Quem sou eu

domingo, 26 de janeiro de 2014

Questione-se



































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Seja humano, respeite outras almas


Exploradas e humilhadas dia após dia
Fizeram de vocês uma graciosa imagem mentindo para as crianças e ignorantes.
Converteram-te em máquinas de leite e carne.

Este planeta é menos belo porque teu massacre é ignorado.
Só te oferecem venenos que te fazem mais produtiva.
E os teus filhos morrem entre anemia e agonia.

Esse planeta é menos belo porque os animais morrem todos os dias

fonte: C.I.A

Adote uma alma

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Fisiculturista vegano de 78 anos fará você reavaliar o que come


O fisiculturista Jim Morris, de 78 anos, é ícone de boa forma, saúde e ativismo. Ele posou, na época com 77 anos, como a incônica estátua "O Pensador" para a campanha do PETA chamada "Pense antes de comer", contra o consumo de carne. A campanha encoraja as pessoas a se tornarem vegetarianos e assim reduzirem o risco de obesidade, doenças do coração, câncer, diabetes e derrames.

Jim conta que a saúde dele melhorou depois que se tornou vegano, parando de comer qualquer tipo de carne e derivados de leite. Isso foi depois que se aposentou do fisiculturismo competitivo, em 1985. "A carne e produtos derivados de leite é cheia de gordura e química que acaba prejudicando nosso corpo em vez de ajudar˜, contou ele em entrevista ao PETA.

"Quando eu competia tive vários problemas digestivos. Era constipado e isso me fazia infeliz o tempo todo. Certamente eu não estaria aqui, ainda mais do jeito que estou, se eu continuasse comendo e seguindo a dieta que mantinha esses anos todos atrás˜, completou Jim.

Depois de mudar os hábitos alimenares e de excluir a carne da sua rotina, ele garante que se sentiu melhor e encoraja outras pessoas a adotarem o modo de vida vegano. "Quem sabe, dessa forma, as pessoas se sintam tão bem quanto eu".

Jim vai além e declara que "leite é para bebês. Humanos são as únicas criaturas que continuam a tomar leite depois que ficam adultos. acho que um monte de pessoas não imaginam que podem para de ingerir leite e todos os produtos vindos dele".
fonte: uol

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Olha só que legal...


Bairro “solar” na Alemanha produz quatro vezes mais energia do que consome


Um bairro no qual as casas têm aquecimento solar, instalações fotovoltaicas nos telhados e utilizam a luminosidade natural. Um sistema de compartilhamento de automóveis também faz com que o número de veículos circulando nas imediações diminua. Roteiro de Hollywood? Sonho distante? Utopia? Nada disso. Em Schlierberg, na região de Friburgo (Alemanha), tudo isso – e mais um pouco – é pura realidade.

O bairro solar é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome, uma prova de que uma construção ambientalmente correta pode ser muito lucrativa.

As 59 residências e um grande edifício comercial construídos apenas com materiais de construção ecológicos criam uma comunidade com baixo impacto ambiental. O condomínio, com cerca de 11 mil m2, possui densidade média, acessibilidade, espaços verdes e exposição solar.

Todas as casas são de madeira e construídas apenas com materiais de construção ecológicos. O conceito de cores foi desenvolvido por um artista de Berlim, Erich Wiesner.

As coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva. A água é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários. Os edifícios também aproveitam lascas de madeiras para o aquecimento no inverno, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente.


Participação popular

O projeto da Solarsiedlung am Schlierberg e do Architectural Escritório Rolf Disch também reduziu o número de carros na cidade, por meio do sistema de compartilhamento.

Criada em 1994 e concluída em 2005, a iniciativa foi debatida com a comunidade envolvida e gera atualmente 420 mil kWh de energia solar fotovoltaica, o que evita as emissões de 500 toneladas de CO2 na atmosfera.

Cada morador do bairro Schlierberg recebe, ao final de cada ano, um recurso do governo pelo excesso de energia produzida que é vendida à rede ao longo de 12 meses.


fonte: eco4planet