Quem sou eu

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Morrer de cansaço
Tem uma foto minha, aos 3 ou 4 anos de idade, montada em um jumentinho todo paramentado. Eu me lembro do dia desta foto. Eu me lembro de ter sentido muita emoção por estar tão perto do “cavalinho” (para mim, aquele era um belo cavalo!) e de ter soltado um grito quando ele deu uns passos comigo em cima da sela.

Eu também me lembro de ter afagado o bichinho no pescoço… E me lembro de que essa foto foi minha favorita durante muitos, muitos anos.

Sempre amei os animais. Para mim, naquele momento, montar no “cavalinho” era um gesto de amor. Eu não imaginava que o estava escravizando.

O mesmo deve acontecer com muita gente que usa as charretes de Petrópolis, da Ilha de Paquetá, de Campos do Jordão e de tantos outros destinos turísticos que mantêm os “charmosos” (para quem?) passeios a bordo de veículos puxados por animais. Não creio que o turista médio, que vai passear nessas localidades na companhia de seus familiares durante um final de semana prolongado, aja de má-fé. É, talvez, um inocente útil, a alimentar uma atividade cruel, que já deveria ter sido extinta há muito tempo.

A questão das charretes ganhou recente notoriedade com o desfalecimento, em praça pública, do cavalo Falcão. Exausto, ele caiu diante de todos. Foi examinado e os veterinários constataram desidratação, entre outros sinais de maus-tratos.

E a reação do Sr. Rubens Bomtempo, Prefeito de Petrópolis, cidade onde se deu o fato, limitou-se à promessa de que os cavalos serão “examinados”.

Não basta isso, Sr. Bomtempo. Em 2004, um cavalo já havia caído morto de tanto cansaço, diante de todos! Falcão não é a primeira, nem será a última vítima. Será que falta, ao Prefeito, a coragem necessária para encaminhar um Projeto de Lei à Câmara Municipal, sugerindo o fim da atividade? Neste caso, um empurrãozinho dado pela opinião pública seria extremamente útil.

Também merece menção a morte recente do cavalo Parceiro, socorrido em estado grave na Ilha de Paquetá por veterinários da Secretaria Especial de Defesa dos Animais, em 26 de março deste ano. Os técnicos atenderam denúncias de moradores da região, e o animal foi transferido para o Centro de Controle de Zoonoses local. Anêmico e desidratado, Parceiro trazia em seu corpo combalido diversos sinais de tortura e uma lesão na medula que o impedia de ficar em pé. Infelizmente, as providências foram tardias: após o resgate, Parceiro viveu só mais cinco dias.

O mais triste é que a tragédia não teria acontecido se as leis do País não fossem tão frouxas. Afinal, o “dono” de Parceiro, um tal de Edir Rosa, já havia sido denunciado em outras ocasiões, sem que nada de efetivo acontecesse. Somente após a repercussão do fato mais recente ele perdeu a licença de trabalho – mas as autoridades locais não foram além desses passos tímidos.

Cavalos são animais inteligentes e sensíveis. Têm uma história longeva e sólida de cooperação com a humanidade, que os recompensa com o matadouro depois de uma vida inteira de trabalho, com a eutanásia diante de uma pata machucada, com a exploração de sua força e beleza até que seu coração sucumba numa tarde de calor…
Se estamos sempre prontos a rechaçar os absurdos da China, as touradas de Espanha, as rinhas ilegais e a farra do boi, não podemos fazer vista grossa ao abuso cometido pelos “comerciantes de passeios” em charretes que atuam Brasil afora.

O primeiro passo talvez seja conscientizar os potenciais usuários. Em minha humilde opinião, quem odeia animais costuma ficar longe deles. Por isso, acredito mais na predominância dos “clientes tolinhos” do que no fluxo em massa de pessoas malvadas querendo maltratar os bichos. Tenho certeza de que falta, para essa gente, informação bastante para repensar (e readequar) seus hábitos.

E nada acontece fora da política. Por isso, é urgente pressionar os homens públicos dessas localidades, para que realizem mudanças significativas em suas legislações. Certamente, o argumento do “impacto econômico” surgirá para defender que tudo permaneça como está, mas aqueles que hoje exploram essa atividade podem muito bem migrar para outras áreas. O Brasil carece de trabalhadores para a construção civil, por exemplo. Esses indivíduos bem que podem aprender uma profissão de verdade e gerar dividendos para o País, em vez de arrancarem o sustento da dor e da exaustão de animais inocentes.
fonte: resolvendo idéias - sílvia lakatos

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vamos repassar, não custa nada...

A questão não é só os R$ 0,20 do transporte público

É assim que começa.

Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
Lei de Reforma do Congresso de 2013 (emenda à Constituição) PEC de iniciativa popular: Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)
1. Fica abolida qualquer sessão secreta e não-pública para qualquer deliberação efetiva de qualquer uma das duas Casas do Congresso Nacional. Todas as suas sessões passam a ser abertas ao público e à imprensa escrita, radiofônica e televisiva.
2. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.
3. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

4. Os senhores congressistas e assessores devem pagar por seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

5. Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

6. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

7. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.

8. Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não um uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.
Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. A hora para estaPEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO.
Se você concorda com o exposto, REPASSE.  Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil.

NÃO SEJA ACOMODADONÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR.NÃO CUSTA NADA REPASSAR.
fonte: email recebido

Vamos ajudar, assinem a petição

Cães despejados e condenados à morte por juiz no Sul de Minas ainda tem destino incerto


A polêmica decisão do juiz de direito João Cláudio Teodoro, na cidade de Bueno Brandão, no sul de Minas, determinando o despejo de 70 animais que vivem sob a guarda da protetora Ana Karina, mais uma vez revolta a sociedade mineira que questiona a legislação vigente.
Segundo nota divulgada no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), a decisão foi tomada porque a tutora não cumpriu o acordo feito em janeiro deste ano de transferir os animais para outro local, e consta como autora de infração penal no processo que tramita no juizado especial criminal da comarca da cidade, pelo crime de pertubação do sossego alheio, reclamação registrada pela vizinhança. Ainda segundo a nota, o fato de a responsável pelos animais não ter mudado de endereço no prazo estipulado, representa total desrespeito aos direitos de seus vizinhos e à própria lei.
A decisão da matança dos 70 animais revoltou protetores de todo o país que lutam pelo direito à vida destes animais. Ao contrário do que a lei determina, eles não são simples objetos, mas sim seres vivos dignos de respeito. “Por isso lutamos para alterar a legislação. Os animais tem que ser considerados como vidas, o que efetivamente são. Nos Estados Unidos eles são tidos como um menor incapaz, ou seja, uma vida que como tal, possui todos os seus direitos resguardados”, diz o advogado Arildo Carneiro Junior, especializado em defesa dos animais.
Segundo ele, a perturbação do sossego só é configurada após a realização de perícia que comprove que o nível de decibéis no local ultrapasse os 85 determinados por lei. “É o único meio de comprovar a denúncia. As autoridades não podem se basear apenas em prova testemunhal de vizinhos, já que na maioria dos casos é constatada apenas uma implicância pessoal de indivíduos que não gostam de animais”. Somente após esta constatação é que o ajuste de conduta deve ser acordado entre as partes.
De acordo com a lei federal 9.605/98, artigo 32, de proteção ao meio ambiente, praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exótico, é crime. No entanto, a morte de animais resgatados das ruas é prática comum nos centros de zoonoses das cidades brasileiras, e tida como normal. “O sacrifício de qualquer animal é caracterizado como crime de maus-tratos. E apesar disso, a legislação municipal de várias cidades confronta a lei federal, permitindo a eutanásia de animais saudáveis”.
Muitos destes animais são mortos simplesmente porque os protetores responsáveis não têm condições financeiras para mantê-los, já que não recebem nenhum tipo de ajuda dos poderes públicos. São particulares e grupos que se movimentam tentando fazer um trabalho solitário.
Somente em Belo Horizonte são mais de 30 mil cães abandonados nas ruas. A tarefa dos defensores dos animais é árdua, já que além de arcar com todas as despesas dos animais resgatados até encaminhá-los para a adoção, e de conviver com o preconceito de muitos membros da sociedade, ainda tem que enfrentar uma legislação que considera vidas como objetos.
Depois da grande repercussão do caso, o juiz convocou uma audiência no Fórum de Ouro Fino (MG) com a presença do prefeito de Bueno Brandão, Danilo Alberto Costa. O prefeito pediu ao juiz que aumentasse o prazo para o cumprimento da determinação alegando dificuldades estruturais, mas João Cláudio Teodoro não voltou atrás, confirmou a decisão e ainda alertou o prefeito sobre as consequências jurídicas do não cumprimento.
Por hora, a prefeitura pensa em reativar o antigo matadouro municipal para abrigar os cães. A administração ainda negocia a ida dos animais para uma ONG de Paraibuna (SP).
Evite esta tragédia. Assine a petição que pede o fim da matança dos animais tutelados pela protetora. (clique aqui para assinar)

domingo, 23 de junho de 2013

Para economizar energia e não derreter: feche as janelas certas
Estamos no inverno mas algumas regiões do Brasil não se importam com isso e continuam quentes como sempre (se não é seu caso, anote as dicas para o final do ano), então é provável que você queira manter ventiladores ou aparelhos de ar condicionado ligados por horas, ou até o dia todo. Mas isso consome energia, MUITA ENERGIA, então veja algumas dicas de como usar as janelas a seu favor.
Quer a regra fácil? O Sol nasce no Leste, passa pelo Norte durante o dia e se põe no Oeste, então fechando as janelas/cortinas/persianas na direção em que ele está, entrará menos calor e você não precisará ligar ventilador ou condicionador de ar (pelo menos não na potência máxima).
Mantenha as janelas da direção oposta abertas para o ar circular e, pelo menos por algum período do dia, abra também as janelas por onde o Sol entre, afinal, você não pretende fazer criação de fungos e bactérias para acabar com a saúde, certo?
Em dias frios, mas ensolarados, abra tudo para o calor entrar e exigir menos aquecimento do condicionador de ar. Se o Sol estiver encoberto ou o tempo chuvoso, mantenha fechado para não perder o calor do ambiente.
Se você não tem uma bússola, e não faz ideia dos pontos cardeais, existem aplicativos para celular que indicam graças ao magnetômetro dentro do aparelho.
Para os mais curiosos, lembre que estamos no hemisfério sul, e, especialmente descendo cada vez mais em relação à linha do equador, graças a inclinação da Terra, temos o Sol nascendo no Leste e se pondo no Oeste no início da Primavera, porém ao longo do tempo ele vai nascendo mais na direção do Norte, para depois ir retornando ao nascimento no Leste. Por isso, usar o Sol como regra para abrir e fechar janelas é tranquilo, já como referencial de direção é uma má ideia.
fonte: eco4planet

Esta é a verdadeira revolução...proteste contra a matança dos animais

Movimento Vegano começa a tomar conta de Los Angeles
Em Los Angeles, um dos maiores pólos de migração latina nos Estados Unidos, o mercado de produtos veganos está crescendo de uma maneira bem animadora. Trata-se de uma cidade conhecida pela consciência corporal (tanto em questão de saúde quanto de estética), ambiental e também pelo poder dos negócios. As celebridades abraçando a causa também estimulam esse crescimento, que está estabelecendo uma vibrante subcultura.

Além da alimentação sem carne, organizações e eventos relacionados aos vegetarianos também estão desembarcando na cidade. Tudo isso está contribuindo muito para que a cidade californiana se transforme em um verdadeiro epicentro da cultura vegana. E isso é reconhecido até mesmo por organizações veganas de todo o mundo, como é o caso da publicação VegNews.

Atualmente, o veganismo denota uma verdadeira identidade para boa parte dos angelinos (os habitantes de Los Angeles). Apesar de apenas 2% dos moradores da Califórnia se considerarem veganos em 2010, nota-se um verdadeiro aumento na quantidade de pessoas que opta por abandonar a carne e outros produtos oriundos do sofrimento animal de suas vidas.

Responsáveis pelo Vegan Outreach ainda dizem que o movimento está crescendo muito mais rápido do que pensava-se ser possível. O número de pessoas aderindo ao veganismo é um cenário animador e que estaria “realmente encorajando os veganos quando se olha para uma perspectiva ainda maior”.

Um dos principais polos dos veganos em Los Angeles é a rede Native Foods, que oferece alimentos livres de crueldade para os consumidores e o faz com muita beleza visual. Com isso, os produtos não ficam muito diferentes de suas “inspirações visuais onívoras” e acabam cativando até mesmo pessoas que não são vegetarianas.
fonte: anda

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Volta Redonda/RJ,  19 de Junho de 2013.

Amigo,

Grite por eles! 
Em Volta Redonda temos uma prefeitura omissa em relação a políticas públicas para animais. Ruas cheias de animais abandonados, castração limitada, carroças que dividem espaço entre carros, venda ilegal de animais em via pública e um prefeito que não cumpre as leis e não recebe ONGs e defensores de animais.


Fotos da família, 2 - junho de 2013





domingo, 16 de junho de 2013

Itamar Assumpção - abobrinhas não



Abobrinhas, não

Cansei de ouvir abobrinhas
vou consultar escarolas
prefiro escutar salsinhas
pedir consolo às papoulas
e às carambolas
pedir um help ao repolho
indagar umas espigas
aprender com pés de alho
ouvir dicas das urtigas
e dessas tulipas
um toque pro miosótis
um palpite do alpiste
uma luz da flor de lótus
pedir alento ao cipreste
e pra dama da noite
pedir conselho à serralha
sugestão pro almeirão
idéias para azaléias
opinião para o limão, pimentão
abobrinhas não

Itamar Assumpção

Olha só...mais uma do google

Projeto do Google quer fornecer internet gratuita por meio de balões

O Google está enviando balões para a estratosfera com o objetivo de disponibilizar wi-fi gratuito ao mundo. Trata-se do projeto Loon.
A ideia é fazer centenas de milhares de balões de alta pressão voarem na Terra e fornecerem internet para bilhões de pessoas.
A iniciativa faz parte do famoso Google X Lab, que trouxe ao mundo o Glass (óculos com conexão à internet) e carros autônomos.
Segundo a "Wired" (revista especializada em tecnologia), esta é uma proposta audaciosa, e hoje em Christchurch [segunda maior cidade da Nova Zelândia], o Google fez uma conferência à imprensa com o primeiro-ministro da Nova Zelândia para revelá-lo formalmente.
O Google também fará o maior teste do projeto Loon: 50 pessoas em Christchurch dentro de uma faixa de 20 km dos balões verão se eles podem se conectar a partir do céu.
As informações são da revista "Wired".

fonte: folha

Olha só que tri...




Fotos da família- junho de 2013









sábado, 15 de junho de 2013

Olha só

Um maço de cigarros por dia = R$ 2 mil por ano
Responsável pela derrubada de mais de 3,5 milhões de hectares de florestas, que dão lugar ao plantio de tabaco; considerado o maior poluidor ambiental doméstico, com estimativa de matar 8 milhões de pessoas até 2030; grande causador de doenças como câncer, enfisema pulmonar e enfermidades cardiovasculares, o cigarro também é um vilão dos bolsos dos cidadãos.

O Ibope apontou que o cigarro é um dos novos produtos que fazem parte da cesta de consumo da população da classe C. Entre as famílias das classes D e E, os gastos com o vício chegam a representar 13% da renda mensal. O órgão estima ainda que a tendência é o aumento deste percentual, que deve se igualar ao consumo de produtos de mercearia e vestuário.

Na prática

Se uma pessoa que fuma um maço de cigarros (valor médio de R$ 5,50) todos os dias deixasse o vício por um ano, conseguiria economizar mais de R$ 2 mil. O valor daria para comprar cerca de 25 cestas básicas. “Se o fumante fizer o simples exercício de calcular o que deixaria de gastar no primeiro ano sem fumar e, pensar o que poderia concretizar com esta economia, isto poderia encorajá-lo fortemente a parar”, destacou ao portal Exame.com o médico pneumologista e sanitarista Alberto José de Araújo.

“Escravizados pela dependência, muitos fumantes não percebem que, se deixassem de gastar seu dinheiro com cigarro, poderiam investir em bens essenciais, como uma melhor alimentação, qualidade de vida”, apontou Araújo. Segundo o especialista, é importante que eles reflitam sobre as perdas financeiras que sua dependência acarreta e, em longo prazo, nos gastos para remediar os efeitos nocivos do cigarro, que podem comprometer o orçamento doméstico.

Se considerar os reajustes no preços dos cigarros, o prejuízo financeiro pode se agravar. No final de 2012, o valor do produto apresentou um aumento de 16% em 20 Estados do Brasil. A Receita Federal indica que a alta dos valores em 2013 e 2014 pode ser de 13% e 10%, respectivamente. Por outro lado, ao subir de preço, muitas pessoas param de fumar.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 1989, aproximadamente 35% dos brasileiros fumavam, em 2008 este índice caiu para 17,2%. O fato tem a ver também com a restrição da publicidade e a adoção de ambientes onde o uso do tabaco é proibido.

Fim da publicidade

Em 2013, a Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, no Dia Mundial sem Tabaco, sobre osperigos dos anúncios de cigarro divulgados nos meios de comunicação e também em pontos de venda. O secretário-geral da ONU Ban Ki-moon observou que banir a publicidade de tabaco pode salvar vidas.

De acordo com a OMS, apenas 6% da população mundial está totalmente protegida da exposição aos anúncios criados pela indústria do cigarro. O Brasil é citado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos países que estão conseguindo progressos na área.

A cada ano, o cigarro é a causa da morte de seis milhões de pessoas. Deste total, 600 mil são fumantes passivos, vítimas de complicações respiratórias.
fonte: eco4planet

Respeite todos os seres vivos, inclusive o ser humano

A Revolução Vegana


Indefesos animais são explorados pelo homem há milênios. Desde o advento da agricultura, no período neolítico, iniciamos com a exploração dos mais mansos, logo facilmente domesticados (ex: a vaca, dócil e fácil de ser domada, que nos fornece leite e maior quantidade de carne, face ao seu tamanho), bem como os animais úteis as nossas necessidades, como o cavalo, animal forte para arar o solo e ágil, boa montaria, com isso nos auxiliando a encurtar distâncias.

O ser humano os explora, não só com a função de comida e trabalho, mas com a ideia de que consegue obter a salvação de seus maus hábitos. Muitos povos antigos acreditavam que torturar animais, sacrificando-os como oferenda aos “deuses”, apaziguaria a ira desses, fazendo com que não jogassem “doenças” sobre nós. Destorcido entendimento de que nossas doenças fossem capricho dos deuses, ao invés de um estilo de vida errôneo.

Conseguimos literalmente explorar todo o reino animal. Desde os mais variados animais terrestres, também os aéreos e marítimos, tornaram-se “prazeres degustativos”. Certas culturas chegam a comer até cavalos, golfinhos, cabras, cobras, ursos, jacarés. Australianos comem carne de canguru, enquanto chineses comem cérebro de macacos e carne de cachorro. A culinária japonesa e seus peixes crus, usa inclusive o baiacu, que tem um veneno letal, que se não removido devidamente, pode matar o gourmandisse. O sushi de baiacu é uma “iguaria”, que, apesar de poder causar morte, muitos pagam e demasiado caro para comê-lo.


“A gelatina que comemos desde nossa infância, saída de uma linda caixinha colorida, não é nada além do que ossos, pele e outras partes do tecido conectivo de animais derretidos através do cozimento.”

Genitálias de certos animais são ingeridas como afrodisíacos. Fígado de ganso super alimentado, mais famoso pelo requintado nome francês “foie gras”. A pata do boi não se salva e vira mocotó e gelatina, ou seja, a gelatina que comemos desde nossa infância, saída de uma linda caixinha colorida, não é nada além do que ossos, pele e outras partes do tecido conectivo de animais derretidos através do cozimento.

Até os pobres e ínfimos insetos não fugiram da maldade do homem, por exemplo, as abelhas trabalham durante meses laborando seu mel, e lá vamos nós e roubamos sua comida.

O bicho da seda é literalmente cozido vivo, para que roubemos sua seda. Gafanhotos, cigarras, grilos, cupins, baratas e outros insetos são comidos em diferentes culturas pelo mundo grelhados e servidos em espetinhos.
Devido à imposição lucrativa da máquina “indústria pecuária”, todo subproduto da produção de animais é reaproveitado e transformado em algo para gerar mais e mais capital. O couro utilizado na produção de roupas, sapatos, cintos, bancos de carros e inúmeros outros utensílios do nosso dia a dia, provém em sua maioria da pele do boi, pois milhares deles são mortos todos os dias. O couro desse animal é abundante e, portanto, bem barato, o que o torna o mais utilizado. No entanto, em menor proporção, as peles de outros animais também são utilizadas como a de cangurus, jacarés, cobras, porcos.

Parece, simplesmente, não existir limites ao paladar do homem e ao nosso desejo por matar e metamorfosear todo tipo de pedaço animal em “comida” ou seus “restos” em utensílios. Complementando a afirmativa acima, pode haver extermínio humanitário? Isto não soa, no mínimo, incoerente?

É óbvio que o consumo de produtos animais é antiético, pois não necessitamos deles para nos nutrir, ainda assim os escravizamos e matamos pelo simples “gosto”, que algumas de suas partes nos fornecem.

Mais degradante do que a produção de animais para o consumo alimentar é a utilização para esportes, entretenimento, rituais e comércio de animais, que seres humanos desenvolveram nos últimos milênios. A caça, as touradas, sacrifícios para rituais, esportes como corridas de cavalo, rinhas (briga de galos, cachorros etc.), enjaular animais e vendê-los como mercadoria, assim como qualquer tipo de exploração animal, em prol barbáries, com entretenimento e lucro, denota o nível ao qual o ser humano desceu, optando pela exploração e sacrifício animal, quando a natureza lhe oferece gratuitamente seu alimento. Enfim, não conseguimos respeitar, zelar por outras formas de vida, que nunca se destinaram aos “propósitos” do homem.

Durante a segunda guerra mundial, os nazistas fizeram experiências nos judeus, em nome da “ciência” e o mundo entendeu como algo ultrajante, mas nos laboratórios, em todo o mundo, são utilizados milhares de animais, sendo cometidas as mais bizarras atrocidades. Desde serem submetidos a cancerígenos, todo tipo de drogas farmacêuticas, até cosméticas, bem como substâncias e teste de dietas.

Serão as vidas desses animais, seus sentimentos e sensações possíveis de serem negligenciadas? Será que cabe torturá-los e maltratá-los em prol dos luxos e “commodities” da vida moderna?

Infelizmente, registro que minha visão e atitudes nem sempre foram essas, não via gaiolas de animais como prisão. Tal conclusão, entre tantas outras, só adotei após seguir o veganismo. Hoje, não consigo entender como “donos” de animais conseguem manter seus queridos e preciosos companheiros presos atrás de grades por anos ou décadas. Será que o animal não merece sua liberdade natural, movimentar-se, escolher e buscar seu alimento, socializar-se com outros de sua espécie, ser livre?
Considero que inclusive alguns veganos de longa data não conseguem contemplar tamanha maldade e atrocidade, que acarretamos a esses seres e a nós mesmos nestes últimos milênios.

Enquanto escravizarmos, explorarmos, abusarmos, escalpelarmos e matarmos esses animais, enquanto infligirmos à dor, mesmo aos “animais denominados inferiores”, nunca poderemos esperar vivenciar uma existência harmoniosa a saúde, pois segundo dizem velhos ditados: “colhemos o que plantamos” e “o que fazemos aos outros, volta em dobro”.

Existem leis proibindo o maltrato de animais. Elas não se aplicam a todos animais? Serão restritas somente a algumas espécies consideradas “domésticas”? E como se enquadram os pobres animais torturados e criados exclusivamente para virarem comida?

Eduardo Corassa

obs: a vaquinha acima faz parte da família cavalet

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Olha só que legal...é o iníco do fim da crueldade

O mundo vai marchar pelo fim dos abatedouros
Neste final de semana várias cidades do mundo vão marchar pelo fim da matança e escravidão dos animais.  E o Brasil não poderia ficar de fora. Em duas cidades brasileiras – Rio de Janeiro e Bauru (SP) – haverá marcha como forma de conscientizar as pessoas com relação a escravidão a que os animais, em especial, “de consumo” são submetidos.
Mais 8 cidades também irão marchar: Paris, Toulouse, Toronto, Londres, Istambul, San Diego, Perth e Melbourne.
Aproximadamente 58 bilhões de animais, entre bois, vacas, porcos, galinhas e peixes, são mortos por ano para atender a demanda da carne. Esses animais têm a sua liberdade roubada vivendo uma vida medíocre atrelada a cruel indústria da carne. Passam a vida toda sendo vistos como números, objetos, coisas…
Isso sem falar nos abatedouros. Lugar este que cheira medo, incerteza, morte… Antes de morrer os animais veem seus “amigos”  sendo assassinados. Eles lutam com todas as forças para fugir da morte inevitável.
“É preciso deixar nascer uma nova consciência, um novo paradigma a respeito de todos os animais para que sejam respeitados como sencientes que são, com emoções, desejos e toda uma vida para desfrutar,” disse a organizadora da marcha no Rio de Janeiro, Cibele Clarck.
Este final de semana você terá a oportunidade de dar voz aos animais. Participe da marcha. É hora de conscientizar mais pessoas sobre os benefícios de uma dieta vegetariana/vegana. É hora de mostrar que a matança de animais precisa de um basta.
Bauru (SP)
Em Bauru a marcha irá acontecer no sábado, dia 15 de junho, com ponto de encontro marcado na quadra 4 do calçadão Batista, ás 14 horas.  Para maiores informações acesse a página do evento.
Rio de Janeiro
A Marcha no Rio ocorrerá no domingo, dia 16 de junho. A concentração será no Arpoador,  ás 14 horas e então seguirá para o Leblon.  Acesse a página do evento para obter mais informações.
fonte: anda

domingo, 9 de junho de 2013

Você Quer Fazer História?

Olha só que legal...

Fotos mostram animais e seus tutores quando eram pequenos e já adultos








Além de passarem a ideia de uma linda e longa amizade, construída ao longo de anos, essas fotografias são a prova de que as famílias que os adotaram, não abandonaram esses animais. Assumiram a responsabilidade por eles de verdade. Podem e devem ter passado por muitos problemas, tristezas e dificuldades, mas não os abandonaram, pois não há desculpas para isso. Estiveram juntos e estarão até o fim.

As imagens também servem para lembrar que ao adotar um animal, deve-se pensar que ele pode viver por muitos anos, portanto a decisão não pode ser feita por impulso. Um cãozinho ou gatinho pode parecer fofo e irresistível, mas antes de levá-lo para a casa por isso, lembre-se que ele precisará de cuidados por toda sua vida. Abandono de animais é crime, e para além das leis, é uma crueldade com o bicho, que se apega ao convívio com os tutores e pode sofrer muito com a separação.

fonte: anda

sábado, 8 de junho de 2013

Olha só que tri

Potro órfão dorme em colo de urso de pelúcia em santuário


Breeze e Button são um par adorável em destaque nas notícias recentes da mídia internacional sobre animais.

Breeze, um potro de Dartmoor Hill, foi encontrado em estado de choque e desidratação – horas após ter nascido – por um fazendeiro no condado inglês de Devon, no mês passado. De acordo com um apelo publicado no site Mare and Foal Sanctuary, a mãe do potro não foi encontrada, e ele foi visto tentando mamar em outras éguas que encontrava. As informações são do Huffington Post.

A Organização resgatou-o e o levou ao santuário, onde ele recebeu amplo cuidado e nutrição.

Mas sem a sua mãe, Breeze sentia-se sozinho, e parecia triste. “Embora seus cuidadores ficassem dedicados a ele todo o tempo, não é a mesma coisa”, disse Syra Bowden, diretora do santuário.

O santuário costuma manter bichos de pelúcia que recebe como doação para confortar equinos filhotes órfãos, mas sua última doação foi utilizada por outro filhote resgatado há pouco tempo antes de Breeze. Voluntários da ONG foram à comunidade procurar outro bicho de pelúcia e as doações começaram a aparecer.

Um enorme urso de pelúcia chamado Button tornou-se o companheiro de Breeze durante as noites, de acordo com um vídeo divulgado pela SWNS, e a equipe do santuário disse que a condição do animal parece estar melhorando. “Tem sido maravilhoso ver Breeze interagindo com seus novos amigos e aconchegando-se neles para dormir. Eles são grandes companhias para ele, dando-lhe conforto durante os breves períodos em que os cuidadores não estão presentes”, afirmou Bowden.
fonte: anda

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Se fosse pra ter lã você seria ovelha, e não humano

A lã é da ovelha. O mel é da abelha. O leite é da vaca. É da cabra. É da mãe para a sua própria cria. O chifre é do búfalo. É do boi. É do rinoceronte. O marfim é do elefante. A barbatana é do tubarão. A pata é do coelho. O pelo é da raposa. É do vison. É do urso. A pena é do pato. É do ganso. É do pavão. O couro é da vaca. É da cobra. É do jacaré. “Bife” já é português arcaico; “churrasco”, “rodeio”, “zoológico”, “carroça”, “circo”, também. A vida de cada animal pertence somente a ele. E não a nós. A liberdade é deles. E não nossa de tirar-lhes a vida, a liberdade, a saúde. Os animais existem por suas próprias razões e não para serem usados em testes, como alimento, vestimenta ou entretenimento. Animais não são objetos. Animais não são produtos. E suas vidas não têm preço, assim como a sua e a minha e a de qualquer outro ser humano também não tem. O mar é do golfinho. Da baleia. Do tubarão. Da foca. De todos os outros animais marinhos, porque o mar é a casa deles. E dos outros peixes, crustáceos, répteis e anfíbios, porque os rios, as lagoas, os mangues e a mata são deles. Assim como o céu é das aves. Das grandes e das pequenas, das que cantam e das que não; incluindo a que está naquela gaiola, grande ou apertada, em sua casa, ou na do vizinho.
fonte: Cronicato - Rogerio Rothje

terça-feira, 4 de junho de 2013

O dia que descobri o que não me contaram

Meu nome é Flávia, tenho 15 anos, e hoje eu chorei de vergonha. Chorei de vergonha de mim mesma e chorei de vergonha por todo o resto da humanidade. Hoje também, tomei a decisão mais importante da minha vida.

Antes de tudo, lembre-se que uma luta não impede a outra.

Nesse dia eu aprendi uma porção de coisas. Mas mal sabia eu que era só o começo. Ouvi muitas pessoas me dizerem ”Mas você é tão novinha!”, ”Que decisão radical!”, ”Ah, que bobeira, é só uma fase.”, ”Não faz sentido algum.”, ”Que exagero, as coisas nem funcionam desse jeito.” ,”Você vai ficar doente.” ,”Você vai ser anêmica!”, entre outras mil piadas e opniões que alguém escuta ao não se enquadrar nos padrões estabelecidos.

Ouvi, li, aprendi, debati, pesquisei. Nunca suportei ser uma dessas pessoas que inventam argumentos no meio da discussão. Nunca suportei não saber defender uma causa que acredito. Nunca suportei me indignar com algo e permanecer imóvel. Você que está lendo agora, não fique na defensiva, por favor. Não vegetarianos/veganos possuem uma tendência a serem ásperos quando tocamos em um assunto tão sensível e delicado como sua preestabelecida cultura e seu modo de se alimentar.

Eu sinto muito se algum dia vocês encontraram alguém que decidiu parar de comer carne que tentou impor sua maneira de ver e te agrediu de algum modo. Sinto muito se algum dia você leu uma notícia mentirosa, que somente privilegia as indústrias e condena os vegetarianos e, por falta de informação, acreditou cegamente. Sinto muito pelas poucas pessoas que te apoiarão se algum dia você decidir virar vegetariano. Sinto muito pelos restaurantes, bares, cantinas, marcas e produtos que não te oferecerão opções. Sinto muito pelos comentários que você vai ouvir e pelas grosserias, que somente por educação você aguentará calado. Sinto muito pela quantidade de argumentos inventados que você ouvirá em discussões e pelas milhares de vezes que a discussão sobre vegetarianismo será levantada na sua presença. Sinto muito por nunca terem te contado isso quando você era criança, somos muito mais sábios e flexíveis na infância. Existem exceções, é claro, talvez você seja assim, talvez tenha sido assim. Mas custa a mim acreditar que você, com cinco anos de idade, ao ver alguém matar um porco, uma vaca ou um cachorro iria agir normalmente e ainda condenar aquele que está defendendo tais animais. Aliás, você seria o primeiro a defender.

Quando decidi parar de ingerir qualquer tipo de carne, eu só tinha um motivo: Amor. Amor pelos animais, amor pelo planeta, amor pela mudança. Hoje, cinco anos depois, eu tenho uma infinidade de motivos que só fortalecem a minha decisão e me confirmam que é o melhor que eu poderia ter feito. A ignorância traz felicidade. Você deve ser muito mais feliz que eu somente pelo fato de nunca ter pensado no assunto. Você come sua carne mal passada, sangrando, sem se preocupar de onde ela veio, como ela foi feita, por quem ela foi produzida ou – o mais simples de tudo – qual foi o animal que teve sua vida sacrificada pra que você pudesse almoçar confortavelmente em uma churrascaria próxima. Pra que pensar nisso, não é mesmo? É mais fácil usar uma argumentação baseada no pior do senso comum. É mais fácil atacar do que tentar compreender. É mais fácil fechar os olhos e tampar os ouvidos. Não diga em frente a uma panela que você ama peixes, que você ama frangos, que você ama bois. Amor: Sentimento que induz a aproximar, a proteger e a conservar. Você não mata quem ama. Você não paga para matarem quem você ama.

”Sem dúvidas existem diferenças, uma vez que humanos e animais não são iguais em todos os aspectos. A questão da igualdade usa uma outra face. Concordamos que estes animais não têm todos os desejos que um humano tem. Concordamos que eles não compreendem tudo que nós humanos compreendemos. No entanto, nós temos alguns desejos em comum e compreendemos coisas que eles também compreendem. O desejo por comida e água, abrigo e companhia, liberdade de movimentos e de não sentir dor. Esses desejos são compartilhados por animais não-humanos e humanos. Como os humanos, muitos animais não-humanos entendem o mundo no qual vivem. Senão eles não poderiam sobreviver.

Então, apesar de todas as diferenças, há igualdade. Como nós, esses animais incorporam o maravilhoso mistério da consciência. Como nós, eles não somente estão no mundo, mas estão cientes dele. Como nós, eles são o centro psicológico de uma vida que é somente sua. Nós os padronizamos por serem incompletos, pelo seu trágico destino de terem se formado tão abaixo de nós. E nisto nós erramos gravemente. Pois os animais não podem ser avaliados pelo homem. Num mundo mais velho e mais completo que o nosso eles se movem completos e confiantes, dotados com extensões de sentidos que nós perdemos ou nunca possuímos, guiando-se por vozes que nós nunca ouviremos. Eles não são irmãos, eles não são lacaios. Eles são outras nações, presos conosco nesta vida e neste tempo, prisioneiros do esplendor e trabalho da Terra.” (Trecho do texto“Somos Todos Terráqueos”)

Meu nome é Flávia, passaram-se cinco anos, e hoje eu não falo só por mim. Parece absurdo, mas falo pela dor e pela vida de todos os animais. Agradeço hoje por um dia ter chorado de vergonha e agradeço também àquela parcela da humanidade que ao se transformar inunda o planeta e o meu coração com esperança. Hoje e sempre espero ajudar mais pessoas a tomarem as decisões importantes e positivas em suas vidas. Seja nesse aspecto ou em qualquer outro. Eu não vou desistir.

fonte: vista-se

domingo, 2 de junho de 2013

Olha só que legal...

Veterinário cria ‘cadeira de rodas’ para porco com deficiência nas patas traseiras

O tutor do porco ‘Chris’, o médico veterinário Len Lucero, criou uma ‘cadeira de rodas’ adaptada ao animal. O porco nasceu sem poder andar por causa de uma deficiência nas suas patas traseiras. O médico, que adotou o porco quando uma mulher o levou em sua clínica veterinária, criou um cinto especial que parece uma cadeira de rodas para que o animal possa se mover.
fonte: anda
Um magnata, o massacre de baleias e a comida de cachorro

Um homem islandês está prestes a começar uma caça com arpão às baleias-fin, cortando-as em pedaços e enviando a carne para o Japão, onde será usada como comida para cachorros! A melhor maneira de impedir esse massacre é expondo o primeiro-ministro holandês, que permite o tráfico de carne de baleia pela cidade de Roterdã, e fazê-lo rejeitar esse carregamento sangrento. Se os baleeiros não puderem vender a carne, nós poderemos impedir a caça antes que ela comece. Eles zarparão pra alto-mar em questão de dias — assine agora e compartilhe com todos.

As baleias-fin são gigantes mágicos do mar. Mas em questão de dias, mais de 180 animais dessa espécie ameaçada correm o risco de serem mortos por um magnata e seus parceiros. Sua diversão de verão é caçar as baleias usando arpões, cortá-las em pedaços e enviar a carne para o Japão, passando pela Holanda, para ser usada na alimentação de cães!

Há uma maneira de impedir essa caça antes que ela comece: não são todos os lugares que aceitam receber um barco cheio de carcaças de baleias. As autoridades alemãs e filandesas, por exemplo, têm evitado esse comércio vergonhoso. Agora, a bola está com a Holanda. Os holandeses têm uma enorme preocupação com sua reputação de protetores do meio ambiente, e não podem deixar que esse comércio sangrento chegue aos olhos da comunidade internacional. Mas se nós expusermos a participação da Holanda nisso agora e exigirmos que as autoridades holandesas rejeitem a movimentação de carne de baleia nos portos do país, poderemos impedir um massacre.

Precisamos agir rapidamente — navios baleeiros devem começar a caça em questão de dias. Assine agora e divulgue para todos. Vamos construir uma forte campanha com 1 milhão de assinaturasdirecionada ao primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, e avisá-lo de que criaremos um rebuliço na mídia a menos que ele impeça o comércio de baleias-fin em portos holandeses.

Estas criaturas majestosas são o segundo maior animal do planeta, e podem atingir o tamanho de 3 ônibus, ao passo em que se movem rapidamente na água. A incrível combinação de suavidade, elegância e velocidade lhe fizeram ganhar o apelido de “cães galgos do mar”.

Tragicamente, caçadores como o magnata Kristjan Loftsson têm abatido centenas de milhares de baleias e mais de 70% da população mundial destes animais foi dizimada. Mas desde que a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Ameaçadas e a Comissão Baleeira Internacional impuseram uma proibição sobre essas atividades, a espécie tem crescido em números. Podemos ajudar a espécie a se distanciar do risco de extinção se impedirmos que as baleias sejam massacradas para servirem de alimento para cachorro!

Fazer com que os holandeses rejeitem o carregamento sangrento trazido pelo magnata Loftsson para Roterdã é a melhor maneira de parar essa caça antes que ela comece, já que isso criará um precedente para outros portos em toda a Europa. Até agora, o governo holandês permitiu que Loftsson saísse ileso dessa matança. Vamos expô-los agora e dar um fim neste massacre. Assine a petição e divulgue para todos — vamos acabar com esse comércio antes que o primeiro arpão seja disparado.

Os membros da Avaaz já conseguiram realizar grandes feitos em prol da biodiversidade, desde se opor ao comércio de marfim à luta pela proibição dos pesticidas de abelhas, seguida de vitória. Em 2010, os membros da Avaaz foram peça-chave para manter uma moratória internacional sobre a atividade baleeira. Neste momento crucial, vamos impedir essa caça horrível e continuar caminhando rumo a um mundo mais humano.

Com esperança,

Pascal, Lisa, Oliver, Alice, Ricken, Allison, David, Alaphia e toda a equipe da Avaaz

Olha só que tri...

Estudante de 19 anos cria uma máquina que é capaz de limpar todo o plástico dos oceanos em 5 anos

Boyan Slat, holandês e estudante de engenharia, desenvolveu o projeto de uma máquina que seria capaz de retirar mais de 7 milhões de toneladas de plástico dos oceanos.

O invento se chama Ocean Cleanup Array, e se trata de uma estrutura que se comporta como um gigantesco filtro. Ela seria posicionada em pontos estratégicos dos oceanos, onde há maior concentração de lixo, e seria capaz de recolher todo o material flutuante. Após isso uma equipe recolheria o OCA e separaria a vida marinha do plástico. Como o lixo recolhido ainda fica em contato com a água, a fauna oceânica ficaria segura, mesmo sendo recolhida. O plástico “limpo” restante seria encaminhado a reciclagem.

De acordo com Boyan, seu invento seria capaz de limpar os oceanos em um período de 5 anos, tornando os mares completamente livres dos plásticos flutuantes e eliminando a ilha de lixo presente no Oceano Pacífico.

O jovem ganhou seu primeiro prêmio aos 14 anos, Melhor Ideia do Sul da Holanda, e entrou para o livro dos recordes.

fonte: tecnoetc

sábado, 1 de junho de 2013

Antonio Adolfo - Aonde voce vai

Dieta insana

O sujeito quer dar uma virada na sua vida. Quer fazer algo para o bem. Algo que dê finalmente à sua existência um éthos ou caráter, uma marca da qual ele não pretende se livrar. Quer tomar uma decisão radical, para limpar de sua vida o que representa o descaso em relação à vida, ao bem próprio e à liberdade e direitos dos animais. Então, certo de que abolir da dieta todos os alimentos que contenham derivados de animais mortos ou vivos é sua decisão moral prioritária, o sujeito dá início à sua nova vida, moral e gastronomicamente.

No desjejum, abre um pacote de cereais processados, uma caixinha de suco de frutas processado, ou de leite de soja industrializado, carregado de glifosato. Junta isso numa tigela e come. Feliz. Conseguiu comer sem precisar de pão que tem leite e ovos na massa, ou manteiga para passar nas fatias. Não precisou botar leite no café. Não usou queijo no sanduíche.

No lanche, pela metade da manhã, consegue uma esfiha sem queijo, assada e com recheio vegetal. Come. Venceu a segunda armadilha do dia, sem violar sua decisão de jamais voltar a comer coisas de origem animal.

No almoço, vai direto ao balcão de serviço de auto atendimento e faz seu prato com massa, arroz branco, batata frita, uma ou duas colheres de feijão, uma folha de alface, duas rodelas de tomate bastante azeite de oliva e umas salsichas defumadas veganas.

Pelo meio da tarde volta a comer um empanado sem recheio de derivado animal.

À noite sai com os amigos, que são todos onívoros, e vai a um desses restaurantes fast food que qualquer um pode imaginar o nome. Lá não há muitas opções. Então o sujeito pede uma dupla porção de batatas fritas.

Dieta insana não tem nada a ver com dieta vegana.

O que está faltando nessa dieta? Tudo. Tudo o quê? Tudo o que vem da horta, da lavoura e do pomar. Não vi o sujeito comendo abóbora, batata doce, nabo, quiabo, vagem, beterraba, cenoura, pimentão, lentilhas, arroz integral em qualquer que seja a cor, aveia, castanha, amendoim, coco, abacate, manga, mamão, maçã, laranja, limão, uva, figo, amoras. Vi o dia todo carboidratos processados e refinados para os lanches e muita comida industrializada ou feita com óleos industrializados.

Dieta vegana é dieta que segue os tons do prisma solar. Que prima pelas cores, porque cada uma delas resultou de um trabalho realizado pelo sol naquela matéria alimentar específica, pela fotossíntese. Não é possível ter saúde comendo junk food. O máximo que vai acontecer é depois de dois ou três anos o sujeito entrar num consultório médico descompensado nutricionalmente, e então, para se fazer de vítima diante do médico, dizer que está assim porque é … “vegano”. Não. Não é. É insano. Nada a ver com vegano, a não ser a rima das duas últimas sílabas.

Brinco seriamente com a metáfora de que o primeiro animal de estimação que recebemos para cuidar é nosso corpo. Esse é o animal que precisa receber cuidado e nutrição. O resto ele sabe fazer direitinho, coisa que nós não sabemos. Ele sabe metabolizar todos os elementos que formam a cadeia proteica, se ingerirmos alimentos de origem vegetal variados em sua cor, textura e origem: da lavoura, do pomar e da horta, vermelhos, verdes, amarelos, laranjas, roxos, brancos, marrons.

Se não sabemos alimentar nosso corpo, como vamos ter saúde para cuidar dos corpos dos animais que dizemos querer proteger e defender?
Quando aparecem os casos de insanidade alimentar, que, repito, não devem ser confundidos com veganismo, logo a mídia usa o exemplo dos insanos para construir na mente de todo mundo a contrarreferência, para assustar toda gente sobre o risco de anomalias caso alguém se torne vegano
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Questão de Ética - Sônia T. Felipe