Quem sou eu

terça-feira, 19 de abril de 2016

VIDA


Sobrevivência, objetivo de todos os seres vivos, a qual nos mostra a fragilidade sob pena dos efeitos naturais ou qualquer outra força maior que nós, capaz de nos roubar aquilo que somos, seres viventes.
Independente da espécie, somos todos indubitavelmente iguais quando falamos em proteger a própria vida. É tão forte o apelo dessa imagem, que você não precisa ser de fato sensível, apenas coerente para observar as igualdades, onde em um mundo de diferenças, praticamente abolimos essas de nossa consciência, e isso é um erro para seres que querem desenvolver de fato a consciência.
Poderia ser um humano, um cão, uma gato, mas não, é um ratinho. Esse ser é endemoniado por transmitir doenças, mas isso não importa agora, o que importa é que a mesma sensação que nós humanos sentimos nas horas do aperto, esse ser sente. E isso lhe dá status de ser vivo, assim como nós.
Acuado, desprotegido, e sem nenhuma, diria, esperança. Pois esse não tem resgate, sistema de saúde, abrigo, comida, religião. A quem se agarrar, quando se é um animal irracional, além de perseguido diariamente, basicamente por quem os procria, nós humanos?

Esse post, considero de tamanha reflexão, para refletir quem somos, o que fazemos aqui, e como nos devemos comportar diante de seres que estão nos mesmo barco que nós. Respeitar a vida, vai além dos humanos, do antropocentrismo, da falsa religiosidade. Deus são os animais, seja irracional ou não, Deus é energia, esse é a própria vida. Então, porque atentar a ela, quando essa fisicamente não é como a nossa?
Obs:
Refazendo quase uma afirmação em um parágrafo acima, esse ser não é culpado por ser hospedeiro e disseminador de doenças, existe uma agente antes dele, esse o reproduz pelas porcarias que produz e espalha, lixo. Com constrangimento venho falar que somos nós humanos.

Jota Caballero

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