Quem sou eu

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Desmatamento Zero nas ruas. Participe!





Você que já assinou pelo Desmatamento Zero agora tem a chance de ir às ruas!
A Mobilização pelo Desmatamento Zero vai acontecer no sábado, dia 7 de dezembro, em várias cidades do país.
Serão diversas atividades de mobilização, como pintura de camisetas, coleta de assinaturas para o projeto de lei e oficinas.
Você também pode fazer parte dessa história organizando um evento nesse dia. Se você tem vontade de lutar por um mundo melhor, junte-se a nós e contribua para despertar milhares de brasileiros.
Para inscrever um evento e obter detalhes da mobilização acesse:
bit.ly/mobilizacaodz

Ajude a construir essa história. Participe!
Abraços,
Cristiane Mazzetti
Mobilização
Greenpeace Brasil

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Festas de final de ano: não deixe tudo para a última hora

Então começou a vibração invisível que toma conta da maioria das pessoas, pela proximidade das festas de final de ano. A mídia bombardeia, as promoções lançam seus anzóis, chapeuzinhos de Papai Noel podem ser vistos em vitrines, e a palavra ‘panetone’ é escutada em conversas dentro do ônibus. Tenho horror a panetone, me parece um pão mumificado que só serve para presentear em amigo-secreto no trabalho. Ou para ser esquecido em um armário.

Eu não sei exatamente o que se apropria do HD mental de tanta gente ao mesmo tempo, mas vejo que o sistema sorri e palita os dentes, chupando os fiapinhos, satisfeito com o impacto de tsunami do consumo sobre o mercado. Uma família feliz parece estar obrigada a já se preocupar com o peru, tender, chester, bruster ou Frankstein similar. O carimbo de ‘vivemos bem mais um ano, né?’ só vale se houver uma ave peituda morta e temperada sobre uma mesa, senão é assumir o fracasso na vida. Meio-termo, nem pensar.

E a tradição, essa corrente em que todos incluem mais um elo antes de se prenderem, autoriza e justifica uma repetição chata, junto a parentes chatos e copos de cristal usados apenas uma vez ao ano, borbulhando no final de dezembro. Para combinar com o tamanho padrão do forno de cozinha, muito bebê-porquinho já entra no cadafalso que é para caber na bandeja, depois. Poupa-se de uma vida de engorda, confinamento, tédio & terror, merda & dor, porque os humanos decidiram que… digamos… ‘têm’ que comer porco na virada do ano porque o porco fuça para frente, ou qualquer outra frase-explicação séria candidata ao Nobel. Talvez a hipocrisia diminuísse 1% se essas pessoas todas assumissem sua superstição, TOC social e celebração pelo prazer do palato, ponto. Do que tentar dar contornos outros, risíveis para quem assiste a tudo isso de fora.

Não, eu não tomo parte. Me libertei, há alguns anos. Um processo desconfortável – pois todos os holofotes-perguntas-olhares voltam-se para si, mas que tem o efeito da bigorna deixada para trás, depois de muito carregar, do sapato apertado que finalmente é tirado do pé. Minha atitude terá traços de impacto a menos na marretada final em muitos animais, mas eu sou apenas um. Multiplicador, mas apenas um. Não vislumbro peru, não gasto em presente, não asso lombo, não produzo uma sacolada de lixo no dia seguinte à ‘festa’, não estouro champanhe no riso fácil, não pulo sete ondas nem escolho cor da cueca. Realmente é ridículo para quem vê de fora, e uma desgraça a menos para tantos animais cuja existência – desgraçada, no death row – é programada conforme as demandas das redes de supermercado.

Não, eu optei por não mais fazer parte dessa onda humana que se sente feliz & esperançosa conforme marca a data no calendário. Eu escolhi abrir mão de muita coisa, para não fazer o meu dinheiro pagar a marreta, a pistola pneumática, a gaiola, o brete, a ordenhadeira, o arreio, a facada, a degola, o ‘abate humanitário’, o ‘abate religioso’, a criação e procriação, a vida de tantos animais nascidos já como defuntos, o cronômetro em contagem regressiva para a morte e o estourar de champanhe. A última hora.
fonte:Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno

Olha só que legal...

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Acorde!

Sou feliz porque sou o que sou. Porque faço o que tenho vontade. Porque não me preocupo em ter que agradar, seja porque estou com fome, seja para ganhar qualquer agrado.

Sou feliz porque sigo minha natureza. Porque estou na natureza, que é o meu lar e de onde jamais deveríamos sair. Onde deveríamos permanecer, desde o dia em que saímos do ovo ou da placenta de nossas mães, até o dia em que a natureza, a mesma que nos deu a vida, nos chamasse de volta para o céu dos animais.

Sou feliz porque vejo os da minha espécie comigo. E porque não vejo a sua rondando a nossa em busca de qualquer um de nós, seja para se alimentar, se entreter ou se vestir.

Aqui, o dia dura exatamente tanto quanto o Sol quer. E a noite vem com toda sua magia e plenitude, até que a Lua fique transparente a se confundir com o céu azul claro, banhado pela luz da manhã.

Bem diferente do que acontece com nossos irmãos por vocês encarcerados, a espera de mais um dia de tortura ou da morte libertadora. Quer visitar-nos, faça. Sabendo que esta é a nossa casa. E que, queiramos nós ou não, é de vocês também. Trate-a com respeito e estará oferecendo seu respeito a ti mesmo, como parte da natureza que é.

Humano – animal cuja memória, tão poluída quanto o ar que devolve morto ao céu, e que padece à mercê da ganância e da ignorância – trate de logo acordar. Só te pertence a vida que tem e, ainda assim, um dia sua carcaça se juntará à terra que, como mãe esplendorosa, te acolherá e abraçará como filho, para que retorne ao teu céu. O céu de todos nós.
fonte: Cronicato - Rogério Rothje

sábado, 16 de novembro de 2013

sessão crueldade da raça dita humana

Rinoceronte gravemente ferido - o chifre dessa infeliz criatura foi retirado depois de ter sido caçado por horas por humanos idiotas! mas ainda não perdi a fé na humanidade, ainda existem pessoas boas!
fonte:cia compaixão
bom trabalho humanos do mal, vocês conseguiram!!!!!!!!!!!!!!!
rinoceronte preto declarado extinto,
parabéns raça humana, estamos a caminho das profecias, que Deus nos perdoe.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

recado de uma vaca...

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A arma

respeite a vida, seja vegano

Nota sobre o resgate dos roedores do Instituto Royal


Na manhã desta quarta-feira, dia 13 de novembro de 2013, precisamente às 6h30, recebi uma ligação da gerente geral do Instituto Royal, Silvia Ortiz, informando que houve uma nova invasão na instituição e que todos os ratos que ainda estavam no prédio foram levados.
Como estávamos em negociação jurídica para tutelar estes animais em nome da ONG Ampara Animal, convidei a voluntária desta ONG Monica Buava Caliman para me acompanhar até São Roque. Nosso objetivo era deixar claro que a Ampara Animal não teve nada a ver com a ação que libertou os animais naquela madrugada e estávamos ainda dispostos a tutelar animais que eventualmente pudessem ter ficado para trás, como aconteceu na primeira vez que entraram no Instituto Royal. Estávamos lutando legalmente para ter a guarda dos animais. A posição oficial da Ampara Animal sobre o acontecido foi divulgada através de nota na tarde do mesmo dia (leia aqui).
Pela primeira vez, ativistas foram autorizados a entrar pelo portão principal do Instituto Royal, acompanhados pelo chefe da segurança. Fomos recebidos por Silvia Ortiz em frente ao prédio do Instituto, que estava com janelas quebradas e com uma grande inscrição da ALF (Animal Liberation Front) na parede. A imprensa entrava e saía do prédio, fazendo imagens. Silvia nos afirmou mais de uma vez que não havia mais animais lá.
Reiteramos a ela nossa posição de ativistas que acreditam nas vias legais. Deixamos claro também que, embora não participemos de ações como esta, entendemos perfeitamente os motivos que levam outros ativistas a agir antes da justiça. Questionamos a demora no processo de tutela dos animais. Silvia, sempre muito polida e educada, afirmou que não dependia apenas da vontade do Instituto Royal e que a demora do processo era, em parte, por conta de uma autorização do CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) que não veio a tempo. Ao contrário de Silvia, uma das veterinárias do Instituto Royal não estava nem um pouco calma em relação a toda a história e foi bastante hostil. Com ela não houve diálogo.
O grupo que assumiu a ação chama-se “Coletivo Armageddon Black”. Eles publicaram algumas fotos em sua página no Facebook (veja aqui).
O caso do “Sir Willians”
Aproveitamos o encontro com Silvia Ortiz para questionar também sobre o caso do cão chamado de “Sir Willians”, que havia sido adotado por uma família da cidade de Valinhos, no interior de São Paulo, após o primeiro resgate de animais realizado no Instituto Royal. Silvia informou que ele está muito bem de saúde e sendo cuidado em uma clínica veterinária. Perguntamos porque ele não poderia ser devolvido à família, uma vez que o Instituto Royal afirmou que vai fechar a unidade de São Roque e que não vai mais utilizar animais. Silvia disse que não depende apenas da vontade dela e que o jurídico do Royal achou por bem manter o “Sir Willians” na situação em que está até que o processo esteja encerrado. Não ficou claro se o Instituto devolverá o cachorro ao final do processo.
Eu, com o Vista-se, fui apenas uma peça de toda a movimentação jurídica que se formou em torno do caso do Instituto Royal. Muitos ativistas fizeram muito nos bastidores para que pudéssemos sair com estes animais de dia, pela porta da frente e com tudo dentro da lei. Infelizmente, ficamos de mãos atadas por semanas e aflitos sem autorização judicial para tutelar estes animais e preocupados com o que poderia acontecer com eles.
Esperamos que as pessoas que arriscaram sua própria liberdade para libertar estes animais que não são tão queridos pela sociedade como os beagles dêem uma vida digna a estes ratinhos. Nós acreditamos que isso vai acontecer, quanto a isso, estamos tranquilos.
Silvia Ortiz já disse verbalmente que não há mais nenhum animal em posse do Instituto Royal. Para firmar essa informação como verídica, pedimos a ela nesta quinta-feira um documento dizendo que não há animais com eles, assim, podemos dar por encerradas as movimentações jurídicas pela tutela deles. Até o fechamento desta nota, o documento ainda não havia sido mandado.

fonte: vista-se

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

e a justiça continua...

Ativistas fazem nova invasão ao Instituto Royal e soltam roedores
Um grupo de ativistas fez uma nova invasão ao Instituto Royal, em São Roque (SP), na madrugada desta quarta-feira (13) e levou roedores que ainda estavam no local. Segundo o delegado Marcelo Pontes, um vigia do prédio relatou à polícia que cerca de 40 pessoas chegaram ao local por volta das 3h, usando máscaras e armadas com facas.

fonte: g1

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Testes em animais e a cura para a maldade


Já presenciei muita gente, que vive acusando os outros de ‘sentimentalismo’, perder a razão. É quem apela para o falso ‘amor à ciência’, ‘o conhecimento científico acima de tudo’ – só falta dizer que ‘a fé salva’. Se vestem de uma aura de sagrado, parecem verdadeiros mestres da ciência, quando na verdade são bolsistas com medo de seus orientadores ou simplesmente puxa-sacos. Essa mesma cambada, quando se sente ameaçada, apela para a ignorância. Visivelmente alterados, saem da sala ou dizem barbaridades nas redes sociais, onde é muito fácil ser ‘cientista’. Onde está o espírito científico? Não é aí que o encontramos.
Eu acredito numa ciência que busque alternativas ao sofrimento. Que salve vidas preservando a vida, que estude possibilidades, que encontre formas de diminuir a dor. Os médicos, pesquisadores e professores que buscam conhecer sem ferir, que criam as alternativas e as divulgam, estes são os verdadeiros cientistas. Estes buscam a cura para a humanidade, sobretudo, a cura para a maldade.


fonte: Desobediência Vegana - Ellen Augusta Valer de Freitas

domingo, 10 de novembro de 2013

Fotos da família, novembro de 2013





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Olha só que tri...

Leoa abandonada abraça homens que a resgataram da morte na África

Uma leoa vivendo em seu selvagem habitat natural desenvolveu um laço afetivo com dois homens que a resgataram quando ainda era filhote. Sirga, uma leoa nascida na República do Botswana, na África, foi salva por Valentin Gruener e Mikkel Legarth, que se dedicam à conservação da espécie na região e a encontraram abandonada, sem comida, depois que seus irmãos foram mortos. Apesar de tratar os dois como iguais, a leoa mantém sua autonomia e caça normalmente em ambiente selvagem





fonte: terra

sábado, 9 de novembro de 2013

Ei você estudante...você não tem obrigação de participar de aulas com animais...diga não. Ajude a mudar a historia deles...libertação animal...

fonte: C.I.A -Compaixão Informação E Atitude Animal
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

sábado, 2 de novembro de 2013

Sessão crueldade humana

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comentário do altecir: se uma criança perguntasse a seu pai: monstros existem? 
- ele diria: existem