Quem sou eu

sábado, 29 de novembro de 2014

A dor do outro ou ‘o Grand Canyon que precisamos fechar

“Bom, nós estamos indo muito bem, eu suponho / Com nossos carros reluzentes e roupas da moda / Eu visto preto pelo velho doente e solitário / Eu visto preto em luto pelas vidas que poderiam ter existido / Há coisas que nunca serão corretas / E coisas que precisam de mudanças em qualquer lugar que se vá”
(Johnny Cash, em ‘Men in black’)

E aí as pessoas ditas instruídas, esclarecidas, antenadas no mundo porque usam muito o celular, experientes, ‘exemplo para a família’, pouco se importam com o trajeto que a comida fez até chegar a seus dentes. Muitos dão risada, do eco-churrasqueiro ao egoico que está na vida para aproveitar, e dane-se o remorso.

(A dor do outro. Alguém que nasceu já para preencher a demanda de ingredientes culinários. Morreu para ser picotado e virar nome incompreensível no rótulo dos pacotinhos de alimentos industrializados).

Ao contrário, muita vezes uma conversa informal com leigos sobre o veganismo – porque o povo adora fazer sabatina ao ouvir as palavras mágicas – acaba capotando em dicas de saúde, cuidados na hora de bem escolher os alimentos, e recomendações-de-vó. “Diz que tudo que tem glúten faz muito mal, a gente tem que passar longe”, me dizia esses tempos uma cidadã-padrão, enquanto se servia de generosas conchadas de macarrão. De trigo.

Não, diacho, eu não estava falando sobre segredos para o bem-estar, novidades para emagrecer ou o último grito das naturebices de shopping – ração humana, chia, gordura de coco, amaranto, linhaça dourada, quinua, sal rosa ou o próximo campeão de bilheteria. Eu estava falando sobre a dor do outro. A solidão, a corrente, o confinamento, a separação, os chutes eventuais, o isolamento, o mau cheiro, o medo do humano, a faca amolada.

“O ______ é vegetariano convicto mas não resistiu ao meu churrasco na semana passada”, comentou, tentando ser simpática e participar da conversa, outra pessoa que também estava à mesa nessa ocasião. Garantia de que realmente a carne estava irresistível.

E penso que talvez o descolamento de duas realidades – o animal que ‘nasce para morrer’, digamos, e a gastronomia – seja o Grand Canyon que precisamos fechar. Haja gotinhas de Super Bonder. Porque essa fenda que nós – ativistas, pensadores, profissionais militantes, simpatizantes – ora começamos a estreitar, é o que garante uma das muitas pernas dessa máquina trituradora chamada ‘desenvolvimento’. Nunca vi tanto orgulho, emoção sincera e boca cheia como naqueles que fazem o discurso desenvolvimentista – que devem ganhar muito dinheiro com isso. Porque o resto do povo, aplaudindo, entra como lombo em festa de chicote. E aplaude, e vota. E olha torto para aqueles que, ousados!, topam falar em algo diferente.

Em algo que não exija o moedor de carne, de almas e de tempo de vida como modelo. Um sistema em que o hamster não tenha que correr na rodinha. Metaforicamente falando, claro.

Porque uma sugestão de rota – veganismo, antidesenvolvimentismo, ateísmo financeiro, iconoclastia laboral – acaba desandando em palpites curtos / rasos sobre saúde, ou trabalhar menos, ou “eu trabalho muito porque eu gosto”, como ouvi nessa mesma ocasião supracitada. OK. Talvez as pessoas estejam tão orgulhosas de se perceberem marchando no passo milimetricamente certo, farda alinhada, depois do medo de não conseguir, que a ideia de ir para outro lado soa estranha, quase uma imprudência. Parar, então, é desperdiçar possibilidades, deixar de aproveitar o que a vida oferece.

O que me lembra uma anedotra real. A Vanguarda Abolicionista fazia uma ação no Dia das Mães, anos atrás, e um gaiato se aproximou para fazer as perguntas óbvias e observações inteligentes que você, leitor, bem imagina. “Então vocês não comem carne?! Estão deixando de fazer a melhor coisa da vida”, riu o subgênio, para quem o sexo deve estar lá pela quinta ou sexta colocação no ranking. Empatado com o amor e com, digamos, capas exclusivas para smartphone, que tal?

fonteVANGUARDA ABOLICIONISTA - MARCIO DE ALMEIDA BUENO

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

FAÇA PARTE DA EVOLUÇÃO, TORNE-SE HUMANO, SEJA VEGANO

Cada pessoa que se torna vegetariana acende uma luz e esta ação se multiplica numa oferenda crescente, e outros vão sendo tocados. Somos hoje milhões no mundo propagando respeito e não violência.
Não pode haver felicidade no ato de matar outro ser, não pode haver harmonia comendo o corpo de outro ser. A felicidade humana depende de levar em consideração os outros, Assim, tempo perdido é FALAR em amor e bondade SE NÃO AGIMOS COM AMOR E SE NÃO VIVEMOS EM BONDADE. Agir amorosamente é se colocar no lugar do outro, seja esse outro quem for.
Nós, enquanto humanidade já ultrapassamos muitos pontos de ruptura, por isso não há sentido simplesmente em dizer que "as pessoas acham normal comer carne", "os frigoríficos são extremamente poderosos", "veganismo é coisa de minoria"
A força da evolução é irreversível!
fonte: CIA

domingo, 16 de novembro de 2014

Respeite todos os animais, inclusive nós, os humanos...

Somos todos animais. Literalmente.


Você tem em casa um gatinho fofo, um cachorrinho alegre, um passarinho cantante, um peixinho colorido, ou, mais exótico, bela iguana, enigmática serpente, curioso furão?

Ótimo, parabéns, continue cuidando bem deles que eles merecem.

Mas a causa animal vai muito além de seus bichinhos de estimação.

Ela abrange o planeta como um todo, vivo, pulsante, e extremamente ameaçado pelo único animal capaz de conter a fúria assassina e predatória contra tudo que rasteja, caminha sobre quatro patas e voa: o bípede humano. Algoz, vítima e cúmplice da mãe Gaia, a Terra.

O homem. Esse mesmo, animal igual eu e você e todos os outros.

A nós, pela superioridade na evolução natural, cabe uma responsabilidade bem maior sobre todas as outras espécies viventes e sofrentes: zelar por elas.

Nem confiná-las em zoológicos, nem colocá-las para nos divertir em circos, rinhas, canis reprodutores e rodeios. E muito menos colocá-las para nos alimentar, em currais, chiqueiros e galinheiros. Superar nossa gula e ganância por proteína animal será o grande salto espiritual e ético da humanidade pela tão propagandeada e tão pouco praticada sustentabilidade ecológica. A vida não é mercadoria, não deve ser comprada ou vendida pelas empresas, religiões ou partidos. De enganações o inferno está cheio, fiquemos espertos e despertos antes que seja tarde.

Apenas deixarmos que vivam bem todos os seres vivos. Simples assim. Pragmático e lógico e científico assim.

Exatamente como nós, animais humanos, gostaríamos de viver: em paz e livres.

A Anda, o maior portal de notícias de defesa animal do mundo, agrupa, agrega, denuncia, promove, esclarece a opinião pública sobre um item importante e raramente divulgado pela mídia e pelos políticos: os animais são seres sencientes.

Sentem e sofrem como nós.

Como nós vírgula e correção: eles não falam, não votam, não podem protestar para que a indiferença e a crueldade deixem de existir. Nós podemos escolher e decidir como o mundo pode ser ou será. Eles não, apenas aceitam e, indefesos, nascem, crescem e morrem de acordo com aquilo que a natureza determinou. Só que a natureza não previu o parasita humano e sua maldade.

Você, eu, e todos os autores deste livro Somos todos animais (editora Nova Alexandria), sim, podemos fazer algo a respeito. Agora, já, em grandes manifestações ou pequenos gestos anônimos de compaixão, amor, acolhimento e indignação. Uma formidável multidão de formiguinhas batalhando, de seu jeito, como puder e vier, sem egos e frescuras, pela cultura da paz no formigueiro humano.

Este não é um livro apenas. É uma proposta. Um movimento. Abra este livro e, depois, abra seu coração e consciência para este sonho bom de transformar a má realidade. Divulgue, participe, faça a diferença entre seus amigos, filhos e netos com seu exemplo.

O que está em jogo e perigo não é apenas a sobrevivência dos não humanos.

É a nossa.

Salvar os animais é salvar a nós mesmos.

Ulisses Tavares, comprou um monte de livros Somos todos animais, cuja renda reverte totalmente para a Anda continuar seu trabalho

sábado, 15 de novembro de 2014

enquanto isso em Gotham City...

Passeata em Porto Alegre pede impeachment de Dilma
Cerca de mil pessoas rumam ao Parque da Redenção

De acordo com um dos organizadores da manifestação, Marcel Van Haten, este não é um movimento partidário: "Isso faz parte da democracia, pretendemos mostrar para o governo que existe oposição e que a população está indignada".
fonte:correio do povo

e aí, quem se habilitaria???

clique em cima para ampliar

A cerca de duas semanas Ingrid Newkirk, fundadora do PeTA, anunciou em testamento que após sua morte seu corpo deverá ser doado ao PeTA, sugerindo que o mesmo seja utilizado para um churrasco e confecção de bolsas.
E você o que pensa a respeito, faria o mesmo?
fonte: os veganistas

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Curitiba cria banco de sangue canino para emergências veterinárias
Um cão da raça rottweiler foi um dos primeiros doadores de um banco de sangue canino que começa a ser montado em Curitiba para auxiliar em emergências veterinárias de animais vítimas de atropelamento, intoxicação, câncer e doenças transmitidas por vetores. Cachorros a partir de 25 quilos, entre um e oito anos, sem raça específica, poderão doar para a instituição veterinária.

A iniciativa visa trazer uma nova esperança para vítimas de atropelamento, intoxicação, câncer e doenças transmitidas por vetores, pois dificilmente animais feridos encontram sangue à disposição para a transfusão, procurando algum amigo que possui um cachorro de grande porte para realizar o processo.

Dez cães das raças labrador, pastor alemão, pastor belga malinois, rottweiler e gold retriever da Guarda Municipal eram doadores eventuais quando determinado hospital veterinário necessitava, embora alguns não estivessem aptos por trabalhar diretamente no faro de entorpecentes. Com a tecnologia desenvolvida, será possível transformar uma bolsa de sangue em outras três, sendo uma concentrada de hemácias, outra composta de plaquetas e uma terceira com plasma. O tempo de estocagem e conservação poderá variar entre 21 dias e um ano.

Mais de 20 grupos sanguíneos foram catalogados, no qual somente seis apresentam importância na transfusão. Uma mesma raça é capaz de ter tipos sanguíneos diferentes, assim como o inverso.
fonte: correio do povo

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Siga o rumo da vida, faça escolhas veganas

Não finja que não viu

Não ignore o sofrimento dos animais.

Dê um retorno. Você pode.

fonte:união libertária animal

Olha só que tri...

Despedida entre amigos: mulher realiza último desejo e se despede de cavalo.

 O hospital Royal Albert Edward Infirmary, em Wigan, no norte de Inglaterra, concedeu uma autorização especial para que Bronwen pudesse ser levados até o lado de fora do edifício, e Sheila foi levada até seu encontro. "Foi muito importante para a minha mãe. Ela foi uma das pessoas mais trabalhadoras que você poderia encontrar e ela faria qualquer coisa para qualquer um", disse a filha sobre a importância para a mãe de se despedir do cavalo.
fonte: bol fotos

terça-feira, 11 de novembro de 2014

e aí,onde você se enquadra?????

TIPOS DE CONSUMIDORES DE CARNE 

CARNÍVORO: O animal que mata a própria presa e a devora com o sangue ainda quente. Ex: leão, leopardo, onça, tigre.

CARNICEIRO: O animal que não tem coragem de matar a própria presa, espera que ela morra ou um predador mate-a, e a devora mais tarde, com o sangue já frio. Ex: abutre, urubu, hiena, corvo.

NECRÓFAGO: Come a carne com meses de estocagem nos frigoríficos. Não saliva ao vê-la no seu estado natural, precisa maquiá-la para enganar seus sentidos e conseguir comê-la. Ex.: homem.

fonte: os veganistas

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Sessão fotografia


comentário do altecir: gosto muito deste contraste do vermelho com a foto em preto e branco.

Sessão terror

a geladeira dos horrores...
fonte: veganos-a revolução começou

Itamar Assumpçao - homem-mulher



Homem-mulher
Itamar Assumpção

És dragão, soltas faíscas
És estonteante, és o meu ponto de vista
És obra de arte, explosão pura paixão
Falta d'água no Nordeste, confusão no coração
És coisa que não existe
Acontece
Mulher que bom que você me quer
Também quero ser seu homem
Homem leve-me onde quiser
Pro sol, prum lugar qualquer

Tentação de outra galáxia
És extraterrestre
Não tens fim, não tens tamanho
Nem norte, sul, leste, oeste
És vulcão, és furacão, terremoto, és a peste
És rojão, és um tufão, és coisa que não existe
Acontece

Homem vou te pedir em inglês, man welcome and kiss me please
Homem vou te pedir outra vez, homem desse beijo quero bis