Quem sou eu

domingo, 28 de julho de 2013

"Eu não como carne porque vi carneiros e porcos sendo mortos. Eu vi e senti a dor desses animais. Eles sentem a aproximação da morte. Eu não pude suportar a cena. Chorei como uma criança. Corri para o topo da colina e mal conseguia respirar...senti-me sufocado...senti a morte do carneiro."
 Vaslav Nijinsky (Bailarino e coreógrafo)


Seja um protetor de verdade, seja vegetariano




sábado, 27 de julho de 2013

,mas nem peixe?

"Entendi, você não come nenhum tipo de carne.
Nossa, mas nem peixe?!" 
Nota inicial esclarecedora
Peixes são feitos de carne, não dão em árvore.
O que é vegetarianismo?
Vegetarianismo é um regime alimentar baseado fundamentalmente em alimentos de origem vegetal. Os vegetarianos excluem da sua dieta carne, bem como alimentos derivados (por exemplo a gelatina, que é feita com tendões e cartilagem de animais - pesquise no Google).


"Tá, agora entendi.
Mas por que não comer peixes?"
Segundo a wikipédia - e nem precisaríamos procurar lá -, "peixes são animais" Fonte.
E como animais sencientes que são, sofrem, sentem dor e agonia assim como você e eu.

e se fosse o contrário...




sexta-feira, 26 de julho de 2013

Se fosse pra ter lã você seria ovelha, e não humano

...A lã é da ovelha. O mel é da abelha. O leite é da vaca. É da cabra. É da mãe para a sua própria cria. O chifre é do búfalo. É do boi. É do rinoceronte. O marfim é do elefante. A barbatana é do tubarão. A pata é do coelho. O pelo é da raposa. É do vison. É do urso. A pena é do pato. É do ganso. É do pavão. O couro é da vaca. É da cobra...
Rogerio Rothje

Olha só que tri...

Semana passada, um grupo de fotógrafos russos aparentemente escalou a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito. Eles se esconderam de guardas por quatro horas após o fim das visitas e começaram a subir. Segundo um dos fotógrafos, escalar a pirâmide pode dar punição de um a três anos. Mas valeu a pena. “Fiquei sem palavras”, ele escreveu. “Senti um prazer arrepiante, uma felicidade absoluta.”






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fonte: gizmodo.uol.com.br

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Frieza 
Os teus olhos são frios como espadas,
E claros como os trágicos punhais;
Têm brilhos cortantes de metais
E fulgores de lâminas geladas. 

Vejo neles imagens retratadas
De abandonos cruéis e desleais,
Fantásticos desejos irreais,
E todo o oiro e o sol das madrugadas! 

Mas não te invejo, Amor, essa indiferença,
Que viver neste mundo sem amar
É pior que ser cego de nascença! 

Tu invejas a dor que vive em mim! 
E quanta vez dirás a soluçar:
“Ah! Quem me dera, Irmã, amar assim! 
Florbela Espanca

quarta-feira, 24 de julho de 2013

No Inferno, todos vestem roupas brancas

Ainda não amanheceu, estamos diante da chuva e do frio do inverno gaúcho à espera do ônibus que irá nos guiar até um dos maiores matadouros do RS. Somos estudantes de medicina veterinária, cursando uma disciplina obrigatória de inspeção de produtos de origem animal. A maioria de nós encontra-se eufórica, à espera dos ‘momentos emocionantes’ do dia. Eu estou em um canto, sendo observada de perto pela professora e o coordenador do curso, que ao saberem que sou vegana e ativista, temem que eu tenha um colapso na linha de matança.

...Somos levados até os currais onde podemos ver os suínos vivos serem empurrados para o escorregador. Eles estão em pânico, uns sobem sobre os outros, enquanto nos olham fixamente nos olhos com a real expressão do horror. Os gritos tornam-se cada vez mais altos e o funcionário os empurra com o bastão de choques. Mais atrás está outro funcionário com uma espécie de relho feito de sacos plásticos, e o desfere contra o lombo dos animais para estes andarem na direção da matança. O veterinário nos explica que o relho é feito deste material para não machucar os animais. Isto constituiria crueldade, algo condenável pelo ‘bem-estar animal’, valor muito importante dentro da empresa, e que poderia acarretar em lesões cutâneas, afetando negativamente o valor da carcaça.

O bem-estar animal agrada a muitos, pois consegue suavizar o sofrimento e a culpa daqueles que sustentam a indústria da morte, e ajudam a aumentar os lucros através de medidas que teoricamente são adotadas para beneficiar os animais, mas que são norteadas pelo aumento da produtividade e qualidade do produto final. O limite do ‘bem-estar animal’ vai até onde o marketing e o lucro podem vislumbrar. É inacreditável que, para a grande maioria, ingenuamente, esse ainda seja visto como o caminho para o fim do sofrimento. O sofrimento animal apenas poderá ser reduzido quando criarmos coragem para defender o direito dos animais, através da abolição do consumo de seus corpos para a satisfação fugaz de nossos desejos egoístas.
 Denise Terra- médica veterinária

fonte: Vanguarda Abolicionista
Se quisermos nos libertar do sofrimento, não devemos viver do sofrimento e do assassinato infligidos a outros animais

Paul Carton

A saúde do espírito adquire-se pela obediência às leis espirituais, que regulam a elevação dos pensamentos, a formação da inteligência e a educação da vontade. A saúde do corpo físico obtém-se pela pureza e pelo equilíbrio dos humores, graças a uma alimentação pura e moderada, a um exercício regular e proporcionado, e a uma higiene natural.
O progresso e a felicidade decorrem fatalmente da perfeição e do emprego harmonioso das forças espirituais, vitais e físicas. Uma educação que despreza os cuidados do corpo ou do espírito, produz discordâncias de caráter, desarmonias de desenvolvimento, e fatalmente desordens de espírito ou do corpo. É assim que homens de um poder mental prodigioso podem arruinar-se prematuramente, por falta de cuidados físicos racionais, e encontrarem-se privados do desenvolvimento integral que podiam conseguir. Do mesmo modo, a educação física demasiado exclusiva acaba em falta de cultura espiritual. Tanto é verdade que não se pode pensar corretamente maltratando o corpo, como também em bom estado orgânico pensando de uma maneira defeituosa.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Walter Franco - Os Bichos

Sessão crueldade da raça dita humana...


Na última terça-feira, em horário nobre, um canal de TV britânico mostrou o destino dos bezerros machos da indústria leiteira no país (vídeo). Infelizmente, não é exclusividade da Inglaterra assassinar dezenas de milhares de filhotes de vaca por ano apenas por terem nascido machos. É o padrão da indústria dos laticínios.
Para produzir leite, as vacas precisam ser constantemente inseminadas. Assim como uma mulher, uma fêmea bovina precisa ter um motivo para produzir leite e este motivo é sua cria. A indústria burla a natureza e insemina artificialmente estes animais para que produzam mais e mais leite. Mas, mesmo com tanta tecnologia voltada para o mal, ainda não é possível escolher o sexo dos bebês que, inevitavelmente, nascem.
Fêmeas ou machos, os bebês que nascem em uma indústria leiteira sofrerão
Nesta indústria, se uma bebê nasce fêmea, será encaminhada  para se tornar mais uma das bilhões de vacas exploradas durante toda a vida. No fim, vão para o abatedouro. No entanto, se o bebê nasce macho, não passa de um dia. Tão logo quanto possível são mortos, simplesmente não há espaço ou utilidade para eles.
Revolta da audiência
Durante o programa “Giant Supermarket”, mais de 60 telespectadores registraram queixa formal sobre o conteúdo apresentado e centenas de comentários começaram a aparecer em redes sociais como o Twitter e Facebook. Muitos classificaram o programa como “doente”. Um espectador declarou que jamais tinha visto algo tão perturbador na televisão.
Que tal um copo de leite ou uma fatia de queijo?
Muitas pessoas ficam revoltadas quando descobrem o que se passa na indústria do leite, dos ovos e da carne. Mas será que isso basta? A única forma de não colaborar com isso é adotando o veganismo no seu dia a dia. Nos ajude a acabar com essa insanidade. Apenas na Inglaterra, mais de 90 mil bezerros machos são executados em seu primeiro dia de vida. No Brasil, não há números oficiais, mas sabe-se que o principal destino destes pobres animais é o descarte ou a carne de vitela.
Alternativas livres de crueldade
Existem boas alternativa aos laticínios, confira algumas:
1. Leite de castanhas (www.vista-se.com.br/castanhas): ideal para o café da manhã, para misturar com café ou para o preparo de doces e bolos.
2. Mandiokejo: produto vegano produzido em Santa Catarina ideal para o preparo de pizzas e lasanhas cremosas.
3. Leite de aveia: alternativa barata e versátil. Ideal para o preparo de strogonoff e outras receitas salgadas.
4. Você já pensou em tomar leite de coco?
5. Que tal preparar um pão de queijo sem queijo? Aprenda.
Existem ainda algumas opções de iogurtes à base de soja encontrados em supermercados de todo o Brasil. Pesquisando, você encontrará muitas opções para se tornar vegano e não colaborar mais com a morte de bilhões de animais. Sua conciência ficará muito mais leve, garantido.
Junte-se a nós
Conheça o veganismo e junte-se a milhões de pessoas ao redor do mundo que não concordam com a matança de animais. www.sejavegano.com.br.
Mata o mal em ti...
assim o mal do mundo
não pode mais te agredir...

Krishnamurti

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Toaletes e Guilhotinas

Estou profundamente convicto de que uma civilização e uma sociedade que é contra a pena de morte para os homens, mas que segue matando todas as outras espécies para se alimentar, para vender seus chifres, seus dentes, sua pele, sua banha, seus hormônios etc, é uma civilização e uma sociedade, narcisista, chauvinista e hipócrita que, cedo ou tarde (mais cedo do que tarde), destroçará e comerá a si própria.

Ezio Flávio Bazzo

domingo, 7 de julho de 2013

Olha só que legal...

Escola de Nova York adota cardápio totalmente vegetariano

Uma escola pública da cidade é uma das primeiras no país a adotar um cardápio totalmente vegetariano, disseram funcionários da escola, terça-feira.
A Escola Pública 244, na seção Flushing Queens, vem servindo wraps de tofu e chili vegetariano desde que se tornou totalmente vegetariana no início deste ano, afirmou o inspetor da escola Dennis Walcott numa visita na hora do almoço.
fonte: sítio veg

olha só...o bicho homem ainda tem salvação...

Até onde você iria para salvar a vida de seu bicho de estimação? Acreditamos que você iria até a última chance, até as últimas consequências para promover um mínimo de bem estar para seu bicho, para que este tenha um pouco de dignidade, mesmo que seja sua despedida. E esta é a história de Leighton Naylor e Einstein, com uma diferença Einstein não é um gato e nem um cachorro, ele é um peixe. Leighton fez um colete salva-vidas para salvar o peixe que desenvolveu uma doença que o impedia de nadar e fazia o peixe virar de ponta cabeça e afundar no aquário.
Leighton usou tubos e fez uma estrutura flutuante para o peixe para que ele conseguisse manter se imerso e sem afundar. O peixe começou a ser alimentado também pelo tubo, porque ele não consegue subir até a superfície para buscar ração.

“As pessoas disseram que eu era louco, mas cada animal é um membro estimado da família”



fonte: bol


animais x animais

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sábado, 6 de julho de 2013

caramelo voltou...

caramelo, preto e tander

e a família canina novamente reunida...

Vídeo poema: "Adeus meu dono, adeus meu amigo

poesia...

Tem gente passando fome. 
E não é a fome que você imagina entre uma refeição e outra.
Tem gente sentindo frio. 
E não é o frio que você imagina entre o chuveiro e a toalha.
Tem gente muito doente.
E não é a doença que você imagina entre a receita e a aspirina.
Tem gente sem esperança. 
Mas não é o desalento que você imagina entre o pesadelo e o despertar.
Tem gente pelos cantos. 
E não são os cantos que você imagina entre o passeio e a casa.
Tem gente sem dinheiro.
E não é a falta que você imagina entre o presente e a mesada.
Tem gente pedindo ajuda. 
E não é aquela que você imagina entre a escola e a novela.
Tem gente que existe e parece imaginação.”

Ulisses Tavares

Veganos, às ruas – Um alerta e um incentivo

...O alerta

Sei que há muitos veganos filiados ou simpatizantes desses partidos. E conheço outros tantos que embarcaram no seu discurso, nas últimas semanas. Por isso, quero lançar este alerta, pelo bem do país, da humanidade e dos animais.

Seus métodos de mentira, difamação, boatos, terror, não são meros métodos de luta política que devamos aceitar passivamente – algo do tipo “é o calor do momento”, “todos fazem assim”, “se não o fizermos, não chegaremos lá”, “os fins justificam os meios”. São métodos de luta política que não reconhecem limites éticos, ÉTICA que nós, veganos, queremos no centro da sociedade. Estivessem eles no poder, sua reação aos ativistas que rejeitam sua liderança seria muito pior. Seus métodos, mais letais.


... O incentivo

E aqui, para concluir, quero lançar meu incentivo: ÀS RUAS, VEGANOS. Levem seus cartazes, levemos a causa animal para as ruas, mas sempre lembrando que ela nos inclui, pois somos nós, também, animais. No início, ainda um pouco influenciado pelo discurso alienante tanto da direita quanto da esquerda, eu estava reticente de levar o veganismo às ruas. Acordamos, os ativistas do Rio de Janeiro, de fazê-lo da forma acima descrita: associando, sempre, críticas ao sistema, problemas sociais, direitos humanos e direitos animais.

A transformação do Brasil numa sociedade mais livre, mais justa, mais igualitária, favorece a nossa causa. Menos preocupada com pão do dia seguinte, o dinheiro da passagem, o estado dos hospitais e escolas, sendo reconhecida como um conjunto cidadãs e cidadãos, trabalhadoras e trabalhadores dignos, que têm seus direitos respeitados – em vez de ser tratados como rebanho – a população brasileira certamente estará mais aberta a discutir os direitos dos outros rebanhos que são cotidianamente explorados em nosso território; e daqueles animais que são torturados em laboratórios, fisgados no mar, esfolados vivos, e assim por diante.

O destino dos demais animais está intrinsecamente ligado ao destina da humanidade. Somente seres humanos livres terão o esclarecimento e os meios para libertar seus semelhantes de outras espécies.

fonte: Direitos Animais - Bruno Muller

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Porque os protetores de animais comem os animais?


ONG catarinense organiza feijoada com porcos para salvar cães 


Com o slogan “Por respeito à vida”, a Viva Bicho protagoniza mais um caso (infelizmente) clássico de ONG que protege cães e gatos mas mata outros animais.

Mesmo que indiretamente, ao servir pelo 4º ano consecutivo feijoada convencional (com pedaços de porcos) a mais de 200 pessoas para arrecadar fundos, a ONG Viva Bicho, de Balneário Camboriú (SC), incentiva a matança de animais para proteger outros animais.

É comum – e até compreensível – que grande parte dos protetores de cães e gatos não sejam vegetarianos, embora isso não faça muito sentido. Porém, o que tem causado a onda de protestos nas páginas da Viva Bicho no Facebook é a postura da ONG frente aos pedidos para que não seja realizado o evento “4ª Feijoada Viva Bicho” nos moldes em que está programado. Os administradores da página da ONG simplesmente excluem e bloqueiam todos que dão opinião contrária à realização do evento.

O que se espera de uma ONG que tem um slogan tão forte é coerência. Há algumas semanas, vários internautas entraram em contato com a ONG sugerindo que fosse feita uma grande feijoada vegana ou que o evento fosse completamente reformulado. Alguns usuários do Facebook disseram que a ONG poderia fazer um bingo ou um bazar para arrecadar fundos, por exemplo.

A ONG Viva Bicho mantém um abrigo com mais de 800 cães e gatos e este é um trabalho que realmente deve ser parabenizado e merece ajuda, porém, os fins não podem justificar os meios. Vender porcos desmembrados com feijão para arrecadar dinheiro para cuidar de cães soa tão absurdo como matar alguns cachorros para proteger os outros. O dinheiro, tão necessário para manutenção da ONG, não pode estar à frente das convicções éticas de um grupo de pessoas que leva em conta a frase “por respeito à vida”.

Na manhã desta quinta-feira (4), era possível observar muitos comentários na página oficial da Viva Bicho no Facebook e na página do evento e muitos outros surgindo.

Página da ONG no Facebook | Página do evento no Facebook

fonte: vista-se

comentário do altecir: a pergunta que não quer calar, parte 2: PORQUE OS PROTETORES DE ANIMAIS COMEM OS ANIMAIS?
Aqui na cidade onde eu moro, bento gonçalves-rs, existem uma ong e uma associação, ditas de proteção aos animais, que igualmente, como a ong acima, protege os cães e gatos e comem os outros animais. Tá mais do que na hora destes  "protetores de pijamas" , protetores pela metade, tá na hora de assumirem um fato: eles não gostam dos animais, ou será que para estes ditos protetores, somente os cães e gatos são animais, e o resto: o que são para eles, as vacas, ovelhas, peixes, porcos, galinhas, etc....eu dou uma sugestão a estes protetores: que pelo menos alterem o nome e o objetivo de suas associações, tipo: associação de proteção aos cachorros de...., ong de proteção aos gatos de ...., assim vão se tornar mais verdadeiros em seus objetivos.

Olha só que tri

Veganos cantam música feita em homenagem ao garotinho Luiz Antonio



Como forma de brincadeira e homenagem ao garotinho Luiz Antonio (conheça aqui), um grupo de veganos de São Paulo cantou uma música muito simpática que conta um pouquinho dos motivos pelos quais as pessoas decidem ser veganas.
Com linguagem clara, inocente e alegre, assim como o pequeno Luiz usa em seu vídeo, a música “Em Pé”, do professor da USP David Turchick, foi publicada no Youtube como resposta ao vídeo do menino e já consta embaixo do vídeo oficial. Isso quer dizer que a mãe dele, que é quem controla a conta no Youtube onde está o famoso vídeo do Luiz, gostou da canção e autorizou que ela entrasse como “resposta” ao vídeo de seu filho.
Neste momento, o Luiz Antonio já deve ter ouvido a música do professor David e deve estar cantando como versos as palavras que comoveram milhões de pessoas em mais de sete línguas: “O peixe é os animais, a galinha é os animais, a vaca é os animais…”.

Viver


Viver

Vovô ganhou mais um dia. Sentado na copa, de pijamas e chinelos, enrola o primeiro cigarro e espera o gostoso café com leite.
Lili, matinal como um passarinho, também espera o café com leite.
Tal e qual vovô.
Pois só as crianças e os velhos conhecem a volúpia de viver dia a dia, hora a hora, e suas esperas e desejos nunca se estendem além de cinco minutos

mário quintana