Quem sou eu

sábado, 26 de outubro de 2013

a letra A

...A gente só não inventa a dor
A gente que enfrenta o mal
Quando a gente fica em frente ao mar
A gente se sente melhor...

nando reis

proteste você também. seja integral, seja vegano


clique em cima para ampliar

Quando a gente está triste demais, gosta do pôr do sol...

Antoine de Saint-Exupéry

que bonito, parabéns a todos que colocam a vida acima de tudo.

Haikais

Conversa de passarinhos

moça no campo
atraindo beija-flor
vestido florido

na flor de romã
minúsculo helicóptero
beija-flor da manhã

silêncio na mata
um grito corta a tarde
quero quero

tudo é silêncio
acordei tarde demais
para ouvir sabiás

graça de árvore
suas flores se foram
voo das garças

no lombo da vaca
pequena garça branca
pasta carrapatos

alice ruiz e maria valeria rezende
NO CANADÁ, PORQUINHO É ADOTADO APÓS FUGIR DE CAMINHÃO QUE IA PARA MATADOURO
Um porquinho saltou de um caminhão que seguia para um matadouro no Canadá e ganhou um novo lar. O leitão fugiu do veículo em movimento em uma estrada perto de Brossard, na província de Quebec, e foi levado para um santuário de animais.

O porquinho de um mês idade foi resgatado pela polícia após ser visto perto da estrada. Inicialmente, o suíno foi levado para uma agência de controles de animais.

Mas, após seu caso vir à tona, Brenda Bronfman, que dirige o santuário de animais "Wishing Well", em Toronto, se ofereceu para adotá-lo.

O porquinho ganhou o nome "Yoda".
Os outros porquinhos, infelizmente, não tiveram a mesma sorte.
Só há um jeito de salvar os outros inúmeros animais que aguardam o mesmo destino daqueles que seguiram dentro do caminhão: deixando de consumir produtos de origem animal.
Retire a crueldade do seu prato!
fonte: vegamet

segunda-feira, 21 de outubro de 2013


The Dream ( O sonho )

Diga não à legalização da exploração de cavalos no Rio Grande do Sul

Em 2010 e 2011 houve mortes de cavalos por fadiga, estresse e desidratação durante a Cavalgada do Mar, fatos divulgados pela imprensa e denunciados ao Ministério Público por ativistas, o que gerou um Termo de Ajustamento de Conduta entre a Fundação Cavalgada do Mar, o Conselho Regional de Medicina Veterinária e a Secretaria de Agricultura do Estado. Algumas obrigações foram impostas aos promotores do evento visando a proteção dos cavalos e a sanidade ambiental das praias.
O que esse Projeto de Lei quer, disfarçado sob o manto da "proteção da cultura", é anular as obrigações impostas pelo MP, evitando que "as autoridades estabeleçam limitações ou restrições que impeçam o regular e pleno exercício ao direito de andar a cavalo”. Diz defender o tradicionalismo, mas um de seus artigos garante benesses para eventos “tradicionalistas ou não” avançando para além da cultura, que alega querer preservar. A Justificativa do PL nega o direito dos animais e prega a liberdade humana.
No caso, liberdade para explorar ONDE, QUANDO E COMO BEM ENTENDER, o cavalo.
É inconcebível que no Estado onde se exalta a imagem do cavalo como extensão do corpo humano, queira se usar o precioso valor da liberdade para atingir justamente o corpo e a alma de um animal dócil e amigo. 
O que queremos, nós, gaúchos e ativistas da causa animal, é o autêntico respeito pelo cavalo, símbolo do nosso Rio Grande, e não essa farsa que visa apenas um divertimento sem responsabilidades com o bem estar do animal e sem ter de prestar contas à qualquer lei.

Diga NÃO ao Projeto 312/2012 - assine nossa petição online: 

Olha só que tri...

Apresentadora não teme ser processada por resgatar beagles

A apresentadora Luisa Mell, conhecida pela defesa dos animais, diz não ter medo de ser indiciada por furto ou receptação por ter participado da invasão de um laboratório que faz testes em animais e ajudado na retirada de 178 cães, explorados como cobaias, da raça beagle, na última sexta-feira, em São Roque (66 km de SP).

“Eu é que vou processar o Instituto Royal por usar o nosso dinheiro para torturar animais”, disse, referindo-se ao fato de o instituto, que usa os cães em pesquisas legais de medicamentos, receber financiamento do governo federal para pesquisas.

“Eles são protegidos pela lei e não divulgam os nomes das empresas que utilizam esses experimentos horrendos. Já existem alternativas que evitariam o sofrimento de animais, só que o custo é mais alto. Ninguém pensa no lado do bicho, que sofre atrocidades”, explica.
fonte: anda

domingo, 20 de outubro de 2013


Beagles unidos jamais serão vencidos


Meu coração vibrou com o resgate dos coitadinhos dos beagles, claro. Mas em seguida minha cabeça deu o alerta:
No mundo inteiro esse tipo de ativismo direto, invasivo e causador de danos, infelizmente não tem dado certo.
Sem maiores considerações filosóficas (por que é evidente que os animais não poderiam, nunca, serem submetidos ao capitalismo nojento da indústria farmacêutica), ações anteriores sempre resultaram na punição dos bem intencionados.
Aqui e lá fora, a Lei fica do lado dos malvados e pronto.
Como diz o ditado americano, é a economia, estúpido!
Alguns cachorrinhos a menos para os bandidos que, em seguida, prosseguem suas experiências, lícitas mas imorais, até em maior escala.
Talvez haja um jeito porém de fazermos desse limão azedo uma limonada bem grande e doce que refresque a barra dos nossos indefesos amiguinhos de quatro patinhas:
O boicote de todos os produtos experimentados naqueles campos de concentração tipo Royal.
Se todos nós, os bípedes humanos conscientes da gravidade e crueldade da situação, deixarmos de comprar os produtos lá testados atingiremos o único órgão sensível desse leviatã moderno: o bolso!
Então, aproveitando o impacto da recente invasão repercutindo na mídia, mudaremos o foco da discussão para o que realmente interessa.
De minha parte, começarei agora mesmo, enviando uma lista das empresas e seus produtos que fomentam esses “centros de pesquisa”.
Claro que o Sistema vai reagir exibindo seus rôtos argumentos de necessidade de testar os cosméticos e remédios em bichos para a segurança dos consumidores, blábláblá.
Que se danem: não precisamos deles.
Eles sim é que precisam de nós, consumidores.
Ou param com essa prática escrota ou paramos de dar dinheiro para seus sanguinolentos cofrinhos.
Acham que a indústria cosmética, por exemplo, não irá rever seus processos de testes quando a mulherada souber que está passando nas unhas, nos lábios e na pele, melecas resultantes do sofrimento e da morte de peludinhos inocentes?
Daí saímos dessa categoria vulnerável de ecoterroristas para a nossa real condição: a de seres humanos que amam, acolhem, respeitam, e apenas querem proteger os seres não humanos de nossa doente civilização.
Nosso desespero, e indignação, é tão legítimo que não merecemos ficar apenas na defensiva ou no ataque esporádico
Primeiro é levantar a lista das empresas e seus produtos. Depois botar a boca no trombone, divulgar, discutir, espalhar, questionar, sem parar, o tempo todo. Até que o tempo, senhor da razão, acalme essa tempestade de insensatez que assola o único mundo que temos.
De nosso sonho, duas patas convivendo em harmonia com quatro patas ou duas asas, nossos inimigos darão risada. Da dura realidade de não ter mais lucro fácil irão chorar.
Simples mas eficiente assim. Transformar nossa fraqueza em força, a única força que o outro lado entende e respeita: a do dinheiro, do poder de comprar.


Alguém me acompanha?


Ulisses Tavares, depois de décadas de militância animal, é um dócil beagle aprendendo a morder

enquanto isso, no continente europeu...

Ativistas dos direitos dos animais simulam vivissecção (ato de dissecar um animal vivo para estudos) em protesto contra a experiência, no centro de Barcelona, Espanha

fonte: bol

Assinem a petição, a vida agradece


Contra o uso de animais pelo Instituto Royal

Contra o uso de animais pelo Instituto Royal
https://secure.avaaz.org/po/petition/MANIFESTATION_ROYAL_INSTITUTE/?mobile=1

Por que isto é importante

Este Abaixo-assinado propõe:

* Maior apoio e aumento dos incentivos do Governo, Organizacões financiadoras e Fundacões de Amparo a pesquisa que se destinam ao fomento da pesquisa científica e tecnológica a novas pesquisas, visando o estudo e implementação de métodos alternativos, substitutos ao uso de animais não humanos em laboratórios e em indústrias farmacêuticas.

* Proibir em lei o uso de animais não humanos e a vivissecção em praticas didáticas (Instituições de Ensino) e comerciais (Cosmético e Limpeza), uma vez que existem métodos alternativos e substitutos para tal. Proibição para o uso farmacêutico, dos quais já existam métodos substitutos e para todas as outras, que ainda nao existam substitutos, defendemos o incremento financeiro para pesquisa de novos métodos como citado acima, e:

* A criação de uma comissão com integrantes da sociedade civil, profissionais liberais e, ONGs e cidadãos comprovadamente voltados a proteção animal e meio ambiente. Esta comissão teria autoridade e autonomia para fiscalização, emissão de laudos e pareceres, visitas a laboratórios, biotérios, universidades e outros, sem aviso prévio, observando as condições gerais de bem estar dos animais não humanos, seja no seu alojamento, seja nas pesquisas, respeitando e fazendo cumprir o uso de anestésico e de instalações dignas para os animais que forem usados em pesquisas, ate que se realize em completo nossa proposta de exterminar o uso de qualquer animal para qualquer tipo de testes. Esta ultima proposta tem um caráter de urgência no sentido de averiguar toda crueldade e muitas vezes falta completa de cuidados para o bem estar dos animais não humanos usados para tais experimentos. Os abaixo assinados concordam e solicitam o supra citado,

Anexo ao Abaixo assinado

A Declaracão Universal dos Direitos do Animal proclamada na UNESCO em 15 de Outubro de 1978, assim como a dos direitos animais, da libertação animal ou abolicionismo, constitui uma luta contra qualquer uso de animais não-humanos que os transforme em propriedades de seres humanos. e um movimento social que nao se contenta em regular o uso "humanitário" de animais, mas que procura inclui-los na comunidade moral, afastando-os, cada vez mais, do conceito jurídico de coisa, para alcançar a qualidade de sujeito de direitos) de modo a garantir que seus interesses básicos sejam respeitados e tenham igual consideração em relação aos interesses humanos.

Os beneficios de tais atitudes se refletiriam, principalmente, na valorização da ótica no ambiente educacional. O uso de métodos humanitários, alem de preservar a integridade ética, moral, psicológica e social dos acadêmicos, possui a vantagem adicional de afetar consideravelmente a economia da instituição.

E necessário que se promova dentro das Instituições de Pesquisa e Universidades brasileiras um envolvimento multi-disciplinar entre profissionais das áreas tecnológicas, fisiológicas, toxicológicas, farmacologicas, cirúrgicas e todas aquelas que utilizem animais não humanos, para que seja possível criar projetos que visem a produção nacional de metodos alternativos in vitro de qualidade, alem de estudos posteriores que comprovem a sua eficacia.

A reivindicação e de que os animais não humanos são cientificamente considerados seres sencientes, ou seja, sentem medo, fome, dor, frio e amor. Há formas mais modernas, sem a utilizacão de métodos extremamente cruéis para com os animais não humanos de ensinar, aprender, elaborar e obter farmacos, visando o tratamento e cura de doenças, como seguir exemplificadas:

1. ESTUDO DE CAMPO - Trabalho clinico com pacientes animais nao humanos em clinicas e hospitais veterinarios. Esta alternativa propoe acompanhar veterinarios em clinicas particulares ou hospitais veterinarios, uma vez que, embora muitas vezes nao seja possivel o contato com o animal, o possivel observar, durante procedimentos cirurgicos, a anatomia do mesmo sem a mudanca de cores que o material preservado apresenta e com a vantagem adicional de sentir que o procedimento e importante para o animal, preservando portanto, a vida.

2. MODELOS DE COBAIAS PVC (Policloreto de Vinila)- Estes modelos são idênticos as cobaias de verdade e permitem, entre outras coisas, a pratica de 25 técnicas micro cirúrgicas como: realização de anastomoses de vasos, suturas de artérias e transplantes. O uso desse material alivia a tensão de quem esta fazendo o treinamento, possibilitando que o exercício seja realizado quantas vezes forem necessárias, eliminando a preocupação com o tempo e diminuindo o uso de anestésicos e os sangramentos, o que torna o aprendizado mais eficaz e menos estressante. Modelos feitos de poliuretano inodoro são utilizados em técnicas cirúrgicas básicas, permitindo ao aluno praticar habilidades cirúrgicas sem realizar a eutanásia em animais e aprendizado baseado em casos. Vários estudos comprovam a eficacia do aprendizado proporcionado por tais métodos. Com relação ao custo de implantação, embora este possa ser maior no inicio, acaba por torná-los economicamente viáveis, por reduzir custos com a manutenção de animais em biotérios, anestésicos e outros medicamentos. Comprovando que a utilizacão de métodos alternativos ao uso de animais não humanos, ética, eficaz e economicamente viável.

3. SISTEMAS BIOLÓGICOS In vitro - A obtenção e estudo de farmacos pode ser realizada através da utilizacão de culturas de celulas, reações enzimáticas etc.

4. MANEQUIM DASIE (Dog Abdominal Surrogate Instructional Exercise) - Este manequim simula cirurgias abdominais. Um estudo realizado com este manequim mostrou que o mesmo e uma alternativa esteticamente aceitável para as praticas introduzidas de cirurgia, e seu preço corresponde a um decimo de um cão criado especificamente para esse fim.

5. SIMULADORES - Simuladores como o POP (Pulsatile Organ Perfusion), que auxilia no treinamento de cirurgias laparoscopicas e toracoscopicas. Esse equipamento, criado na industria, simula o suprimento sanguíneo de oragos ou sistemas obtidos em frigoríficos, sendo um método eficiente e custo efetivo (SZINICZ et al., 1994). Ha, ainda, um modelo de treinamento, totalmente artificial, proposto por Reuthebuch et al. (2003) para cirurgia coronariana. e feito de poliuretano endurecido e consiste numa replica do tórax humano, com vasos coronarianos integrados a um modelo de batimento cardíaco.

6. FERRAMENTAS MULTIMIDIA COMPLEXAS - Com a Tecnologia atualmente disponível e possível, adicionalmente, realizar dissecações virtuais e experimentos na tela de um computador, alem de simulações de técnicas clinicas. Estes recursos facilitam a visualização e entendimento de estruturas e processos, fazendo com que o aluno aprenda estrategias de resolução de problemas, entre outras habilidades. As simulações hoje existentes podem mostrar processos fisiológicos que são praticamente impossíveis de serem visualizados em aulas com animais vivos, tais como processos de digestão ou ativação de um músculo. Existem, inclusive, verdadeiros laboratórios virtuais que simulam inúmeros experimentos e situações reais as quais os alunos podem ser submetidos. A realidade virtual, já empregada em diversos campos, pode vir a ser uma alternativa viável em escolas medicas e veterinárias, uma vez que tal recurso tem se tornado cada vez mais comum e disseminado com o desenvolvimento de softwares com tecnologia tri-dimensional, configurando entre uma das alternativas mais proeminentes no ensino da medicina veterinária.

7. CADÁVERES E TECIDOS ANIMAIS OBTIDOS DE FONTES ÉTICAS - Alternativas éticas a eutanásia ou maus-tratos aos animais, como cadáveres e tecidos obtidos de animais mortos naturalmente ou que tenham sofrido eutanásia devido a doenças terminais. Essa já e uma pratica adotada na medicina humana e veterinária de algumas universidades. Tais cadáveres podem ser obtidos em fazendas, hospitais e clinicas veterinárias com a autorização do proprietário, quando pertinente, podendo-se, ainda, formar um banco de cadáveres e tecidos animais. Os tecidos frescos podem ser utilizados em praticas bioquímicas, farmacologicas e fisiológicas, enquanto os cadáveres sao excelentes ferramentas para o aperfeiçoamento de habilidades clinicas e cirúrgicas, principalmente apos o treinamento de habilidades básicas utilizando modelos, manequins e simuladores.

Assim, para que animais não humanos deixem de ser utilizados para essas finalidades, torna-se necessária a implementação de recursos alternativos, comprovadamente mais eficientes para os fins a que se destinam.

Este abaixo assinado visa solicitar as autoridades governamentais medidas em busca do fim da utilização de animais não humanos em experimentação cientifica, testes e fins didáticos. Assim, solicitamos a regulamentação e fiscalização nos centros de Pesquisa, Industrias e Universidades, bem como o incremento nos incentivos de estudos, visando a implementação imediata de métodos alternativos e, após a constatação de que tais práticas em nada acrescentam a qualidade de vida do ser humano, só servindo como meio de causar sofrimento desnecessário a outras espécies, a criação de leis para abolição definitiva do uso de animais não-humanos para fins didáticos e comerciais.
e aí...
fonte: facebook

terça-feira, 15 de outubro de 2013

fonte: face da carina

Sirens of the lambs




Banksy provoca reflexão sobre a morte de animais para alimentação com instalação artística

O misterioso e aclamado artista britânico conhecido pelo pseudônimo de Banksy faz uma nova e poderosa crítica social, desta vez, em Nova York. Quase sempre ele utiliza o grafiti para se expressar, mas, desta vez, o artista resolveu fazer uma instalação em um caminhão que rodará as ruas do Brooklin, nos EUA, por duas semanas.
Não existem muitas informações sobre a vida pessoal de Banksy, portanto, não se sabe se ele é vegano. No entanto, a julgar por esta obra, é possível acreditar que sim. Em um caminhão velho, Banksy colocou dezenas de animais de pelúcia que se movem e emitem um som parecido com uma sirene, como um alerta. O nome da instalação é “Sirens of the lambs” (Sirenes dos cordeiros), em uma clara alusão aos gritos de socorro que os animais emitem nos matadouros – quase sempre em vão.
Banksy teve o cuidado de escolher pelúcias de animais considerados de consumo (cordeiros, vacas, galinhas, porcos etc.) e colocou um panda entre eles, para aguçar ainda mais a reflexão em quem vê o caminhão passando. A região escolhida para ação é a “Meatpacking District” (Distrito Frigorífico), que tem esse nome por ter sido ocupado por frigoríficos e fábricas de embalagens para embalar carne.
A ação tem repercutido por grandes jornais mundo afora. Alguns jornalistas tentaram falar com o motorista do caminhão, que desconversa: “Eu não sei de muita coisa, só estou dirigindo. Só estou fazendo entregas, entregando carne fresca.”, diz.
As reações são diversas. Ao avistarem o caminhão cheio de animais de brinquedo “pedindo socorro”, algumas pessoas riem e tiram fotos com o celular, outras correm e outras ficam paradas, olhando. Entre as crianças, também não há unanimidade nas reações. Enquanto algumas pulam e tentam alcançar as pelúcias, outras choram assustadas.
fonte: vista-se

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Seja humano, não mate

"Pensar que nós temos algo chamado matadouro, onde pessoas são pagas para pegar um animal, meter um 'prego' na cabeça dele e cortar sua garganta, suspendê-lo em correntes e vê-lo morrer enquanto o sangue escorre de sua garganta e suas pernas se debatem desesperadamente... Se não pudermos olhar para isso e dizer 'Minha nossa! O que nós fizemos?!', nós não seremos capazes de olhar para mais nada."
David Coles, palestrante e escritor vegano.

"Se nós, pessoas boas, duplicarmos nossos esforços apenas algumas vezes, nós poderemos mudar o mundo."
Nunca é demais insistir e demonstrar o que as pessoas insistem em negar: direitos humanos e direitos dos animais são 2 faces de uma mesma e única moeda: a VIDA.
David Coles, ex- vice-presidente do CitiBank, hoje diretor de ONG vegana.

domingo, 13 de outubro de 2013

Dia das crianças

Dia das Crianças. Humanas e não humanas



O amor praticado pelos humanos em relação aos animais não humanos neste planeta consegue ser inferior ao amor praticado por um criminoso, doente mental, cujo resultado de seu sentimento é a morte do ser amado. Os humanos escravizam, torturam, subjulgam e subtraem vidas de seres inocentes para comemorar o dia em que celebram o amor por suas mães, seus pais, seus filhos, avôs e avós, esquecendo-se que estes pobres seres, além de sentirem medo, alegria e tristeza, nutrem amor, carinho e fortes relações familiares também. Os humanos matam animais para comemorar páscoa (nascimento), Natal (nascimento) e tantas outras datas (criadas não importa por quem) cujos significados, ainda que vampirizados pelo consumismo cego, são o amor, a generosidade, o respeito, a compaixão e a vida. Como sempre, defensores da vida em nosso planeta tentam a todo custo abrir os olhos, mentes e corações das pessoas para que deixem vencer o amor perante as “tradições, hábitos e costumes”, a imposição da mídia e os prazeres do paladar. Antes de decidir o cardápio, os presentes e a diversão neste dia das crianças, reflita um pouco sobre tudo isso. E, se possível, compartilhe com sua família.

Cronicato - Rogerio Rothje

sábado, 5 de outubro de 2013

sexta-feira, 4 de outubro de 2013



Um mundo de paz, liberdade e respeito ao planeta. Foi esse ideal que há 40 anos motivou um grupo de pessoas comuns a desafiar um poderoso país que estava prestes a realizar testes nucleares. Estes jovens idealistas não portavam armas, não tinham exército. Levavam consigo apenas um sentimento de mudança e coragem. Assim nasceu o Greenpeace.

Foi esse mesmo sentimento de paz e amor ao planeta que motivou o grupo de 28 ativistas a se moverem em direção ao extremo norte da Terra a bordo do navio Arctic Sunrise. Indignados com as ameaças que o Ártico vem sofrendo pelo aquecimento global e pelo avanço da indústria do petróleo, eles tomaram uma atitude. 

Para chamar a atenção do mundo, eles queriam fazer um protesto pacífico em uma plataforma de petróleo no mar de Pechora, próximo da Rússia. O objetivo era simplesmente estender uma faixa com a mensagem: “Salve o Ártico”. Foi por este ato simbólico que as autoridades russas os estão acusando pelo absurdo crime de pirataria. Além dos ativistas, dois jornalistas estavam a bordo do navio Arctic Sunrise e também estão na cadeia. Todos podem ficar presos por até 15 anos.

Muitas vezes tentaram calar nossa voz, algumas até com violência. Mas dessa vez o que está em jogo é a vida de 30 pessoas e a liberdade de confrontar alvos de modo pacífico para denunciar atividades que colocam o futuro em risco.
Aqui no escritório do Greenpeace Brasil, reina agora um triste silêncio. A nossa amiga Ana Paula Maciel está junto desse grupo preso a milhares de quilômetros distante de casa. Ela estava lá por nós e não é justo que pague por um crime que não cometeu. Queremos levar Ana Paula de volta à sua família. Queremos todo o grupo de ativistas e jornalistas em liberdade.

É por isso que neste sábado, dia 5 de outubro, realizaremos um Ato Global em Apoio aos 30 do Ártico em mais de 80 cidades do mundo. No Brasil, a manifestação acontecerá em São Paulo, no vão livre do MASP, a partir das 10h, confirme sua presença no nosso evento no Facebook. Será um evento pela liberdade dos ativistas, pelo direito ao protesto não violento e pela promoção da paz. 

Convidamos você a se juntar a nós. Venha vestido de branco e ajude-nos a fortalecer esse movimento mundial pela libertação dos 30 do Ártico. No local, você poderá também escrever mensagens de apoio, que serão levadas a Ana Paula.

Você pode nos ajudar também enviando cartas à presidente Dilma e ao embaixador russo no Brasil pedindo a intervenção deles no caso. Para isso, você só precisa entrar nesse site e divulgar o link pelas redes sociais. Não se esqueça de usar a hashtag #LibertemOs30. Quanto mais pessoas se mobilizarem, mais pressão faremos para libertar nossos amigos.

Parabéns prá vocês...

04 de outubro, dia mundial dos animais


ops,

de todos os animais

seja vegano

 respeite todos os animais


obs: todos os animais acima são membros da minha família