Quem sou eu

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Não seja idiota nem estúpido, não faça barulho, ninguém gosta




































fonte: Abaixo fogos de artifícios
A verdadeira caridade é radical

O imaginário em torno da palavra caridade é sempre alguém cedendo um prato de comida a quem tem fome, é uma pessoa que sai em silêncio e não diz nada para ninguém. Mas o verdadeiro ato de caridade é a prática de coisas difíceis, às quais ninguém quer abrir mão.

Recentemente um fato curioso me chamou a atenção. Um grupo de pessoas realizou um evento de ajuda humanitária. Conseguiu muito pouca ajuda e adesão nas redes sociais. Mesmo assim, foram sozinhos à luta.

Mas, vejam, na hora de divulgar o trabalho realizado, postando fotos das poucas pessoas ao lado das crianças sorridentes pela ajuda recebida, o que veio foi uma enxurrada de nojentos comentários odiosos, do tipo ‘por que postar fotos? se você faz as coisas fique quieto’, etc, etc.O caridoso deve sair e falar para todo mundo o que fez. Sim, gente boa! Sabe por quê? Por que assim você inspira os outros a fazer o mesmo.

Quando falamos ‘seja vegano’, os arrogantes acham que você é arrogante. Mas muita gente se inspira e começa a ler, a se interessar e a ajudar. Depois que me tornei vegana, entrei para a militância dos direitos humanos. Atuo na causa animal mais efetivamente. Minha sensibilidade aumentou. Falei a todo mundo, com a voz bem alta, tudo o que fiz.

É preciso dizer, quando você ajuda alguém. Diga aos outros ‘eu fiz’. Não dói. Faça também.
Na Capital do RS, muitas pessoas são duras, não ajudam, não se cumprimentam. No meu prédio, as pessoas jogam muletas no lixo.

Eu ajudo, distribuo livros, panfletos de como ajudar. E digo bem alto ‘seja vegano’. E digo o porquê – ‘o veganismo salva vidas de animais, diminui o trabalho escravo de humanos, contribui para diminuir a degradação ambiental e diminui a fome do mundo, pois cereais são plantados para o gado, para produzir leite para encher a pança de humanos’.

Sou chamada de radical, mas a verdadeira caridade é radical. Os verdadeiros caridosos sempre foram subversivos e foram perseguidos por isso. O maior exemplo disso foi Jesus. O sábio e velho Nietzsche escreveu sobre a humildade e sobre o preço que se paga, certas vezes, por fazer a caridade. Mesmo assim, a gente faz. Porque quer fazer.

O barato que dá quando se compra algo é tão passageiro. Pegue algo em sua casa, saia para a rua e ajude alguém. Volte para casa e sinta o que aconteceu. Mas não fique quieto. Passe adiante.

fonte: Desobediência Vegana  - Ellen Augusta Valer de Freitas

e faz-se a justiça...

TOUREIRA MEXICANA LEVA CHIFRADAS EM CORRIDA

A toureira Karla de los Angeles levou duas chifradas do touro Gamucio, na décima corrida monumental na cidade do México. Segundo o jornal Excelsior, quando se aproximou com a espada para matar, o touro a atirou para o alto, ocasionando um ferimento de 10 cm. na coxa direita e e de 12 cm. na nádega.
4 de seus assistentes também foram feridos, um deles gravemente.

fonte:  Adoções Corrente do Bem

comentário do altecir : e aí, de que lado você está: da toureira covarde e seus capachos ou do touro que está apenas se defendendo da crueldade desses monstros chamados de toureiros? Vamos lembrá-los que se você é comedor de carne, provavelmente está vendo o touro como um monte de alimento ambulante, ou não...
fonte: os veganistas

GO VEGAN


























fonte: este é um carnista

Feliz 2015, e go vegan

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domingo, 21 de dezembro de 2014

Frases que matam animais.


Lembre-se desse olhar de medo, quando for comer carne. Sim, ele tinha olhos, coração e sentimentos, como você!
Você pode salvá-los, seja vegano.

Feliz natal a todos

e aí, tá servido
fonte: Frente de Libertação Animal

sábado, 20 de dezembro de 2014

Respeite a vida de todos

A vida é absoluta. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior. Engana-se quem mata ou subjuga um animal por julgá-lo um ser inferior. Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo.
Olinda Oliveira
fonte: por um mundo melhor aos animais

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

respeite a vida de todos os animais inclusive a sua...

Comece a renovação de seus costumes pelo prato de cada dia. 
Diminua gradativamente a volúpia de comer a carne dos animais. O cemitério na barriga é um tormento depois da grande transição.”
fonte: pelo fim do holocausto animal

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

sábado, 13 de dezembro de 2014

Olha só que tri...

Homem viaja pelo mundo acompanhado de seu cachorro
Desde que John adotou seu inseparável companheiro peludo, há cerca de dois anos, eles passaram a viajar juntos por diversas regiões dos Estados Unidos. O resultado é uma série apaixonante de fotos, em que Wolf é a estrela principal.









fonte: anda

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Go vegan


fonte: Muuuuu

Faça parte da evolução da raça humana, torne-se vegano

A pecuária é a atividade que mais produz lixo no mundo. Por ano, cerca de 11 bilhões de toneladas de lixo têm origem na criação de animais para consumo humano
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fonte: Muuuuuu

sábado, 29 de novembro de 2014

A dor do outro ou ‘o Grand Canyon que precisamos fechar

“Bom, nós estamos indo muito bem, eu suponho / Com nossos carros reluzentes e roupas da moda / Eu visto preto pelo velho doente e solitário / Eu visto preto em luto pelas vidas que poderiam ter existido / Há coisas que nunca serão corretas / E coisas que precisam de mudanças em qualquer lugar que se vá”
(Johnny Cash, em ‘Men in black’)

E aí as pessoas ditas instruídas, esclarecidas, antenadas no mundo porque usam muito o celular, experientes, ‘exemplo para a família’, pouco se importam com o trajeto que a comida fez até chegar a seus dentes. Muitos dão risada, do eco-churrasqueiro ao egoico que está na vida para aproveitar, e dane-se o remorso.

(A dor do outro. Alguém que nasceu já para preencher a demanda de ingredientes culinários. Morreu para ser picotado e virar nome incompreensível no rótulo dos pacotinhos de alimentos industrializados).

Ao contrário, muita vezes uma conversa informal com leigos sobre o veganismo – porque o povo adora fazer sabatina ao ouvir as palavras mágicas – acaba capotando em dicas de saúde, cuidados na hora de bem escolher os alimentos, e recomendações-de-vó. “Diz que tudo que tem glúten faz muito mal, a gente tem que passar longe”, me dizia esses tempos uma cidadã-padrão, enquanto se servia de generosas conchadas de macarrão. De trigo.

Não, diacho, eu não estava falando sobre segredos para o bem-estar, novidades para emagrecer ou o último grito das naturebices de shopping – ração humana, chia, gordura de coco, amaranto, linhaça dourada, quinua, sal rosa ou o próximo campeão de bilheteria. Eu estava falando sobre a dor do outro. A solidão, a corrente, o confinamento, a separação, os chutes eventuais, o isolamento, o mau cheiro, o medo do humano, a faca amolada.

“O ______ é vegetariano convicto mas não resistiu ao meu churrasco na semana passada”, comentou, tentando ser simpática e participar da conversa, outra pessoa que também estava à mesa nessa ocasião. Garantia de que realmente a carne estava irresistível.

E penso que talvez o descolamento de duas realidades – o animal que ‘nasce para morrer’, digamos, e a gastronomia – seja o Grand Canyon que precisamos fechar. Haja gotinhas de Super Bonder. Porque essa fenda que nós – ativistas, pensadores, profissionais militantes, simpatizantes – ora começamos a estreitar, é o que garante uma das muitas pernas dessa máquina trituradora chamada ‘desenvolvimento’. Nunca vi tanto orgulho, emoção sincera e boca cheia como naqueles que fazem o discurso desenvolvimentista – que devem ganhar muito dinheiro com isso. Porque o resto do povo, aplaudindo, entra como lombo em festa de chicote. E aplaude, e vota. E olha torto para aqueles que, ousados!, topam falar em algo diferente.

Em algo que não exija o moedor de carne, de almas e de tempo de vida como modelo. Um sistema em que o hamster não tenha que correr na rodinha. Metaforicamente falando, claro.

Porque uma sugestão de rota – veganismo, antidesenvolvimentismo, ateísmo financeiro, iconoclastia laboral – acaba desandando em palpites curtos / rasos sobre saúde, ou trabalhar menos, ou “eu trabalho muito porque eu gosto”, como ouvi nessa mesma ocasião supracitada. OK. Talvez as pessoas estejam tão orgulhosas de se perceberem marchando no passo milimetricamente certo, farda alinhada, depois do medo de não conseguir, que a ideia de ir para outro lado soa estranha, quase uma imprudência. Parar, então, é desperdiçar possibilidades, deixar de aproveitar o que a vida oferece.

O que me lembra uma anedotra real. A Vanguarda Abolicionista fazia uma ação no Dia das Mães, anos atrás, e um gaiato se aproximou para fazer as perguntas óbvias e observações inteligentes que você, leitor, bem imagina. “Então vocês não comem carne?! Estão deixando de fazer a melhor coisa da vida”, riu o subgênio, para quem o sexo deve estar lá pela quinta ou sexta colocação no ranking. Empatado com o amor e com, digamos, capas exclusivas para smartphone, que tal?

fonteVANGUARDA ABOLICIONISTA - MARCIO DE ALMEIDA BUENO

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

FAÇA PARTE DA EVOLUÇÃO, TORNE-SE HUMANO, SEJA VEGANO

Cada pessoa que se torna vegetariana acende uma luz e esta ação se multiplica numa oferenda crescente, e outros vão sendo tocados. Somos hoje milhões no mundo propagando respeito e não violência.
Não pode haver felicidade no ato de matar outro ser, não pode haver harmonia comendo o corpo de outro ser. A felicidade humana depende de levar em consideração os outros, Assim, tempo perdido é FALAR em amor e bondade SE NÃO AGIMOS COM AMOR E SE NÃO VIVEMOS EM BONDADE. Agir amorosamente é se colocar no lugar do outro, seja esse outro quem for.
Nós, enquanto humanidade já ultrapassamos muitos pontos de ruptura, por isso não há sentido simplesmente em dizer que "as pessoas acham normal comer carne", "os frigoríficos são extremamente poderosos", "veganismo é coisa de minoria"
A força da evolução é irreversível!
fonte: CIA

domingo, 16 de novembro de 2014

Respeite todos os animais, inclusive nós, os humanos...

Somos todos animais. Literalmente.


Você tem em casa um gatinho fofo, um cachorrinho alegre, um passarinho cantante, um peixinho colorido, ou, mais exótico, bela iguana, enigmática serpente, curioso furão?

Ótimo, parabéns, continue cuidando bem deles que eles merecem.

Mas a causa animal vai muito além de seus bichinhos de estimação.

Ela abrange o planeta como um todo, vivo, pulsante, e extremamente ameaçado pelo único animal capaz de conter a fúria assassina e predatória contra tudo que rasteja, caminha sobre quatro patas e voa: o bípede humano. Algoz, vítima e cúmplice da mãe Gaia, a Terra.

O homem. Esse mesmo, animal igual eu e você e todos os outros.

A nós, pela superioridade na evolução natural, cabe uma responsabilidade bem maior sobre todas as outras espécies viventes e sofrentes: zelar por elas.

Nem confiná-las em zoológicos, nem colocá-las para nos divertir em circos, rinhas, canis reprodutores e rodeios. E muito menos colocá-las para nos alimentar, em currais, chiqueiros e galinheiros. Superar nossa gula e ganância por proteína animal será o grande salto espiritual e ético da humanidade pela tão propagandeada e tão pouco praticada sustentabilidade ecológica. A vida não é mercadoria, não deve ser comprada ou vendida pelas empresas, religiões ou partidos. De enganações o inferno está cheio, fiquemos espertos e despertos antes que seja tarde.

Apenas deixarmos que vivam bem todos os seres vivos. Simples assim. Pragmático e lógico e científico assim.

Exatamente como nós, animais humanos, gostaríamos de viver: em paz e livres.

A Anda, o maior portal de notícias de defesa animal do mundo, agrupa, agrega, denuncia, promove, esclarece a opinião pública sobre um item importante e raramente divulgado pela mídia e pelos políticos: os animais são seres sencientes.

Sentem e sofrem como nós.

Como nós vírgula e correção: eles não falam, não votam, não podem protestar para que a indiferença e a crueldade deixem de existir. Nós podemos escolher e decidir como o mundo pode ser ou será. Eles não, apenas aceitam e, indefesos, nascem, crescem e morrem de acordo com aquilo que a natureza determinou. Só que a natureza não previu o parasita humano e sua maldade.

Você, eu, e todos os autores deste livro Somos todos animais (editora Nova Alexandria), sim, podemos fazer algo a respeito. Agora, já, em grandes manifestações ou pequenos gestos anônimos de compaixão, amor, acolhimento e indignação. Uma formidável multidão de formiguinhas batalhando, de seu jeito, como puder e vier, sem egos e frescuras, pela cultura da paz no formigueiro humano.

Este não é um livro apenas. É uma proposta. Um movimento. Abra este livro e, depois, abra seu coração e consciência para este sonho bom de transformar a má realidade. Divulgue, participe, faça a diferença entre seus amigos, filhos e netos com seu exemplo.

O que está em jogo e perigo não é apenas a sobrevivência dos não humanos.

É a nossa.

Salvar os animais é salvar a nós mesmos.

Ulisses Tavares, comprou um monte de livros Somos todos animais, cuja renda reverte totalmente para a Anda continuar seu trabalho

sábado, 15 de novembro de 2014

enquanto isso em Gotham City...

Passeata em Porto Alegre pede impeachment de Dilma
Cerca de mil pessoas rumam ao Parque da Redenção

De acordo com um dos organizadores da manifestação, Marcel Van Haten, este não é um movimento partidário: "Isso faz parte da democracia, pretendemos mostrar para o governo que existe oposição e que a população está indignada".
fonte:correio do povo

e aí, quem se habilitaria???

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A cerca de duas semanas Ingrid Newkirk, fundadora do PeTA, anunciou em testamento que após sua morte seu corpo deverá ser doado ao PeTA, sugerindo que o mesmo seja utilizado para um churrasco e confecção de bolsas.
E você o que pensa a respeito, faria o mesmo?
fonte: os veganistas

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Curitiba cria banco de sangue canino para emergências veterinárias
Um cão da raça rottweiler foi um dos primeiros doadores de um banco de sangue canino que começa a ser montado em Curitiba para auxiliar em emergências veterinárias de animais vítimas de atropelamento, intoxicação, câncer e doenças transmitidas por vetores. Cachorros a partir de 25 quilos, entre um e oito anos, sem raça específica, poderão doar para a instituição veterinária.

A iniciativa visa trazer uma nova esperança para vítimas de atropelamento, intoxicação, câncer e doenças transmitidas por vetores, pois dificilmente animais feridos encontram sangue à disposição para a transfusão, procurando algum amigo que possui um cachorro de grande porte para realizar o processo.

Dez cães das raças labrador, pastor alemão, pastor belga malinois, rottweiler e gold retriever da Guarda Municipal eram doadores eventuais quando determinado hospital veterinário necessitava, embora alguns não estivessem aptos por trabalhar diretamente no faro de entorpecentes. Com a tecnologia desenvolvida, será possível transformar uma bolsa de sangue em outras três, sendo uma concentrada de hemácias, outra composta de plaquetas e uma terceira com plasma. O tempo de estocagem e conservação poderá variar entre 21 dias e um ano.

Mais de 20 grupos sanguíneos foram catalogados, no qual somente seis apresentam importância na transfusão. Uma mesma raça é capaz de ter tipos sanguíneos diferentes, assim como o inverso.
fonte: correio do povo

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Siga o rumo da vida, faça escolhas veganas

Não finja que não viu

Não ignore o sofrimento dos animais.

Dê um retorno. Você pode.

fonte:união libertária animal