Quem sou eu

domingo, 29 de setembro de 2013

Sessão crueldade da raça dita humana...

Brasil mata 1 boi, 1 porco e 185 frangos por segundo

Junte-se às pessoas que estão tentando mudar esta realidade: seja vegano.

Se você consome carnes, laticínios (queijo, leite etc.), ovos ou qualquer outro produto de origem animal, você é responsável direto por estes números. 

Em março de 2013, baseados em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicamos uma matéria alarmante: “Brasil mata 1 boi, 1 porco e 166 frangos por segundo” (leia aqui). Infelizmente, o massacre conseguiu um novo recorde.

De acordo com dados publicados pelo IBGE nesta quinta-feira (19), o Brasil obteve um recorde histórico no assassinato de bovinos (leia aqui). Na soma dos abates do 2º trimestre de 2013 (abril, maio e junho), 8,5 milhões de bois e vacas perderam suas vidas para a indústria da carne e dos laticínios. Embora o agronegócio esteja em festa com a notícia do desempenho histórico de nossas “fábricas de desmontagem de vidas”, é importante lembrarmos que cada um destes animais sofreu de uma forma que somos incapazes de imaginar.

O abate de porcos também aumentou. Quase 9 milhões de animais foram assassinados no período mencionado acima. Os suínos são considerados os animais mais inteligentes já domesticados pelo homem (leia aqui), o que nos faz acreditar que a noção do que está acontecendo com seus semelhantes é apurada. Além do sofrimento físico a que estes animais são submetidos, a perturbação psicológica é algo que deve ser considerado, uma vez que a definição de sofrimento não inclui apenas dor.

Além dos bovinos e suínos, o IBGE analisa o abate de aves (frangos). Em apenas 3 meses, 1,4 bilhão destes animais tiveram suas gargantas cortadas legalmente em nosso país.

Depois de passarem o começo de suas vidas sofrendo em barracões superlotadas, os frangos criados para o abate são transportados em caminhões para os matadouros. Ao chegarem, são colocados em uma esteira e depois pendurados de cabeça para baixo em ganchos. Um a um são mergulhados em água com corrente elétrica, em um processo chamado de eletronarcose. Este processo atordoa a ave mas não mata. Isso porque, a seguir, quando um funcionário corta a garganta do animal com uma faca, é preciso que o coração esteja batendo forte para que seja eficiente o processo da sangria, onde mais de 90% do sangue é expulso do corpo da ave pelo corte feito na garganta.

Uma curiosidade macabra: algumas indústrias diminuem a tensão da corrente elétrica da água durante aeletronarcose para que as aves não fiquem tão atordoadas, facilitando assim a expulsão do sangue no passo seguinte, a sangria.

fonte: vista-se

sábado, 28 de setembro de 2013

sessão: as "dores" do parto

Alanis Morissette sobre parto em casa: "É uma experiência transcendental"
Alanis Morissette é adepta do parto em casa. A cantora trouxe Ever ao mundo em dezembro de 2011, sem médico ou anestesia. "Além de dolorosa é uma experiência transcendental", ela disse ao site today.com. Apesar da dores, Alanis não se arrepende da escolha, já que não conseguiria imaginar ter um bebê em um hospital. "Faria tudo de novo".
fonte: uol

Olha só que tri...

Elefante órfão e labrador estabelecem um incrível laço de amizade







Não é surpresa que cachorros adoram brincar de bola… Mas e um elefante?
Essas adoráveis fotos mostram Bubbles, uma elefanta órfã resgatada, pegando a bola para importunar Bella, a labradora, que quase chega à altura do joelho de sua amiga. As informações são do Daily Mail.
Bubbles mergulha na água, o que não detém a cachorra, que escala as costas da elefanta na tentativa de colocar suas patas na bola.
Bubbles estava entre os poucos animais órfãos que foram enviados para os Estados Unidos onde um punhado de instalações esperava sua chegada. A maioria desses animais foi morta ou descartada devido à falta de habitação e cuidados na África.
Antle descreve que conhecer Bubbles foi “amor à primeira vista”, e acrescenta que o centro pensou cuidadosamente em adotar o elefante, que pode viver de 60 a 100 anos.
Agora com 30 anos de idade e mais de 3m, Bubbles pesa aproximadamente quatro toneladas.
fonte: anda

vinhos veganos


fonte: ong viralatas

Adote almas





terça-feira, 24 de setembro de 2013

Olha só que tri...


Sobre sua opção pelo estilo vegan, o professor Roberto Juliano diz: "as pessoas costumam criticar o eco chato, e elas criticam com gosto. ‘Você é vegetariano, mas você não é daqueles, né?’. E eu sou daqueles. Eu sou um guerrilheiro. Eu sou alguém que está na luta, está buscando, tentando mostrar para as pessoas que esse negócio que a gente chama de carne é antes de tudo sofrimento. Sofrimento de animais, animais como nós. Talvez a grande diferença do vegan para o vegetariano seja essa. Nós estamos sempre buscando uma maneira de mostrar que o que está sendo feito neste planeta não deve continuar. A matança tem que parar.”

fonte: face da Carina

Sessão culinária

Você sabe como evitar que as frutas oxidem com facilidade?

Boa parte das pessoas recorre ao velho suco de limão para prevenir que as frutas mudem de cor. Aprenda um novo truque que mantém os alimentos frescos por muito mais tempo
Depois de fatiar uma maçã, basta esquecê-la exposta por alguns minutos para que ela comece a oxidar e mude consideravelmente seu aspecto, não é mesmo? Talvez você conheça o velho truque de espremer um limão sobre a fruta para evitar a oxidação, mas nos vamos lhe apresentar uma maneira ainda mais eficiente de manter seus alimentos com uma aparência fresca e apetitosa.
A equipe do America’s Test Kitchen provou que uma mistura de mel e água é muito mais eficiente na hora de preservar as frutas, além de mantê-las por muito mais tempo. E não tem nenhum segredo: basta mergulhar maçãs, peras ou quaisquer outras frutas que você não deseja que oxidem por pelo menos 30 segundos em uma mistura de 2 colheres de sopa de mel para 1 xícara de água.
fonte: megacurioso

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Somos animais

Nasce um novo grupo de ativismo em defesa dos animais
Se não fosse a carne o homem jamais teria chegado onde está!  Este é um dos muitos argumentos dos que tentam nos dissuadir de nossa postura, referindo-se à hábitos alimentares ancestrais. Uma coisa é certa, não fosse a exploração animal, de todo tipo, certamente tudo seria diferente. A cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, nasceu graças a exploração animal, e se orgulha muito de sua história. Não raro ouve-se falar sobre festas de casamento, aniversários, grandes convenções sociais realizadas em algum antigo casarão as margens do Arroio Pelotas. Os jardins que hoje recebem noivas, aniversariantes e empresários foram regados a muito sangue animal, humano e não humano. Tratam-se das antigas charqueadas, indústrias produtoras de charque, carne seca, como se chama mais ao centro do país. O lugar que tanto enche de garbo uma sociedade falida baseada em costumes vaidosamente toscos nada mais é do que um antigo matadouro de gado sustentado por mão de obra escrava. 

A industria saladeril, como era conhecida a atividade charqueadora, acabou. Mas a era da exploração animal está longe do fim. Mais de dois séculos e meio depois do surgimento da primeira charqueada em terras pampeanas, o sul do Rio grande do Sul continua a sobreviver, em boa parte, da produção de carne, leite e derivados. E aí, pelo arraigamento das “tradições gaúchas” temos uma pergunta típica dos nos nossos conterrâneos não veganos: “mas nem um churrasquinho no fim de semana?” seguida de modo geral de uma risada.

Não! Não queremos um churrasquinho no domingo. Não queremos um docinho de Pelotas. Não queremos ver a gineteada, o desfile de 20 de setembro ou a marcha crioula. Não queremos driblar as quase 1500 charretes que trafegam pelas nossas ruas, não queremos aquele olhar triste das centenas de cães que mendigam às lindas portas dos casarões ecléticos historicistas pelotenses. E não é por não querermos honrar nossas tradições. É porque uma tradição especista por nós jamais será mantida. Assim como não queremos que nenhuma outra tradição baseada no especismo seja mantida, onde for e do modo que for. 

Assim, como o objetivo de provocar o pensamento crítico a respeito de ideias com as quais não concordamos, buscando combater a exploração animal e tudo o que isso acarreta à nossa sociedade, criamos o Somos Animais. Nosso manifesto deixa claro nossa ideologia. Atuando na internet e nas ruas, pretendemos realizar ações que incluem, além de campanhas digitais, fixação e distribuição cartazes, protestos de rua, bem como campanhas informativas para estabelecimentos comerciais e para o público em geral sobre o veganismo. As ações devem ser participadas a todos, antecipadamente para que cada pessoa que deseje agir em sua cidade tenha possibilidade de fazê-lo. 

domingo, 22 de setembro de 2013

a pergunta que não quer calar, parte 2: porque os protetores de animais comem os animais?

em tempo: APABG: associação voluntária de proteção aos ANIMAIS de bento gonçalves

sábado, 21 de setembro de 2013

coragem da chuva

...Os opostos não se atraem. Os opostos disputam quem tem razão.
Não dará certo juntar aquele que é travado para o relacionamento com aquele que é intenso, aquele que pretende controlar os fatos e o que pretende inventar seus próprios fatos.
Sua companhia irá parar de repente, e você puxará pela mão jurando que um dia tomará confiança e virá. Não virá, jamais virá.
Pode desejar carregá-la que ela cansará do mesmo jeito. Pode querer explicar que não é necessário ter medo, que não acreditará.
Enquanto exclamar “venha dançar na chuva”, ela se trancará no quarto esperando que passe.
Meu pai me explicou, lá na minha criancice, que temos que procurar a parceria certa.
Só dois passionais não cobram passos, estarão correndo e nenhum dos dois se sentirá desacompanhado.
Não vão se atropelar porque partilham a mesma velocidade da ventania, o mesmo gosto pelo imprevisto, o mesmo susto de ser.
Os relâmpagos iluminam os loucos.

 fabrício carpinejar

21 de setembro, dia da árvore


vamos deixar que as avós contem histórias a seus netos, a vida agradece

sábado, 14 de setembro de 2013

Solitário, o guerreiro animalista calça suas botas

...Minha sugestão é cada pessoa deve seguir seu caminho natural, sem imitar ninguém. Não passe pelo vexame de degradar o alheio. Seja simples na maneira de trabalhar e exija respeito. Não tenha a humildade idiota de se menosprezar em função dos outros e nem seja arrogante a ponto de achar que ninguém faz melhor que você e que você é o verdadeiro vegano ou ativista. Visto de fora, é apenas ridículo (a).

Para os que estão por fora da causa animal mas adoram falar mal dos outros, encontre algo para fazer ou não faça nada. E nos deixe trabalhar em paz.
fonte: Desobediência Vegana - Ellen Augusta  Valer de Freitas

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Lá vou eu para a sala da coordenadora de novo


Eu sou pequeno, mas já sei que a vaca não dá leite sem estar esperando um bebê. Sei que ela não tem um marido; que o homem é que força ela a engravidar. E sei também que, quando o bezerro nasce, ela mal consegue dar de mamar para ele, porque os caras maus aparecem antes e levam o filhote embora. É muito triste a vida da vaquinha, e não tem nada a ver com os desenhos das caixas de leite onde ela aparece, com carinha de feliz. Minha mãe me contou isso outro dia e eu fiquei muito triste. É por isso que quando minha professora pede para eu desenhar bichos de fazenda, eu sempre faço todos eles chorando, e não só a vaca. Eu me chamo João e tenho 6 anos. Minha mãe disse também que eu mamei até os 6 meses e que nem chupeta eu quis, nem mamadeira com leite que não fosse dela. Nunca vi animal roubar leite de outro para alimentar seus filhotes. Mas já vi uma cachorra dando de mamar a uns gatinhos abandonados. E fiquei muito feliz nesse dia.
fonte: Cronicato - Rogerio Rotheje

domingo, 8 de setembro de 2013

Ai! Pobre coração! Assim vazio
E frio
Sem guardar a lembrança de um amor!
Nada em teu seio os dias hão deixado!…
É fado?
Nem relíquias de um sonho encantador? Não, frio coração! É que na terra
Ninguém te abriu…Nada teu seio encerra!
O vácuo apenas queres tu conter!
Não te faltam suspiros delirantes,
Nem lágrimas de afeto verdadeiro…
- É que nem mesmo o oceano inteiro
Poderia te encher!
Castro Alves

Escolha a vida, seja vegetariano


O dia que descobri o que não me contaram

Meu nome é Flávia, tenho 15 anos, e hoje eu chorei de vergonha. Chorei de vergonha de mim mesma e chorei de vergonha por todo o resto da humanidade. Hoje também, tomei a decisão mais importante da minha vida.

Nesse dia eu aprendi uma porção de coisas. Mas mal sabia eu que era só o começo. Ouvi muitas pessoas me dizerem ”Mas você é tão novinha!”, ”Que decisão radical!”, ”Ah, que bobeira, é só uma fase.”, ”Não faz sentido algum.”, ”Que exagero, as coisas nem funcionam desse jeito.” ,”Você vai ficar doente.” ,”Você vai ser anêmica!”, entre outras mil piadas e opniões que alguém escuta ao não se enquadrar nos padrões estabelecidos.

Ouvi, li, aprendi, debati, pesquisei. Nunca suportei ser uma dessas pessoas que inventam argumentos no meio da discussão. Nunca suportei não saber defender uma causa que acredito. Nunca suportei me indignar com algo e permanecer imóvel. Você que está lendo agora, não fique na defensiva, por favor. Não vegetarianos/veganos possuem uma tendência a serem ásperos quando tocamos em um assunto tão sensível e delicado como sua preestabelecida cultura e seu modo de se alimentar.

Eu sinto muito se algum dia vocês encontraram alguém que decidiu parar de comer carne que tentou impor sua maneira de ver e te agrediu de algum modo. Sinto muito se algum dia você leu uma notícia mentirosa, que somente privilegia as indústrias e condena os vegetarianos e, por falta de informação, acreditou cegamente. Sinto muito pelas poucas pessoas que te apoiarão se algum dia você decidir virar vegetariano. Sinto muito pelos restaurantes, bares, cantinas, marcas e produtos que não te oferecerão opções. Sinto muito pelos comentários que você vai ouvir e pelas grosserias, que somente por educação você aguentará calado. Sinto muito pela quantidade de argumentos inventados que você ouvirá em discussões e pelas milhares de vezes que a discussão sobre vegetarianismo será levantada na sua presença. Sinto muito por nunca terem te contado isso quando você era criança, somos muito mais sábios e flexíveis na infância. Existem exceções, é claro, talvez você seja assim, talvez tenha sido assim. Mas custa a mim acreditar que você, com cinco anos de idade, ao ver alguém matar um porco, uma vaca ou um cachorro iria agir normalmente e ainda condenar aquele que está defendendo tais animais. Aliás, você seria o primeiro a defender.

Quando decidi parar de ingerir qualquer tipo de carne, eu só tinha um motivo: Amor. Amor pelos animais, amor pelo planeta, amor pela mudança. Hoje, cinco anos depois, eu tenho uma infinidade de motivos que só fortalecem a minha decisão e me confirmam que é o melhor que eu poderia ter feito. A ignorância traz felicidade. Você deve ser muito mais feliz que eu somente pelo fato de nunca ter pensado no assunto. Você come sua carne mal passada, sangrando, sem se preocupar de onde ela veio, como ela foi feita, por quem ela foi produzida ou – o mais simples de tudo – qual foi o animal que teve sua vida sacrificada pra que você pudesse almoçar confortavelmente em uma churrascaria próxima. Pra que pensar nisso, não é mesmo? É mais fácil usar uma argumentação baseada no pior do senso comum. É mais fácil atacar do que tentar compreender. É mais fácil fechar os olhos e tampar os ouvidos. Não diga em frente a uma panela que você ama peixes, que você ama frangos, que você ama bois. Amor: Sentimento que induz a aproximar, a proteger e a conservar. Você não mata quem ama. Você não paga para matarem quem você ama.

Meu nome é Flávia, passaram-se cinco anos, e hoje eu não falo só por mim. Parece absurdo, mas falo pela dor e pela vida de todos os animais. Agradeço hoje por um dia ter chorado de vergonha e agradeço também àquela parcela da humanidade que ao se transformar inunda o planeta e o meu coração com esperança. Hoje e sempre espero ajudar mais pessoas a tomarem as decisões importantes e positivas em suas vidas. Seja nesse aspecto ou em qualquer outro. Eu não vou desistir.

fonte: anda, por Flávia Scholz

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Fotos da família

preto, o cão de guarda

 enquanto isso, tander e caramelo descansando "ao sol"



lanche da tarde