Quem sou eu

domingo, 24 de maio de 2015

leia, se tiver coragem e consciência

Para o abate, os bois ficam enfileirados. Antes de morrer, seus mugidos são frenéticos e desesperados. O boi chora, demonstrando total consciência do que acontecerá com ele. 
Ao entrar na sala do matadouro, o animal presencia o que está sendo feito com seus companheiros, alguns já pendurados, alguns sendo fatiados em diferentes processos, suas vísceras espalhadas pelo chão da câmara, relata quem já presenciou. Logo o animal tenta escapar, em vão. Está completamente cercado por barras de aço. Neste momento o animal sofre o processo que se chama “insensibilização”. No caso de alguns matadouros esta insensibilização é feita com uma pistola pneumática, mas em muitos outros a insensibilização ainda é feita a golpes de marreta. A pistola pneumática dispara uma vareta metálica no crânio do animal, perfurando-o até o cérebro. Diz-se que este é um método “humanitário”, pois o animal não sofre dor e permanece desacordado por todo o resto do processo, mas a verdade é que não podemos saber se aquele animal de fato não sentiu dor. Certamente a pistola o torna imóvel, mas o animal não parece desacordado, apenas atordoado e impossibilitado de reagir. Algumas vezes, um mesmo animal precisa ser insensibilizado mais de uma vez, o que mostra que este não é um método “humanitário” nem indolor.
fonte: Veganismo-O novo mundo
fonte: Veganos, a revolução começou

Olha só que tri, muito legal

Velhinhos se divertindo



fonte: uol

terça-feira, 19 de maio de 2015

GO VEGAN


fonte: Veganos, a revolução começou

sessão crueldade humana


VERDADE INCONVENIENTE

É aquela que bate na sua consciência, mas você finge que não vê, fechando os olhos e virando as costas.
fonte: Veganos, a revolução começou

segunda-feira, 11 de maio de 2015

GO VEGAN

Veganismo NÃO é "Dieta". 
É a filosofia da NÃO-VIOLÊNCIA.

Veganismo NÃO é "Opção". 
É OBRIGAÇÃO.
Pois não temos o direito de causar sofrimento a nenhum ser senciente.

fonte: Luta Vegana

E aí Greenpeace


É surpreendente que as campanhas do Greenpeace Brasil contra o desmatamento da Amazônia nunca (ou quase) tocam no principal fator responsável pela destruição da nossa floresta: a pecuária. Em média, 80% do desmatamento da Amazônia é fruto do agronegócio.
A própria ONU já recomenda dietas veganas para o combate das mudanças climáticas. No entanto, não vemos uma postagem sequer do Greenpeace contra o consumo de carne, leite, ovos e derivados de animais.
Falar de ambientalismo é fácil. Exigir que o governo fiscalize a Amazônia também. O difícil mesmo é olhar para os próprios hábitos.
Preservar a natureza começa no seu prato.
fonte: O Holocausto Animal

sexta-feira, 8 de maio de 2015