização. Vai faltar perdão.

Questão de Ética - Sônia T. Felipe
Natal…

Temos conhecimento que, basicamente, o Natal é a data comemorativa da chegada a este planeta, de um ser Divino, que veio a Terra para nos ensinar que não somos apenas matéria perecível, mas também seres espirituais imortais.

E o que fazemos para agradecer essa dádiva?

Comemoramos a data da vinda desse exemplo de puro Amor esquartejando animais, para devorá-los à mesa, com nossos entes queridos, como se isso fosse natural. Ensinamos às crianças que isso é até desejável e que deve ser perpetuado. Nem ao menos lhes contamos todo o sofrimento, o desperdício de água e impacto ambiental negativo, que também estão servidos à mesa. Deixamo-las tão iludidas quanto nós mesmos, acreditar que o nascimento desse Mestre só pode inspirar consumo obrigatório e exacerbado. Vê-se, por aí, que comerciantes estão fazendo um trabalho mais eficaz que o nosso próprio.

Não contentes com a degradação dos reinos animal e mineral, compramos árvores serradas em sua parte vital, ceifando também sua possibilidade de vida. Depois, passadas “as festas”, jogamo-las no lixo, pois obviamente essas nossas irmãs morrem nas latas onde fingimos que foram plantadas.

Companheiros de planeta, até quando? Para que? Não podemos culpar o sistema, pois ele é composto de indivíduos, como nós, que temos o livre-arbítrio, o que, dentro da lei da ação e reação nos faz responsáveis por todas as bênçãos e por todas as mazelas que, por meio de nossos atos, atraímos para nossas vidas.

Vamos mudar isso? Vamos juntos parar essa Engrenagem de destruição? Vamos mudar o mundo? Não façamos promessas para o novo ano, mudemos já!

Palavra Animal - Nina Rosa

Johnny Cash - you are my sunshine

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

A paz começa no prato
A "PARADA VEG" chega à sua quarta edição este ano com muitas novidades e motivos para comemorar. No próximo dia 2 de dezembro vamos celebrar o vegetarianismo com muita alegria e respeito, numa festa-passeata que vai ligar duas das praças mais ativas da cidade de São Paulo: a Praça do Ciclista na Av. Paulista, altura do nº 2400 e a Praça Roosevelt na Av. Consolação.
Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), organizadora do evento, convida a todos os veganos e vegetarianos para que venham cantar em uma só voz esta escolha que só traz o bem, para os animais e para o planeta. De maneira especial, a Parada Veg tem caráter inclusivo e convida todos aqueles que acreditam - ou mesmo simpatizam - com o vegetarianismo, sejam vegetarianos ou não. O evento será uma grande festa para celebrar os benefícios desta escolha de consumo sobre a nossa saúde, o meio ambiente e os animais. Segundo pesquisa publicada em outubro deste ano pelo IBOPE, os vegetarianos já somam 8% da população brasileira - mais de 15 milhões de pessoas.
A manifestação terá passeata, com concentração na Pça. do Ciclista às 15h30  em direção à Pça. Roosevelt, onde a celebração continua com muita música e a famosa Feijoada Vegana. A programação variada conta ainda com piquenique, samba e oficina de estêncil para aqueles que chegarem mais cedo.
A opção por não consumir produtos de origem animal decorre do reconhecimento da responsabilidade individual que cada um de nós tem com o planeta e com aqueles que dividem este planeta conosco. Há décadas o sofrimento e a dor de centenas de bilhões de animais têm sido causados pela violenta exploração da indústria pecuária. Em pleno século XXI este desrespeito não pode continuar.
Junte-se a nós no primeiro domingo de dezembro para que juntos possamos mostrar à sociedade paulistana e brasileira que A PAZ COMEÇA NO PRATO.
Mais informações: paradaveg@gmail.com
fonte:nina rosa

Chegou o dia anunciado por Einstein?

Pelo que se vê, analisando-se com mais atenção, tudo leva a crer que já estamos em plena era prevista por Einsten....
"A galera tá ligada"!....


Reunidos para tomar um café


Convívio no restaurante:

Curtindo a beleza do museu

 Encontro agradável na lancheria

Curtindo um belo dia de praia

 No estádio... apoiando e torcendo pela sua equipe


Na intimidade do jantar a dois


Passeando na cidade num conversível


Certo dia Albert Einstein disse:
"Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade. Então o mundo terá uma geração de idiotas"
fonte: email da Kátia

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Cantora Fiona Apple cancela turnê para cuidar de sua cadela com câncer

É uma escolha de coração e faz parte das decisões que tomamos e que nos definem”. Esta é a justificativa dada pela cantora Fiona Apple, em carta escrita à mão, para cancelar a turnê que faria pela América do Sul. Ela optou por ficar ao lado de sua cadela Janet, uma pit bull de 14 anos que a acompanha desde filhote e que agora está “cansada e doente”. A cadela luta contra um câncer há dois anos. As informações são do jornal italiano La Stampa.
Em quatro páginas escritas de próprio punho, Fiona informa o que motivou a tomar tal decisão: mesmo sabendo das consequências da anulação da turnê, ela não teve dúvidas sobre sua escolha. “Agora não posso viajar e quero ter a honra de cantar para ela e amá-la pela última vez. Talvez ela me engane e viva mais alguns anos e eu perca amigos e fãs por esta decisão. Mas é uma escolha de coração, que vem do peito, e faz parte daquelas decisões que tomamos e que definem quem somos. Eu não sou aquele tipo de mulher que coloca a carreira antes do amor e da amizade. Eu sou uma mulher que fica em casa e prepara a comida de sua velha e querida amiga.”
Janet foi resgata quando tinha quatro anos. Ela estava em um parque e tinha uma corda amarrada ao seu pescoço. Suas orelhas e rosto estavam mordidos, pois era explorada em rinhas.
Fiona termina a carta, que pode ser lida na íntegra na página do Facebook da cantora, pedindo apoio a sua decisão e esperando rever os fãs logo.
A seguir uma tradução livre da carta original que ela postou no Facebook:

“São 6h da tarde de sexta-feira, e eu estou escrevendo para alguns milhares de amigos que eu não conheço ainda. Estou escrevendo para pedir-lhes para mudar nossos planos e nos conhecermos um pouco mais tarde. Aqui está o motivo. Eu tenho uma cachorra chamada Janet, e ela está doente há quase dois anos, com um tumor no peito crescendo muito lentamente. Ela está com quase 14 anos agora. Eu a adotei quando ela tinha apenas 4 meses de idade. Eu tinha 21 anos, oficialmente uma adulta – e eu a adotei como uma filha.
Ela é uma pitbull e foi encontrada em Echo Park, com uma corda em volta do pescoço, e mordidas nas suas orelhas e por todo o seu rosto. Ela foi usada em uma rinha, para atiçar os cães colocados para brigar. Ela tem quase 14 anos e nunca a vi começar uma briga, ou morder alguém, ou mesmo rosnar, e eu não entendo por que eles a escolheram para esse papel horrível. Ela é uma pacifista.
Janet tem sido a relação mais consistente da minha vida adulta, o que é algo significativo. Vivemos em inúmeras casas, e estivemos em algumas famílias, mas o que ficou sempre foi realmente nós duas. Ela dormia na cama comigo, com a cabeça sobre o travesseiro, e ela aceitou meu rosto, quando chorei histérica em seu peito, com suas patas ao redor de mim, cada vez que eu estava de coração partido, ou espírito quebrado, ou apenas perdida, e conforme os anos se passaram, ela me deixou fazer o papel de sua filha nas muitas vezes em que adormeci com o queixo dela apoiado sobre minha cabeça. Ela estava sentada ao lado do piano quando eu escrevia canções, latiu a todo momento quando eu tentava gravar qualquer coisa, e ela estava no estúdio comigo todo o tempo quando gravei o último álbum. A última vez que voltei de uma turnê ela veio correndo como sempre, e ela está acostumada a me ter longe por algumas semanas a cada 6 ou 7 anos.
Ela tem a doença de Addison, o que torna perigoso para ela viajar pois ela precisa de injeções regulares de cortisol. Ela não tem as ferramentas fisiológicas necessárias para reagir ao estresse e à excitação, o que a deixa constantemente em pânico.
Apesar de tudo isso, ela é alegre e brincalhona, e só parou de se comportar como filhote há cerca de três anos. Ela é minha melhor amiga e minha mãe, minha filha, minha benfeitora, e ela é a única que me ensinou o que é amor.
Eu não posso ir à América do Sul. Não agora.
Quando cheguei de volta da última etapa da turnê nos EUA, senti uma diferença muito grande. Ela não quer mais sair para caminhadas. Eu sei que ela não está triste sobre o envelhecimento ou a morte. Os animais têm um instinto de sobrevivência, mas não um senso de mortalidade e vaidade. É por isso que eles são muito mais presentes que as pessoas. Mas eu sei que ela está chegando perto do ponto onde vai deixar de ser um cão e. em vez disso, ser parte de tudo. Ela vai ficar no vento, e no solo, e na neve, e em mim, onde quer que eu vá.
Eu simplesmente não posso deixá-la agora, por favor, entendam.
Se eu for embora de novo, eu tenho medo que ela morra e não vou ter a honra de cantar para ela dormir, de escoltá-la. Às vezes levo vinte minutos para escolher as meias que vou usar para dormir, mas esta decisão é imediata. Estas escolhas que fazemos são as que nos definem.
Eu não vou ser a mulher que coloca sua carreira à frente do amor e da amizade. Eu sou a mulher que fica em casa e cozinha Tilapia para a minha querida e velha amiga. E ajuda-a a estar confortável, e confortada, e segura, e importante. Muitos de nós, nos dias de hoje, tememos a morte de um ente querido. É a verdade da vida, que nos mantém sentindo medo e sozinhos. Eu gostaria que pudéssemos também apreciar o tempo que ficamos ao lado de quem amamos no final. Eu sei que vou sentir o esmagador reconhecimento dela, e da sua vida e do meu amor por ela, nos últimos momentos. Eu preciso fazer das tripas coração para estar lá para isso. Porque vai ser a mais bonita, a mais intensa, a experiência mais enriquecedora da minha vida, quando ela partir.
Então eu estou ficando em casa, e eu estou ouvindo-a ressonar e bufar, e me alegrando com a sua respiração, a mais incrível respiração que já emanou de um anjo. E eu estou pedindo a sua bênção.
Eu estarei com vocês.
Com Amor, Fiona.”
fonte: anda

domingo, 25 de novembro de 2012

Cachorrinha encontrada muito doente precisa de ajuda urgente

Dia 20 de novembro encontrei nas ruas, na região de Venda Nova – Belo Horizonte, uma cadelinha com cerca de quatro meses; parece ter sido vítima de abandono, com o tempo frio e chuvoso, quis zelar pela vida dela e a recolhi na minha casa para tentar arrumar ajuda já que não posso arcar com os gastos.
Entrei em contato com vários protetores e ONG’s mas nenhum deles pode me ajudar. Fui em busca da Zoonose de Belo Horizonte, ao informar toda a situação e dizer que a cadelinha estava na minha casa, informaram que não poderiam fazer mais nada, que eu deveria tê-la deixado na rua para que a prefeitura fizesse algo. A única forma que eu tenho de a prefeitura me ajudar é abandoná-la novamente nas ruas, cometer um crime, para que eles, talvez, venham a ajudar.
Ela  aparenta estar com muitos vermes, com as fezes aquosas e agonizando muito. Preciso de ajuda o mais rápido possível para levá-la a um veterinário. Por favor, quem puder, ajude.
Contato: Louise – Celular – ( 31 ) 8733-7291 – e-mail: luuh_leeh@hotmail.com ou facebook – fb.com/LouiseMeyrink

sábado, 24 de novembro de 2012

Tudo que existe tem vida

Quando acreditamos nessa possibilidade, o mundo se enche de relações, o tempo todo, onde quer que estejamos. Se acreditamos na comunicação extra-humana, nossa vida fica imensamente rica, mas nossa responsabilidade e trabalho também crescem.

Sim, porque se uma flor caiu do arbusto no cimento escaldante, e ali pertinho tem um canteiro de grama onde ela poderia estar melhor, ou se determinada pedra demonstra querer mudar de lugar, ou certa árvore pede ajuda, não há como não atender – se estivermos atentos ao nosso redor e se confiarmos na própria intuição. Felizmente esses seres têm alma coletiva, pois assim, fazendo por um, fazemos pela espécie, do contrário não haveria tempo hábil para “atender a todos”.

É uma alegria esse relacionamento fugaz, sem compromisso formal, mas muito solidário. São amizades que fazemos, silenciosamente, discretamente, por onde passamos.

Até agora falamos dos reinos da natureza sem falarmos dos animais, pois esses são hors concours, dão luz e propósito a nossas vidas, e, por amá-los e respeitá-los, sentimo-nos responsáveis por proteger todos eles, a ponto de querermos – e trabalharmos – para mudar o mundo.

Mas e se falarmos dos outros, considerados coisas ou objetos? Sinto que também com eles podemos nos relacionar. Ao limpar e lustrar uma mesa, estamos nos comunicando (consciente ou distraidamente) com ela, e, por tabela, com todos aqueles que participaram de sua confecção, desde a árvore ou outra matéria-prima, ao desenhista, artesão ou operário, ao transportador, vendedor, e assim por diante durante toda a sua transformação.

Porém, ao sentarmos a uma mesa, para comer ou estudar, quem de nós lembra dela, ou dos inúmeros apetrechos que usamos para nosso conforto?

A quase infinita oferta de produtos gera a desvalorização do que temos ou vemos. Mas na verdade, cada peça tem sua origem, história e “vida”, dependendo dos caminhos que percorreu e das mãos pelas quais passou. Se não percebemos isso, ficamos apenas a utilizá-las, e nos privamos da interação.

Se ao contrário, praticamos a atenção, essas relações podem enriquecer ainda mais nossa vida interior e, como acréscimo, tornar nossa existência aqui na superfície da Terra bem mais aconchegante, pois estaremos sempre rodeados por energias solidárias, que, em silêncio, nos reconhecem e nos inspiram à gratidão por tudo o que existe.

fonte: Palavra Animal - Nina Rosa

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Sessão dose dupla - Raimundo Fagner

Tambores
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Serenou na Madrugada
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Saudação da Saudade 

Minha saudade 
saúda tua ida 
mesmo sabendo 
que uma vinda 
só é possível 
noutra vida. 

Aqui, no reino 
do escuro 
e do silêncio 
minha saudade 
absurda e muda 
procura às cegas 
te trazer à luz. 

Ali, onde 
nem mesmo você 
sabe mais 
talvez, enfim 
nos espere 
o esquecimento 

Aí, ainda assim 
minha saudade 
te saúda 
e se despede 
de mim. 

Alice Ruiz 


Quem vê, Senhora, claro e manifesto
O lindo ser de vossos olhos belos,
Se não perder de vista só em vê-los,
Já não paga o que deve a vosso gesto.

Este me parecia preço honesto;
Mas eu, por de vantagem merecê-los,
Dei mais a vida e alma por querê-los,
Donde já não me fica mais de resto.

Assim que a vida e alma e esperança,
E tudo quanto tenho, tudo é vosso,
E o proveito disso eu só o levo.

Porque é tamanha bem-aventurança
O dar-vos quanto tenho e quanto posso,
Que, quanto mais vos pago, mais vos devo.

 Luís  Vaz de Camões

Sessão: hipocrisia humana

Cerimônia de Ação de Graças tenta mascarar sofrimento de milhares de perus explorados para o consumo


O presidente dos EUA, Barack Obama, poupou a vida de dois perus, “salvando-os” da exploração para o consumo, nesta quarta-feira (21), em uma tradicional cerimônia de véspera do feriado do Dia de Ação de Graças. Na cerimônia, o presidente, em uma atitude hipócrita, diz que quer dar uma nova chance às aves, batizadas de Cobbler e Gobbler, nomes selecionados a partir de sugestões de estudantes do ensino fundamental da cidade em que os perus foram criados, na Virgínia.

A tradição de “perdoar” um peru de Ação de Graças na Casa Branca começou com John F. Kennedy em 1963 e nela há grande hipocrisia, já que, nesse feriado, milhares de perus são mortos pela indústria cruel, que lucra às custas do sofrimento dos animais.

As vidas poupadas dessas aves fazem parte apenas de um ato simbólico que nada têm a ver com atitudes verdadeiramente conscientes e compassivas. Crueldades recentemente reveladas pela ONG Mercy For Animals mostram a indústria da criação de perus como ela realmente é: uma fábrica de sofrimento e terror para os animais. Essa cerimônia, portanto, não retrata a dura realidade vivida pelos perus explorados – ao contrário: mascara toda a dor por trás dessa data.

Para que uma atitude em relação a esses seres inocentes seja considerada ética e consciente, os milhares de perus que passam todos os anos pela dor e sofrimento causados pela exploração devem ser salvos da crueldade. Respeitar o direito à vida e à liberdade de apenas dois animais, quando milhares continuam passando por processos extremamente dolorosos para o consumo, mostra que um país de primeiro mundo como os EUA ainda tem muito a evoluir em relação à consciência, ética e respeito pelos animais não humanos.

A melhor forma de demonstrar o quanto se valoriza a vida de um animal é tratando-o com respeito, adotando, portanto, o veganismo como a prática da não violência.
fonte: anda

Protetora necessita ajuda...

PANTERA (CÃO DO TUMOR NA FACE) ESTÁ CURADO! MAS NÃO TEM PRA ONDE IR! SOCORRO!


Olá aumigos!

Tudo bem?

Tenho uma boa e uma má notícia hoje...

Vamos pela alegre: PANTERA ESTÁ CURADO!!!! GORDINHO E DE ALTA!!!! VEJAM AS FOTOS!!!! Ele fará só mais 2 sessões de quimio "pra garantir", mas está de alta e tenho que tirá-lo da clínica amanhã.

Agora a notícia ruim: ELE NÃO TEM PRA ONDE IR!!!!!!

Pessoal, quem pode dar um lar temporário pra ele??? Tenho ainda que acertar as latinhas que comeu nestes quase 2 meses internado mas só saberei amanhã o valor.

PELO AMOR DE DEUS QUEM TEM UM CANTINHO? ELE É QUIETO, FICA BEM EM APARTAMENTO, SE DÁ BEM COM OUTROS ANIMAIS...UM ANJO!!! ADORA CRIANÇAS....IDOSOS....É LITERALMENTE UM ANJO...E SÓ FAZ AS NECESSIDADES NA RUA.

SE NÃO TIVER UM LOCAL PRA LEVAR ELE IRÁ PRA HOTEL ONDE A MENSALIDADE CUSTA R$ 350,00 + RAÇÃO. O QUE NÃO TERIA NEM SE FOSSE A $r 5,00 MENSAIS....AFUNDEI MINHA CONTA DE UM JEITO QUE NEM ASSIM TENHO $$$. ENTÃO SE FOR O CASO (E QUE TENHO 99% DE CERTEZA QUE SERÁ POIS COMO É DE PORTE MÉDIO A GRANDE AS PESSOAS NÃO TEM ESPAÇO EM CASA...) ALGUÉM PODERIA APADRINHAR PELO MENOS ESTE PRIMEIRO MÊS PARA QUE DEPOIS EU ME VIRE COM RIFAS, MEU TRABALHO, ARRECADAÇÕES...ENFIM....PRECISO APAGAR O INCÊNDIO ANTES DE TUDO.

Eu sei que infernizo a vida de vocês com casos que por vezes eu mesma fico assustada....mas vejam só como vale a pena dar uma apertada do orçamento!!! no meu caso uma bela afundada...isso pq metade final foi a ONG AMPARA que pagou de tratamento....senão.....acho q já estaria correndo processo nas minhas costas! 

Mas vamos que vamos! QUEM PODE AJUDAR AO PAN DE ALGUMA FORMA?

Para ajudar:

BRADESCO
Ag 475
Cc 62009-2

Itaú
Ag 1788
Cc 06613-0

BB
Ag 3131-3
Cc 19836-6

CPF: 343.648.248-01

Obrigada de coração,
Giselle Sarbouck Pastorello
(11) 7856-4368
clique em cima para ampliar

Show de Prêmios VIRA-LATA

Volta Redonda/ RJ - 23 de novembro de 2012

Olá amigo,
no dia 30 de novembro acontecerá o Show de Prêmios.
Você é nosso convidado.

Em parceria com o Rotary e outras entidades beneficentes em nossa cidade.

Aguardamos você


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Transplante de célula de focinho faz cão voltar a andar
Cientistas da Universidade de Cambridge conseguiram reverter a paralisia em cachorros, após injetar células retiradas do focinho dos animais.

De acordo com os pesquisadores, as descobertas mostram, pela primeira vez, que transplantando este tipo de células em uma medula muito lesionada pode trazer melhoras significativas e abre novas possibilidades.
"Acreditamos que a técnica pode vir a ser usada para recuperar parte dos movimentos em pacientes humanos com lesões na medula vertebral, mas há um longo caminho a percorrer até podermos afirmar que eles serão capazes de recuperar todos os movimentos perdidos", diz o biólogo, Robin Franklin que participou da pesquisa.

O estudo foi financiado pelo Conselho Médico de Pesquisa (MRC, na sigla em inglês) da Grã-Bretanha e publicado no jornal científico Brain.

A pesquisa é a primeira a testar transplantes em animais com lesões sofridas na vida real, ao invés de usar cobaias de laboratório.

Em uma parceria do Centro de Medicina Regenerativa do MRC e a Escola de Veterinária de Cambridge, os cientistas retiraram amostras de células olfativas do focinho dos cães e as cultivaram em laboratório durante várias semanas.

Os 34 cachorros que participaram da pesquisa haviam sofrido lesões na coluna que os impediam de usar as patas traseiras.

Em 23 dos cães foram injetadas células olfativas na coluna e nos outros 11 foi usada uma solução aquosa neutra, sem nenhum efeito, para ser usado como termo de comparação.

Enquanto muitos dos cachorros que receberam o transplante de células apresentaram melhoras significativas e voltaram a andar, nenhum dos caninos do grupo de controle apresentou movimento nas patas traseiras.

Entre os cães com história de sucesso, está Jasper, um basset, de dez anos de idade. Para saber mais, veja o vídeo acima.

Porque o nariz?

Após chegar a idade adulta, o nariz é a única parte do corpo em que terminações nervosas continuam a crescer.

As células foram retiradas da parte posterior da fossa nasal. São células especiais que rodeiam os neurônios receptores que nos permitem sentir cheiros e convergir estes sinais para o cérebro.

Os cientistas dizem que as células transplantadas regeneraram fibras na região lesionada da medula. Isto possibilitou que cachorros voltassem a usar as suas patas traseiras e coordenar o movimento com as patas da frente.

Em humanos, o procedimento poderia ser usado em combinação com outras drogas para promover a regeneração da fibra nervosa e substituir tecidos lesionados.

Geoffrey Raisman, o especialista em regeneração neurológica da University College London, descobriu em 1985 este tipo de célula olfativa, que foi usada na pesquisa de agora.

Ele avalia que este foi o maior avanço dos últimos anos na área, mas diz que não é a cura para lesões de medula. "O procedimento permitiu que um cachorro lesionado voltasse a usar suas pernas traseiras, mas as diversas outras funções perdidas em uma lesão de medula, como uso da mão, controle da bexiga e regulação de temperatura, por exemplo, são mais complicados e ainda estão muito distantes".

Na pesquisa, as novas conexões não ocorreram em longas distâncias, necessárias para conectar o cérebro a medula. Os pesquisadores do MRC disseram que em humanos isto seria vital para pacientes com lesões na medula, que perderam funções sexuais e o controle da bexiga e do intestino.

Por enquanto, o procedimento fez a alegria de May Hay, a dona do cão Jasper: " Antes do tratamento, nós usávamos um carrinho de rodas porque as suas patas traseiras eram inúteis, mas agora ele corre pela casa e no jardim e acompanha os outros cachorro, é maravilhoso!"
fonte: uol

domingo, 18 de novembro de 2012


MENDIGA

Na vida nada tenho e nada sou;

Eu ando a mendigar pelas estradas...

No silêncio das noites estreladas

Caminho, sem saber para onde vou!

Tinha o manto do sol... quem mo roubou?!

Quem pisou minhas rosas desfolhadas?!

Quem foi que sobre as ondas revoltadas

A minha taça de ouro espedaçou?

Agora vou andando e mendigando,

Sem que um olhar dos mundos infinitos

Veja passar o verme, rastejando...

Ah, quem me dera ser como os chacais

Uivando os brados, rouquejando os gritos

Na solidão dos ermos matagais!...

Florbela Espanca

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Lou Reed - dirty boulevard

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Cadela a beira da morte é resgatada, se recupera, mas precisa de ajuda
Mais um caso triste e revoltante em Canoas, RS. Esta cachorrinha das foi batizada por nós de Valentina. Ela era a companhia de um morador de rua, mas apareceu assim, paralisada, e ficou quase uma semana jogada ao relento, com um calor de 40 graus, inerte, com fome e dor. O medo deixou Valentina como morta e ninguém apareceu para resgatá-la.

Numa noite, sem saber para onde levá-la e sem ter condições de resgatá-la, pedi ajuda para uma amiga que mora em Novo Hamburgo. Kate veio imediatamente e fomos ao resgate.

Nenhuma clinica aceitou a internação por R$250 – todo o dinheiro que tínhamos. Fomos grosseiramente atendidas na Pet Center, em Canoas, onde a Doutora gastou um par de luvas e dez minutos, nos cobrou cem reais, e disse que infelizmente a Valentina não seria internada e que somente 250 reais não serviam para dada.

Por mais de seis horas corremos como loucas tentando internar a Valentina, que estava entre a vida e a morte, mas lutava a cada minuto. As portas não se abriam para nós, então, desesperada, liguei para nossa querida amiga e protetora Denise Bastos, que entrou em contato com a clinica Scooby Dudu em Poá, RS.

Internamos a Valentina por R$ 300, emprestados de amigos e familiares, e ela continua lá. Os valores são muito altos e não temos como pagar sozinhas.

A nossa guerreira é muito bonita e, no sábado, já levantava a cabecinha e balançava o rabinho feliz e agradecida. Infelizmente, Valentina precisa de uma cirurgia para retirada do útero, e mais exames.

Precisamos muito de ajuda para pagar os tratamentos dela. Quem puder ajudar, por favor, estará salvando essa peludinha.

Banco Bradesco (237)
Ag.: 3196-8
C/P: 1.000.324-5
CPF: 652.946.450-68
Maria da Graça Santos (Mara)

Contato: (51) 9792-2419

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Distrito Federal testa protótipo de ônibus elétrico
Um protótipo de ônibus elétrico que busca reduzir a emissão de poluentes e o impacto do transporte coletivo no meio ambiente começará a circular em Brasília, experimentalmente, nos próximos meses, mas o passeio inaugural já foi feito pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, na quinta-feira, 8 de novembro. A futura implementação integra um acordo feito com a Fifa (Federação Internacional de Futebol) para a Copa do Mundo de 2014.

Fabricado na China, o modelo em teste na cidade apresenta um conceito ambiental, usa energia limpa e pode contribuir para reduzir a poluição sonora. O veículo é totalmente elétrico, funciona com um conjunto de baterias que proporcionam autonomia média de 150 quilômetros (com o ar-condicionado ligado) e tem vida útil de pelo menos cinco anos.

O interesse do governo do Distrito Federal é testar o modelo, com o intuito de posteriormente montar uma fábrica e produzir os veículos ecológicos na capital. Para o presidente da Sociedade de Transporte Coletivo (TCB), Carlos Koch, este é o momento ideal para execução do projeto. “Estamos muito próximos de fazer uma grande renovação da frota”, destacou à Agência Brasil.

Estima-se produzir os primeiros ônibus elétricos até a Copa do Mundo de 2014, mas isso ainda está em processo de negociação. A introdução do ônibus híbrido, porém, está prevista para o segundo semestre de 2013. Os híbridos já propiciam redução significativa na emissão de poluentes em relação aos ônibus convencionais. Os elétricos são totalmente ecológicos.

O projeto junto a Fifa prevê que os novos veículos sejam usados no transporte dos torcedores do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional Mané Garrincha.

O ônibus elétrico já circula na capital federal para testes e é gratuito para a população. Ainda não foram divulgadas informações sobre os horários e as rotas do veículo. Com a experiência, será possível estudar e avaliar os aspectos de engenharia, de adaptação às rodovias da região e, então, promover as alterações necessárias.
fonte: eco4planet

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Olha só que legal...

Alemão adota cordeiro após filhote ficar orfão

Wolfgang Grensens, um morador de Luebeck, no norte da Alemanha, leva na coleira seus animais domésticos – três cães e um cordeiro – para passear.
O alemão encontrou uma solução para cuidar do cordeiro, um filhote que perdeu a mãe. Ele cuida do animal como se fosse mais um de seus cãezinhos – com alguns cuidados especiais, como dar leite na mamadeira, por exemplo.
Wally, como é chamado o cordeiro de seis semanas de idade, passeia e vive muito bem com seus companheiros cães.

fonte: terra
Respeite a vida, seja vegetariano

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domingo, 11 de novembro de 2012

Sessão crueldade humana...

Festa Internacional do Churrasco mobiliza 40 mil pessoas em Bagé
Consumo de carne superou a marca de 10 toneladas em três dias de evento
Depois de três dias de realização da 10ª Festa Internacional do Churrasco, mais de 40 mil pessoas circularam pelo Parque do Gaúcho, em Bagé, no Sudoeste do Estado. De acordo com o coordenador do evento, Jorge Abott, somente os fornecedores credenciados para comercialização no interior do Parque distribuíram mais de 10 toneladas de carne. “Isso sem contar as centenas de pessoas que ocuparam os 200 acampamentos disponibilizados gratuitamente, e as famílias que se instalaram em barracas, e que também prepararam o próprio churrasco com a carne que levaram de casa”, explicou Abott.
fonte: correio do povo

Projeto Induto de Natal visa salvar animais sacrificados para ceias

O Núcleo de Serviços Crer-Sendo, em parceria com o Instituto Nina Rosa, lança a campanha Induto de Natal. O objetivo da ação é evitar a morte de animais, de várias espécies, que são anualmente servidos como alimento nas ceias de Natal. Este sacrifício tem de acabar.
Para abrigar os pequenos animais salvos, o Santuário dos Reinos, em Nova Friburgo, e a Comunidade Luz Nova, em Teresópolis, no Rio, precisam de ajuda.
Para doações em dinheiro:
Núcleo de Serviço Crer-Sendo
CNPJ: 00482959/0001-00
Banco Itaú
Ag.:6370
C/C: 12579-8
Contato: (22) 9101-6092 / (21) 9380-5763 ou pelo e-mail: santuariodosreinos@crersendo.com.br ou secretariafazenda@crersendo.com.br

fonte: anda