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sábado, 26 de abril de 2014

O final dos tempos parece que está chegando...


Com tubo inserido no aparelho digestivo de animais, cientistas querem armazenar gás metano para gerar energia



Cientistas do Instituto Nacional da Argentina de Tecnologia Agropecuária (INTA) estão testando uma nova forma de gerar energia. Enquanto o Brasil tem 205 milhões de bovinos criados para o abate, a Argentina tem 55 milhões e quer explorar ainda mais estes animais.
Com uma espécie de mochila nas costas e um tubo que atravessa a pele e é inserido no aparelho digestivo do animal pela lateral da barriga, os pesquisadores já conseguem coletar o gás metano gerado pela digestão dos bois e vacas. Após um tratamento, o gás vira energia para mover carros, gerar eletricidade e tem outras utilidades.
Como a pecuária é responsável por mais emissões de gases do efeito estufa do que todo o setor de transportes somado, os pesquisadores atribuem a este experimento uma possível solução para a dependência mundial de combustíveis fósseis. Seria, portanto, uma solução ecológica e sustentável.
A suposta necessidade de explorar os animais parece não ter limites. É importante refletirmos sobre se é ético abrir um buraco em uma vaca, enfiar um cano em seu estômago e deixá-la para viver assim até que seja assassinada para consumo de sua carne.
Na mesma semana em que os cientistas argentinos publicaram esta experiência com os bovinos para gerar energia, uma empresa de Oregon, nos Estados Unidos, está sendo acusada de incinerar fetos humanos para gerar energia (veja aqui). A empresa em questão é responsável por queimar lixo para gerar energia e teria incenerado bebês mortos em meio a resíduos hospitalares para gerar eletricidade.
No caso da empresa norte-americana, há um escândalo estabelecido porque a sociedade simplesmente rejeita a ideia de carbonizar pessoas para gerar energia, embora isso pudesse evitar a construção de cemitérios e ajudar o meio ambiente . Já a pesquisa argentina, vem sendo elogiada como uma solução ecológica, já que são poucas as pessoas que levam em consideração o olhar, a dor e a vida das vacas.
fonte: vista-se

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